PROJETO EM ANDAMENTO 2016

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segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Sugestão de Literatura para se trabalhar a DIVERSIDADE em sala:



O livro foi inspirado na história vivenciada pela autora e por outras pessoas que com ela conviviam durante a infância. É comum crianças negras se sentirem feias, não gostarem e não se aceitarem por causa dos seus cabelos, para muitos essa afirmação pode parecer meio “démodé”, mas é a mais pura realidade, pois a sociedade possui um padrão de beleza que exclui os negros.

História – “Cabelo Ruim?” conta a história de três meninas que ao se depararem com o preconceito contra o cabelo crespo em sala de aula assumem uma postura positiva em relação ao assunto e conseguem dar a volta por cima de uma forma divertida. “É uma maneira de mostrar à criança que seu cabelo é bonito sim e deve ser aceito como é. A pergunta que precisa ser feita é: ‘quem disse que o cabelo crespo precisa ser alisado para ser bonito?’”.

A questão do preconceito racial é muito difícil de ser tratada, especialmente nas salas de aula. O livro tem o intuito de apoiar o trabalho de professores na orientação para a aceitação das diferentes etnias.

“Estou me sentindo muito feliz por estar aqui concretizando este trabalho, mas principalmente por perceber que as escolas têm demonstrado muito interesse no livro. Infelizmente o tema ainda está inserido na nossa realidade, e espero que o meu trabalho colabore com a aceitação de muitas pessoas e principalmente na construção de uma sociedade mais igualitária”, disse a autora.

Fonte : http://www.amigosdolivro.com.br/lermais_materias.php?cd_materias=5401



 

A DIVERSIDADE NA ESCOLA

Ao tratar da diversidade humana na escola podemos ter como parâmetro a necessidade de reconhecimento que caracteriza os seres humanos.
Para interpretarmos quem somos como coletividade, ou quem sou como indivíduo, dependemos do reconhecimento que nos é dado pelos outros. “Ninguém pode edificar a sua própria identidade independentemente das identificações que os outros fazem dele”, nos ensina Habermas (1983: 22).
O reconhecimento pelos outros é uma necessidade humana, já que o ser humano é um ser que só existe através da vida social.
Como também nos ensina Charles Taylor (1994: 58), “um indivíduo ou um grupo de pessoas podem sofrer um verdadeiro dano, uma autêntica deformação se a gente ou a sociedade que os rodeiam lhes mostram como reflexo, uma imagem limitada, degradante, depreciada sobre ele.”
Um falso reconhecimento é uma forma de opressão. A imagem que construímos muitas vezes sobre os portadores de deficiências e grupos subalternos, pobres, negros, prostitutas, homossexuais, é deprimente e humilhante para estes e causa-lhes sofrimento e humilhação, ainda mais por que tais representações depreciativas são construídas quase sempre para a legitimação da exclusão social e política dos grupos discriminados.
Para que haja respeito à diversidade na escola é necessário que todos sejam reconhecidos como iguais em dignidade e em direito. Mas para não nos restringirmos a uma concepção liberal de reconhecimento, devemos também questionar os mecanismos sociais, como a propriedade, e os mecanismos políticos, como a concentração do poder, que hierarquizam os indivíduos diferentes em superiores e dominantes, e em inferiores e subalternos.
Em outras palavras, ao considerarmos que os seres humanos dependem do reconhecimento que lhes é dado, estamos reconhecendo que a identidade do ser humano não é inata ou pré-determinada, e isso nos torna mais críticos e reflexivos sobre a maneira como estamos contribuindo para a formação das identidades dos nossos alunos.
Como ainda nos ensina Taylor (1994: 58), “a projeção sobre o outro de uma imagem inferior ou humilhante pode deformar e oprimir até o ponto em que essa imagem seja internalizada”. E não “dar um reconhecimento igualitário a alguém pode ser uma forma de opressão”.
Porém, quando afirmamos que “todos os seres humanos são igualmente dignos de respeito” (Taylor, 1994: 65), isso não pode significar que devemos deixar de considerar as inúmeras formas de diferenciação que existem entre os indivíduos e grupos.



Nosso papel educacional, enquanto agentes transformadores da realidade, talvez seja o de  fornecer o apoio e os recursos necessários para que não haja assimetria, desigualdade nas oportunidades e no acesso aos recursos. Como cita Taylor (1994: 64): “Para aqueles que têm desvantagens ou mais necessidades é necessário que sejam destinados maiores recursos ou direitos do que para os demais”.






domingo, 14 de agosto de 2011

Curso de Formação Continuada em Tecnologias da Informação e Comunicação Acessíveis - UFRGS.

Dia 15.08 estarei iniciando o curso á distância pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (MINHA TERRINHA TCHÊ ).

