PROJETO EM ANDAMENTO 2016

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quinta-feira, 12 de maio de 2011

Como me acho meio CINÉFILA... não queria deixar de recomendar a minhas amigas esse filme também que estou LOUCA para assistir...


COMER REZAR AMAR. Um Mergulho no Universo Feminino.

Comer, Rezar, Amar (Eat, Pray, Love). 2010. EUA. Direção: Ryan Murphy. +Elenco. Gênero: Drama, Romance. Duração: 133 minutos. Baseado no livro homônimo e autobiográfico de Elizabeth Gilbert.




Deixo um convite a Todos, não importando o sexo, e quase para todas as faixas etárias – para os adolescentes também. Que vão assistir esse filme – “Comer, Rezar, Amar“. Para que conheçam, entendam, sintam o que é ser mulher. Porque nele não é mostrado apenas a cabeça da personagem principal, mas de muitas. Desde a cabeça de uma menina aos quatro anos de idade, até de mais idosas. Aos homens, fica um convite especial. Verão qual é o limite que leva a uma mulher a dar um basta numa relação. Mesmo ainda sentindo amor por ele.


                          “Ter um filho é como fazer uma tatuagem na cara. Você precisa realmente ter certeza de que é isso que você quer antes de se comprometer.”


Galopamos pela vida como artistas de circo, equilibrados em dois cavalos que correm lado a lado a toda velocidade – com um pé sobre o cavalo chamado ‘destino’, e o outro sobre o cavalo chamado ‘livre arbítrio’. E a pergunta que você precisa fazer todos os dias é: qual dos cavalos é qual? Com qual cavalo devo parar de me preocupar, porque ele não esta sob meu controle, e qual deles preciso guiar com esforço concentrado.”




ESTOU LOUCA PARA ASSISTIR!!!
SÓ NÓS SABEMOS A DOR E A DELÍCIA DE SE SER MULHER, NÉ!!!


quarta-feira, 11 de maio de 2011

As Professoras Andréa Padilha, Josiane Castellon, Alexandra Paulo e Katiuscia Oliveira responsáveis pelas Salas Multifuncionais de suas Unidades Escolares estarão visitando nessa semana a Instituição Pássaros de Luz a fim de aprimorar o seu trabalho!

É a Sala Multifuncional mostrando á que veio...



Saibam mais sobre essa maravilhosa entidade sem fins lucrativos:
 

                              
A Associação Pássaros de Luz é uma entidade, sem fins lucrativos, organizada e administrada por um grupo de pais de crianças e adolescentes com sequelas de paralisia cerebral e também, por profissionais envolvidos com esta causa.
Foi fundada no dia 12 de março de 2006, assumindo como missão, implantar e desenvolver a Educação Condutiva, como proposta de atendimento especializado às pessoas com seqüelas motoras de paralisia cerebral. 

                                                                             
                                             http://educacaocondutivaitajai.wordpress.com/



Itajaí – Crianças e adultos com seqüelas de paralisia cerebral e alterações motoras recebem em Itajaí atenção e tratamento na Associação Pássaros de Luz. Através educação condutiva a associação tem alcançado resultados positivos.
A atividade iniciada em 12 de março de 2006 visa o desenvolvimento através de um trabalho especializado que integra processos de reabilitação e processos pedagógicos, despertando nas pessoas a vontade e a motivação para superar barreiras pessoais e sociais.
Atualmente a associação que já é referência no assunto atende cerca 14 pessoas e suas famílias, sendo maioria crianças. A Pássaros de Luz é mantida com recursos e repasses da prefeitura municipal, e com a doação de pais e comunidade. A Fundação Catarinense de Educação Especial ajuda a entidade cedendo sete professores.
A diretoria, que tem a missão de captar através de convênios e parcerias verba para manter a estrutura em funcionamento, é formada por pais. A técnica da educação condutiva necessita de profissionais qualificados e espaço adequado.
A Vereadora Susi Bellini, que acompanha o trabalho da associação, visitou a estrutura com o Secretário Municipal de Educação José Roberto Provesi. O trabalho desenvolvido pela associação foi apresentado durante a visita pelo Presidente Márcio da Silva Rothbarth e pela fundadora e Diretora Gracia Maria Nascimento Correia.
Através da visita podemos constatar o progresso das crianças em tratamento, proporcionando qualidade de vida para o aluno e para os pais. Vimos que o dinheiro público repassado está sendo bem empregado e que a associação exerce uma importante função de contra-turno escolar”, fala a Vereadora.
Veja o artigo na íntegra no blog da vereadora Susi Bellini