" Das inúmeras possibilidades de recursos e de formas de apoio que se apresentam no cenário educativo contemporâneo, as tecnologias digitais têm revelado, em âmbito nacional e internacional, o grande potencial do campo de saber da Informática na Educação Especial na concretização de planos de ação para o Atendimento Educacional Especializado – AEE. Entrelaçando tecnologias digitais de informação e comunicação com um qualificado plano de atendimento especializado, um ajuste às especificidades e à variedade de histórias de vida de sujeitos em processo educativo tem sido desencadeado, permitindo que heterogeneidade e a diferença seja lida com vantagem e não como prejuízo.O saber e a materialidade das tecnologias digitais de informação e comunicação têm possibilitado a construção de interfaces para promover e impulsionar o desenvolvimento sociocognitivo desses sujeitos. No entanto, recursos computacionais, por si só, não desempenham as funções esperadas se não forem mediadas por professores capacitados.
        O curso de Formação de Professores em Tecnologias de Informação e Comunicação Acessíveis terá a duração de 180 horas, estruturado em seis módulos ".


OBJETIVOS DO CURSO
  • Aperfeiçoar e formar em serviço, na modalidade a distância, via Internet, professores de escolas públicas inclusivas, com efetiva docência na Educação Básica, na apropriação e aplicação pedagógica das Tecnologias da Informação e da Comunicação no âmbito da Educação Especial;
  • Desenvolver competências para orientar, produzir, apoiar a utilização dos recursos tecnológicos na construção ações  pedagógicas em sintonia com a equipe de Atendimento Educacional Especializado (AEE), nas unidades educativas e nos municípios participantes;
  • Utilizar, no contexto educativo, tecnologias de informação, recursos (hardware e software) de acessibilidade e objetos de aprendizagem, com criticidade e autonomia, para projetar a escola como tempo-espaço integrador de instrumentos de inserção sociodigital;
  • Experienciar, projetar e desenvolver ações pedagógicas significativas mediadas pelas tecnologias digitais de informação e de comunicação e de recursos (hardware e software) de acessibilidade alicerçadas na premissa da inclusão social e digital de sujeitos com necessidades educativas especiais no cenário sócio-cultural contemporâneo;
  • Forjar uma ação integrada - docente e equipe de Atendimento Educacional Especializado (AEE) - visando a construção de estratégias educativas para responder as diferentes demandas geradas pela inserção da diferença nas instituições educativas que compõem o Ensino Regular.

Aproveitarei a oportunidade para adquirir novos conhecimentos e aplicá-los em minha prática!

domingo, 7 de agosto de 2011

Semana Nacional da Pessoa com Deficiência Intelectual e Múltipla

De 19 a 28 de agosto, estará sendo realizada a programação da Semana Nacional da Pessoa com Deficiência Intelectual e Múltipla em nosso município de Itajaí.

 

Confira vídeo da Federação Nacional das APAES sobre o Tema de 2011 - http://www.youtube.com/embed/Ts0s9CiGUqU 

 

Todos os profissionais responsáveis pelo AEE das Salas Multifuncionais participarão do evento organizado pela Secretaria Municipal de Educação e Cemespi

Vamos todos prestigiar!

 

domingo, 10 de julho de 2011

Tecnologia Assistiva na Sala Multiespecial

“ Cabe ao professor da Sala de Recursos Multifuncional,produzir materiais tais como textos transcritos, materiais didático-pedagógicos adequados,
textos ampliados, gravados, como, também, poderá indicar a utilização de
softwares e outros recursos tecnológicos disponíveis.
Ensinar e usar recursos de Tecnologia Assistiva, tais como: as tecnologias da informação e comunicação, a comunicação alternativa e aumentativa, a informática acessível, o soroban, os recursos ópticos e não ópticos, os softwares específicos, os códigos e linguagens, as atividades de orientação e mobilidade (MEC/SEESP, 2009)”.


Alguns jogos e atividades exploradas no AEE :



















 

Fonte: A Educação Especial na Perspectiva da Inclusão Escolar - A Escola Comum Inclusiva

                                                              MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
                                               SECRETARIA DE EDUCAÇÃO ESPECIAL
                                                  UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ

Recursos produzidos e ou adaptados para o Atendimento educacional Especializado na SALA MULTIESPECIAL


" Os planos de AEE resultam das escolhas do professor quanto aos recursos, equipamentos,
apoios mais adequados para que possam eliminar as barreiras que impedem o aluno
de ter acesso ao que lhe é ensinado na sua turma da escola comum, garantindo-lhe a participação
no processo escolar e na vida social em geral, segundo suas capacidades."
                                                               
Algumas criações, materiais confeccionados para melhor atender os educandos em suas necessidades especiais:




















Fonte: A Educação Especial na Perspectiva da
Inclusão Escolar : a escola comum inclusiva /
Edilene Aparecida Ropoli ... [et.al.]. - Brasília :
Ministério da Educação, Secretaria de Educação
Especial ; [Fortaleza] : Universidade Federal do
Ceará, 2010.