Projeto da Professora Andréa para o Trabalho na Sala Multi em 2011

Projeto:


Atendimento Educacional Especializado
na Sala Multifuncional da Escola Básica Prefeito Alberto Werner




Professora: Andréa Regina Marques Padilha - 2011




JUSTIFICATIVA

Através da LDBEN – Lei nº. 9394/96 – o atendimento aos alunos com necessidades educacionais especiais tornou-se uma realidade , e para consolidar os preceitos legais referentes a tal questão surgiu a Convenção Interamericana para Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra a Pessoa Portadora de Deficiência, celebrada na Guatemala.
A Convenção da Guatemala como ficou conhecida, deixa clara a impossibilidade de tratamento desigual com base na deficiência, definindo a discriminação como toda diferenciação, exclusão ou restrição baseada na deficiência, que tenha o efeito ou propósito de impedir ou anular o reconhecimento, gozo ou exercício por parte das pessoas portadoras de deficiência de seus direitos humanos e suas liberdades fundamentais (art. 1º, nº. 2, “a”).
Em seu texto, a Convenção aponta, ainda, para o cuidado que se deve ter em relação à discriminação, à diferenciação ou preferência. Alerta que as diferenciações ou preferências são admitidas em algumas circunstâncias, mas a exclusão ou restrição jamais será permitida, se o motivo for a deficiência.
Sobre esta questão, a Convenção da Guatemala reforça a necessidade de dar nova interpretação à LDBEN/Lei nº. 9.394/96 – Lei de Diretrizes e Bases da Educação
Nacional, de modo que não seja mais permitida a substituição do ensino comum pelo especial e sim a complementação deste, na formação do indivíduo.
Conforme exposto, e de acordo com os preceitos legais, o acesso à educação, em qualquer nível, é um direito humano inquestionável e, por isso as pessoas com deficiência, em idade de freqüentá-lo, não podem ser privadas dele. Se for para diferenciá-la, que seja para incluí-la e não para excluí-la.
Temos de saber andar no fio da navalha, assegurando o direito à igualdade quando as diferenças inferiorizam nossos alunos e assegurar o direito à diferença quando a igualdade os descaracteriza. Isso é muito diferente de tratar igualmente os iguais e desigualmente os diferentes.
O Brasil já avança para o cumprimento do princípio da igualdade, e esta é uma conquista importante, mas que só poderá ser comemorada quando toda criança com
algum tipo de necessidade especial e em condições de aprendizagem estiver em sala de aula.
O Estado de Santa Catarina, neste contexto, e em especial a Rede Pública Municipal de Ensino de Itajaí, tem sido incansável na efetivação de melhorias para garantir a todos os educandos o acesso ao saber, dentre estas, a implantação das Salas de Recursos Multifuncionais nas escolas da rede.
As salas multifuncionais desenvolvem o Atendimento Educacional Especializado (AEE) que consiste, basicamente, na utilização de recursos educacionais específicos e suas estratégias pedagógicas de acordo com a necessidade de cada aluno, complementando e/ou suplementando a educação do ensino regular.
De acordo com o documento Sala de Recursos Multifuncionais (Mec 2006), o atendimento educacional especializado deve ser uma ação dos sistemas de ensino para acolher a diversidade ao longo do processo educativo. Podemos afirmar que a atribuição maior do AEE é a de identificar os obstáculos que impeçam ou limitem o aluno de participar e de se desafiar para alcançar os objetivos educacionais propostos pela escola e, por fim, construir as condições necessárias para a superação destes obstáculos.
O Atendimento Educacional Especializado ( AEE) tem por atribuição a Educação para a Autonomia e isto significa muito mais do que dar acesso , significa promover o educando em seu pleno desenvolvimento físico, intelectual e social.Significa acreditar nele, em seu potencial para aprender sempre mais.
Podemos dizer que a autonomia diz respeito a gerenciar a própria vida. A autonomia nos faz tomar decisões para nós mesmos, sempre lembrando que estamos em relação com os outros. A autonomia é conquistada e não é uma qualidade frequentemente observada nas pessoas com deficiência.
O professor da sala multifuncional nesse contexto deve assumir o papel de um mediador-investigador, pois estará em constante contato com a família e/ou responsável da criança, professores do ensino regular e profissionais de diversas áreas (fisioterapeutas, fonoaudiólogos, psicólogos, assistente social,...) que desenvolvam serviços específicos com o educando com deficiência para buscar maiores informações a respeito deste.
Pretendo com o presente projeto contribuir com o trabalho de AEE na Sala Multifuncional da Escola Básica Prefeito Alberto Werner, favorecendo o processo de inclusão educacional .




PROBLEMA

Como obter uma educação especial de qualidade a partir de um atendimento especializado?



OBJETIVOS

Objetivo Geral
* Ressaltar que para que haja inclusão é necessário um atendimento educacional especializado para todos os educandos que dele necessitem.

Objetivos Específicos

* Promover o entendimento do que vem a ser um atendimento educacional especializado na unidade escolar;
    • Buscar uma prática mais reflexiva para que a educação especial se aprimore cada vez mais em um atendimento especializado;
    • Sensibilizar a comunidade escolar para a Inclusão Social;
    • Identificar alunos com necessidades educacionais específicas , respeitando os critérios estabelecidos para o atendimento;
    • Garantir, aos educandos com deficiência de natureza física, intelectual ou sensorial , participação plena e efetiva de interação em todas as ações escolares, em parceria com a equipe técnico-administrativa da unidade de ensino;
    • Oportunizar que o educando se desenvolva em um ambiente lúdico, que respeite suas habilidades, bem como seus valores culturais e linguisticos;



 
PÚBLICO – ALVO:

Os alunos atendidos na Sala de Recursos Multifuncionais serão aqueles que apresentem alguma necessidade educacional especial.
Alunos com deficiência: aqueles que têm impedimentos de longo prazo de natureza física, intelectual, mental ou sensorial; II – Alunos com transtornos globais do desenvolvimento: aqueles que apresentam um quadro de alterações no desenvolvimento neuropsicomotor, comprometimento nas relações sociais, na comunicação ou estereotipias motoras. Incluem-se nessa definição alunos com autismo clássico, síndrome de Asperger, síndrome de Ret, transtorno desintegrativo da infância (psicoses) e transtornos invasivos sem outra especificação; III – Alunos com altas habilidades/superdotação: aqueles que apresentam um potencial elevado e grande envolvimento com as áreas de conhecimento humano, isoladas ou combinadas: intelectual, liderança, psicomotora, artes e criatividade.

 


METODOLOGIA

De acordo com essas diretrizes, no art. 5º, o AEE é realizado prioritariamente na sala de recursos multifuncionais da própria escola ou de outra escola, no turno inverso da escolarização, não sendo substitutivo às classes comuns. A elaboração e execução do Plano
de AEE são de competência dos professores que atuam nas salas de recursos multifuncionais em articulação com os demais professores do ensino comum, com a participação da família e em interface com os demais serviços setoriais, conforme disposto no art.9º.
O art. 10º determina que o Projeto Político Pedagógico da escola deve institucionalizar a oferta do AEE, prevendo na sua organização:

I - salas de recursos multifuncionais: espaço físico, mobiliário, materiais didáticos,recursos pedagógicos e de acessibilidade e equipamentos específicos;
II – matrícula no AEE de alunos matriculados no ensino regular da própria escola ou de outra escola;
III – cronograma de atendimento dos alunos;
IV – plano do AEE: identificação das necessidades educacionais específicas dos alunos, definição dos recursos necessários e das atividades a serem desenvolvidas;
V - professores para o exercício da docência do AEE;
VI - profissionais da educação: tradutores e intérprete de Língua Brasileira de Sinais, guia intérprete e outros que atuem no apoio, principalmente às atividades de alimentação, higiene e locomoção;
VII – redes de apoio no âmbito da atuação profissional, da formação, do desenvolvimento da pesquisa, do acesso a recursos, serviços e equipamentos, entre outros que maximizem o AEE.

A partir do documento citado acima o desenvolvimento das atividades na Sala multifuncional respeitará os seguintes critérios:

  • O aluno deverá ser atendido individualmente ou em grupo de até 02 alunos segundo cronograma preestabelecido;
  • O aluno deverá receber atendimento de acordo com as suas necessidades, de 1 a 2 vezes por semana , de 45min a 2 horas diárias, dependendo da necessidade;
  • O horário de atendimento deverá ser em período contrário àquele em que o aluno está matriculado na classe comum.;
  • Os grupos de alunos em atendimento serão organizados preferencialmente por faixa etária e/ou conforme necessidades pedagógicas semelhantes;
  • O cronograma de atendimento deverá ser elaborado pelo professor da Sala Multifuncional,junto com a equipe pedagógica da escola;
  • O período para o encontro entre o professor da Sala Multifuncional,o professor da classe comum e a equipe pedagógica da unidade de ensino será nas reuniões pedagógicas;

O professor da Sala Multifuncional realizará:

    • O controle de freqüência dos alunos,em formulário próprio divulgado ao Serviço de Orientação Escolar para acompanhamento constante ;
    • Contato periódico com o professor da classe comum,com a equipe pedagógica da escola,com a família e com os profissionais dos atendimentos complementares(psicológicos,fisioterapeutas, fonoaudiólogos que desenvolvam atendimento clínico com o educando)para orientação e acompanhamento do desenvolvimento do aluno;
    • Planejamento de estratégias pedagógicas que favoreçam o acesso do aluno com necessidades educacionais especiais ao currículo e a sua interação no grupo;
    • Produção de materiais didáticos e pedagógicos acessíveis, considerando as necessidades educacionais específicas dos alunos e os desafios que estes vivenciam no ensino comum, a partir dos objetivos e das atividades propostas no currículo;
    • Desenvolvimento de atividades próprias do AEE, de acordo com as necessidades educacionais específicas dos alunos: ensino da Língua Brasileira de Sinais – Libras para alunos com surdez; ensino da Língua Portuguesa escrita para alunos com surdez; ensino da Comunicação Aumentativa e Alternativa – CAA; ensino do sistema Braille, do uso do soroban e das técnicas para a orientação e mobilidade para alunos cegos; ensino da informática acessível e do uso dos recursos de Tecnologia Assistiva – TA; ensino de atividades de vida autônoma e social; orientação de atividades de enriquecimento curricular para as altas habilidades/superdotação; e promoção de atividades para o desenvolvimento das funções mentais superiores;
    • Uso de jogos pedagógicos que valorizem os aspectos lúdicos, a criatividade e o desenvolvimento de estratégias de lógica e pensamento;
    • Uso de livros de histórias virtuais, livros falados, livros de histórias adaptados ;
    • Recursos específicos como reglete, punção, soroban, guia de assinatura, material para desenho adaptado, lupa manual, calculadora sonora, caderno de pauta ampliada, caneta ponta porosa, engrossadores de lápis e pincéis, suporte para livro (plano inclinado), tesoura adaptada, softwares, brinquedos e miniaturas para o desenvolvimento da linguagem, reconhecimento de formas e atividades de vida diária, e outros materiais relativos ao desenvolvimento do processo educacional;
    • Momentos de sensibilizações e reflexões em grupo com aplicação de dinâmicas por parte da professora da sala Multifuncional com os alunos, pais e professores da unidade escolar relativas ao Processo Inclusivo;



AVALIAÇÃO:

O acompanhamento pedagógico do aluno será constantemente registrado : seus avanços e situações que ocorreram nesse período. A professora da Sala Multifuncional poderá servir como um suporte ao professor regente, se assim o preferir, auxiliando-o em avaliações descritivas do educando.
O aluno freqüentará a sala multifuncional pelo tempo necessário para a superação das dificuldades e obtenção de êxito no processo de aprendizagem na classe comum.



REFERÊNCIAS:

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. BRASIL. Diferentes Diferenças: Educação de qualidade para todos. São Paulo: Editora Publisher Brasil, 2006.

ALVES, Denise de Oliveira. Sala de Recursos Multifuncionais: espaços para atendimento educacional especializado. Ministério da Educação, Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.
BONAMICO, E. M. R. Como ajudar a criança no seu desenvolvimento: sugestões de atividades para a faixa de 0 a 5 anos. Porto Alegre: Editora da Universidade, 1984.

BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil.Brasília: Centro Gráfico do Senado Federal, 1988.

BRASIL. Ministério da Educação. Plano decenal de educação para todos. Brasília:MEC/SEF, 1993.

BRASIL. Ministério da Educação. Política Nacional de Educação Especial. Brasília: MEC/SEESP, 1994
DECLARAÇÃO de Salamanca e linha de ação sobre necessidades educacionais especiais. Brasília: s.l., 1994.
BRASIL. Leis, etc. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. São Paulo. Editora do Brasil, 1996.
BRASIL. Ministério da Educação.Diretrizes Educacionais sobre Estimulação Precoce.Elaborado por Pérez-Ramos, A. M. A. et alii. Brasília: MEC/UNESCO, 1995.(Série Diretrizes)



Gente!!! Só para compartilhar a minha SATISFAÇÃO !!!

A Sala Multiespecial já conta com um AMIGÃO DA ESCOLA.
Agradeço a Paulo Valduga, esposo de minha amiga de trabalho Renata Valduga, professora da CAP na E.B.Prefeito Alberto Werner pela doação de uma divisória para o nosso espaço de atendimentos, que hoje encontra-se aberto junto a Sala dos Professores!
Em nome de todos os alunos da Sala Multi, que merecem seu espaço próprio com sigilo, conforto e segurança tendo a atenção única e exclusiva da Profª Andréa, AGRADECEMOS ESSE GESTO DE SOLIDARIEDADE E PREOCUPAÇÃO COM AS QUESTÕES DA EDUCAÇÃO!

Obrigada Paulo, obrigada Amiga Renata!
Acredito que agora, em breve teremos nossa salinha "sem portas e tramelas", fechada, um cantinho especialmente nosso e ainda por cima contando com duas mesas para atividades, que também recebemos de presente!

Gente!
O Papai Noel existe ÀS VEZES!!! kkkkkk

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Letra da música/ Trabalho da Sala Multi - Palavra Cantada -Sandra Perez e Paulo Tati

Fui na cozinha tomar café
Veio a mariposa e pousou no meu pé
Meu pé sacudiu, sacudiu, rodou
e a mariposa não voou

Corri lá na janela
Veio a mariposa e pousou na minha canela
Meu pé sacudiu, minha canela sacudiu, sacudiu, rodou
E a mariposa não voou

Olhei lá no espelho
Veio a mariposa e pousou no meu joelho
Meu pé sacudiu, minha canela sacudiu, meu joelho sacudiu, sacudiu, rodou
E a mariposa não voou

Ela pensa que sou trouxa
Veio a mariposa e pousou na minha coxa
Meu pé sacudiu... ...minha coxa sacudiu, sacudiu, rodou
E a mariposa não voou

Ela está querendo briga
Veio a mariposa e pousou na minha barriga
Meu pé sacudiu... ...minha barriga sacudiu, sacudiu, rodou
E a mariposa não voou
Ela acha que eu não ligo

Veio a mariposa e pousou no meu umbigo
Meu pé sacudiu... ...meu umbigo sacudiu, sacudiu, rodou
E a mariposa não voou
Eu fui buscar aquele osso

Veio a mariposa e pousou no meu pescoço
Meu pé sacudiu... ...meu pescoço sacudiu, sacudiu, rodou
E a mariposa não voou

Eu fui pedir aquele abraço (abraça o colega ao lado)
Veio a mariposa e pousou no meu braço
Meu pé sacudiu... ...meu braço sacudiu, sacudiu, rodou
E a mariposa já voou!

* Trabalho com esquema corporal, sensibilização musical, memória auditiva, visual, tátil, motricidade fina, percepção de detalhes,...

BULLYING CONTRA ALUNOS COM DEFICIÊNCIA

Um ou mais alunos xingam, agridem fisicamente ou isolam um colega, além de colocar apelidos grosseiros. Esse tipo de perseguição intencional definitivamente não pode ser encarado só como uma brincadeira natural da faixa etária ou como algo banal, a ser ignorado pelo professor. É muito mais sério do que parece. Trata-se de bullying. A situação se torna ainda mais grave quando o alvo é uma criança ou um jovem com algum tipo de deficiência - que nem sempre têm habilidade física ou emocional para lidar com as agressões. Tais atitudes costumam ser impulsionadas pela falta de conhecimento sobre as deficiências, sejam elas físicas ou intelectuais, e, em boa parte, pelo preconceito trazido de casa. Em pesquisa recente sobre o tema, realizada com 18 mil estudantes, professores, funcionários e pais, em 501 escolas em todo o Brasil, a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) constatou que 96,5% dos entrevistados admitem o preconceito contra pessoas com deficiência. Colocar em prática ações pedagógicas inclusivas para reverter essa estatística e minar comportamentos violentos e intolerantes é responsabilidade de toda a escola.

Conversar abertamente sobre a deficiência derruba barreiras
Quando a professora Maria de Lourdes Neves da Silva, da EMEF Professora Eliza Rachel Macedo de Souza, na capital paulista, recebeu Gabriel**, a reação dos colegas da 1ª série foi excluir o menino - na época com 9 anos de idade - do convívio com a turma. "A fisionomia dele assustava as crianças. Resolvi explicar que o Gabriel sofreu má-formação ainda na barriga da mãe. Falamos sobre isso numa roda de conversa com todos (leia no quadro abaixo outros encaminhamentos para o problema). Eles ficaram curiosos e fizeram perguntas ao colega sobre o cotidiano dele. Depois de tudo esclarecido, os pequenos deixaram de sentir medo", conta. Hoje, com 13 anos, Gabriel continua na escola e estuda na turma da professora Maria do Carmo Fernandes da Silva. "A exclusão é uma forma de bullying e deve ser combatida com o trabalho de toda a equipe", afirma. De fato, um bom trabalho para reverter situações de violência passa pela abordagem clara e direta do que é a deficiência. De acordo com a psicóloga Sônia Casarin, diretora do S.O.S. Down - Serviço de Orientação sobre Síndrome de Down, em São Paulo, é normal os alunos reagirem negativamente diante de uma situação desconhecida. Cabe ao professor estabelecer limites para essas reações e buscar erradicá-las não pela imposição, mas por meio da conscientização e do esclarecimento. Não se trata de estabelecer vítimas e culpados quando o assunto é o bullying. Isso só reforça uma situação polarizada e não ajuda em nada a resolução dos conflitos. Melhor do que apenas culpar um aluno e vitimizar o outro é desatar os nós da tensão por meio do diálogo. Esse, aliás, deve extrapolar os limites da sala de aula, pois a violência moral nem sempre fica restrita a ela. O Anexo Eustáquio Júnio Matosinhos, ligado à EM Newton Amaral Franco, em Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte, encontrou no diálogo coletivo a solução para uma situação provocada por pais de alunos. Este ano, a escola recebeu uma criança de 4 anos com deficiência intelectual e os pais dos coleguinhas de turma foram até a Secretaria de Educação pedir que o menino fosse transferido. A vice-diretora, Leila Dóris Pires, conta que a solução foi fazer uma reunião com todos eles. "Convidamos o diretor de inclusão da secretaria e um ativista social cadeirante para discutir a questão com esses pais. Muitos nem sabiam o que era esse conceito. A atitude deles foi motivada por total falta de informação e, depois da reunião, a postura mudou."

Seis soluções práticas

- Conversar sobre a deficiência do aluno com todos na presença dele.
- Adaptar a rotina para facilitar a aprendizagem sempre que necessário.
- Chamar os pais e a comunidade para falar de bullying e inclusão.
- Exibir filmes e adotar livros em que personagens com deficiência vivenciam contextos positivos.
- Focar as habilidades e capacidades de aprendizagem do estudante para integrá-lo à turma.
- Elaborar com a escola um projeto de ação e prevenção contra o bullying.

Antecipar o que vai ser estudado dá mais segurança ao aluno

"Passei a adiantar para o José, em cada aula, o conteúdo que seria ensinado na seguinte. Assim, ele descobria antes o que iria aprender." Maria Aparecida de Sousa Silva Sá, professora do CAIC EMEIEF Antônio Tabosa Rodrigues, em Cajazeiras, PB. Foto: Leonardo Silva
No CAIC EMEIEF Antônio Tabosa Rodrigues, em Cajazeiras, a 460 quilômetros de João Pessoa, a solução para vencer o bullying foi investir, sobretudo, na aprendizagem. Ao receber José, um garoto de 12 anos com necessidades educacionais especiais, a professora Maria Aparecida de Sousa Silva Sá passou a conviver com a hostilidade crescente da turma de 6ª série contra ele. "Chamavam o José de doido, o empurravam e o machucavam. Como ele era apegado à rotina, mentiam para ele, dizendo que a aula acabaria mais cedo. Isso o desestabilizava e o fazia chorar", lembra. Percebendo que era importante para o garoto saber como o dia seria encaminhado, a professora Maria Aparecida resolveu mudar: "Passei a adiantar para o José, em cada aula, o conteúdo que seria ensinado na seguinte. Assim, ele descobria antes o que iria aprender". Nas aulas seguintes, o aluno, que sempre foi quieto, começou a participar ativamente. Ao notar que ele era capaz de aprender, a turma passou a respeitá-lo. "Fiquei emocionada quando os garotos que o excluíam começaram a chamá-lo para fazer trabalhos em grupo", conta. Depois da intervenção, as agressões cessaram. "O caminho é focar as habilidades e a capacidade de aprender. Quando o aluno participa das aulas e das atividades, exercitando seu papel de aprendiz e contribuindo com o grupo, naturalmente ele é valorizado pela turma. E o bullying, quando não cessa, se reduz drasticamente", analisa Silvana Drago, responsável pela Diretoria de Orientação Técnica - Educação Especial, da Secretaria Municipal de Educação de São Paulo. Samara Oliboni, psicóloga e autora de tese de mestrado sobre bullying, diz que é preciso pensar a questão de forma integrada. "O professor deve analisar o meio em que a criança vive, refletir se o projeto pedagógico da escola é inclusivo e repensar até seu próprio comportamento para checar se ele não reforça o preconceito e, consequentemente, o bullying. Se ele olha a criança pelo viés da incapacidade, como pode querer que os alunos ajam de outra forma?", reflete. A violência começa em tirar do aluno com deficiência o direito de ser um participante do processo de aprendizagem. É tarefa dos educadores oferecer um ambiente propício para que todos, especialmente para os que têm deficiência, se desenvolvam. Com respeito e harmonia.
** Os nomes dos alunos foram trocados para preservar a identidade.

A violência moral e física contra estudantes com ou sem necessidades especiais é uma realidade velada.
O Bullying é puro preconceito com as diferenças...
O que devemos fazer para reverter essa situação?

Fonte: Revista Nova Escola / Edição 228 /Dezembro de 2009 / Título original: Chega de Omissão

Mais registros da Homenagem do Dia das Mães...

Você acha que para a Mãe de uma criança "especial", uma criança "diferente", com deficiência... é um momento de VITÓRIA?
Assistir seu filho se apresentando junto aos outros, homenageando-a?
Seja do jeitinho que conseguir?










Para a mãe de uma criança com Necessidades Especiais o simples fato de ela estar ali, junto aos outros coleguinhas, sendo aceita por todos, sendo incentivada a se desenvolver da melhor forma que puder já é uma VITÓRIA !!! Só ELAS sabem o quanto já CAMINHARAM...


Como diz a música:

A Estrada

Cidade Negra

Composição : Toni Garrido / Lazão / Da Gama / Bino

Você não sabe
O quanto eu caminhei
Pra chegar até aqui
Percorri milhas e milhas
Antes de dormir
Eu nem cochilei
Os mais belos montes
Escalei
Nas noites escuras
De frio chorei, ei , ei
Ei! Ei! Ei! Ei! Ei!

A vida ensina
E o tempo traz o tom
Pra nascer uma canção
Com a fé do dia a dia
Encontro a solução
Encontro a solução...
Quando bate a saudade
Eu vou pro mar
Fecho os meus olhos
E sinto você chegar
Você, chegar...

Quero acordar de manhã
Do teu lado
E aturar qualquer babado
Vou ficar apaixonado
No teu seio aconchegado
Ver você dormindo
E sorrindo
É tudo que eu quero pra mim
Tudo que eu quero pra mim...
Quero!

Quero acordar de manhã
Do teu lado
E aturar qualquer babado
Vou ficar apaixonado
No teu seio aconchegado
Ver você dormindo
É tão lindo
É tudo que eu quero pra mim
Tudo que eu quero pra mim...

Você não sabe
O quanto eu caminhei
Pra chegar até aqui
Percorri milhas e milhas
Antes de dormir
Eu nem cochilei
Os mais belos montes
Escalei
Nas noites escuras
De frio chorei, ei , ei
Ei! Ei! Ei! Ei! Ei!...

Meu caminho só meu pai
Pode mudar
Meu caminho só meu pai
Meu caminho só meu pai...

                                      Beijos á todas as Mãezinhas que já trilharam uma estrada cheia de pedras, perseveraram e conseguiram colher os belos frutos da DEDICAÇÃO !  Profª Andréa