PROJETO EM ANDAMENTO 2016

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quarta-feira, 31 de agosto de 2011

As respostas para 20 dúvidas sobre inclusão

Legislação e prática pedagógica
Existem parâmetros curriculares nacionais para se promover a inclusão nas escolas?
Não existe um currículo específico para a inclusão de alunos com deficiência porque cada criança é única em suas possibilidades de aprendizagem. Porém, há documentos que ajudam a orientar o planejamento dos professores.
A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (9394/1996) diz que a escola deve assegurar aos alunos com necessidades educacionais especiais currículos, métodos, recursos educativos e organização específica para atender às suas necessidades, bem como o documento de terminalidade específica (um certificado de conclusão de escolaridade fundamentado em avaliação pedagógica – com histórico escolar que apresente, de forma descritiva, as habilidades e competências atingidas pelos alunos com grave deficiência mental ou múltipla) para aqueles que não puderem atingir o nível mínimo exigido para a conclusão do Ensino Fundamental, em virtude da situação de desvantagem.
A legislação ainda obriga que as escolas tenham professores em ensino regular aptos a auxiliar no processo de integração desses alunos nas classes comuns, ou seja, capazes de elaborar e aplicar atividades que levem em conta as necessidades específicas deles.
A avaliação pedagógica da criança com deficiência deve possibilitar aos professores identificar as dificuldades e potencialidades dela, para que sejam feitas as adequações que garantam a participação nas atividades desenvolvidas em sala de aula, fazendo o uso adequado dos equipamentos, materiais e ambientes disponíveis na escola.

Que documentos a escola deve receber dos pais para matricular um aluno com deficiência?
Nenhum. A exigência de laudos para a realização da matrícula é proibida por lei. O aluno deve ser matriculado e, posteriormente, avaliado por uma equipe multidisciplinar (composta por médicos da Secretaria de Educação e assistentes sociais), que faz um estudo de caso da criança. A partir daí é produzido um referencial de avaliação (documento elaborado a partir das condições individuais dos alunos, no qual estão listadas as adequações feitas pelos sistemas de ensino, que auxiliaram em sua aprendizagem e em seu desenvolvimento) que permite ao professor conhecer melhor essa criança e fazer a inclusão da maneira mais adequada. Os relatórios anteriores, feitos pelos profissionais das outras escolas em que o aluno estudou, também podem ser consultados.
À parte disso, é importante que os pais dos alunos com deficiências visual, física, auditiva ou com transtornos globais do desenvolvimento forneçam para a escola um laudo médico sobre a condição de seus filhos. Esse material também pode ajudar a entender algumas dificuldades das crianças, mas não pode ser um pressuposto para a inclusão.
Alunos com deficiência intelectual cumprem a mesma carga horária que os colegas na escola regular?
Sim. As crianças com deficiência intelectual cumprem a mesma carga horária dos outros alunos.
É importante deixar claro que a deficiência não vai determinar os limites de aprendizado delas. Em casos em que exista a necessidade de adaptações, a grade horária dele pode ser flexibilizada. Em vez de assistir a todas as aulas previstas no programa, ele realiza atividades mais adequadas para suas condições - na sala de artes, de leitura, de trabalho corporal - sempre permanecendo o mesmo tempo que os outros alunos na escola. A definição dessas atividades depende da resposta da própria criança e do apoio que ela precisa. O ideal é que mesmo nos casos em que a grade precisa ser adaptada, ela cumpra a carga horária convencional.
As escolas ainda devem oferecer o Atendimento Educacional Especializado (AEE) para os alunos com deficiência. O AEE tem como função identificar, elaborar e organizar recursos pedagógicos e de acessibilidade que permitam a plena participação dessas crianças, considerando suas necessidades específicas. Esse atendimento complementa ou suplementa a formação dos alunos e é realizado, prioritariamente, na sala de recursos da própria escola ou em outra escola de ensino regular, no turno inverso da escolarização, podendo ser feito, também, em algum centro de atendimento educacional especializado público ou privado sem fins lucrativos, conveniado com as secretarias de Educação.

A escola deve redigir documentos específicos de diagnóstico e avaliação de alunos com deficiência?
Todos os alunos são tratados de forma igualitária, independentemente de ter ou não deficiência. Por isso, a escola deve manter os documentos de diagnóstico e de avaliação adequados à escolarização de todas as crianças. No caso dos estudantes que frequentam as salas de recursos no contraturno, o professor especializado da área da deficiência em questão deve manter atualizados os três anexos constantes da Resolução SE Nº 11/2008: roteiro descritivo inicial, ficha de acompanhamento diário do aluno e ficha de acompanhamento bimestral e individual do aluno.
As escolas são obrigadas a manter um tradutor de libras nas salas de aula para os alunos com deficiência auditiva? O que fazer se a escola não tiver esse profissional?
O Decreto Federal nº 5626, de 22 de dezembro de 2005, estabelece que alunos com deficiência auditiva tenham o direito a uma educação bilíngue nas classes regulares. Isso significa que eles precisam aprender a Língua Brasileira de Sinais (Libras) como primeira língua e a Língua Portuguesa em sua modalidade escrita como segunda língua. Por isso, a Língua Brasileira de Sinais deve ser adquirida pelas crianças surdas o mais cedo possível - o que, em geral, acontece na escola - preferencialmente na interlocução com outros surdos ou com usuários de Libras.
Entre 2006 e 2009, o Ministério da Educação (MEC) certificou pouco mais de 5 mil intérpretes pelo Prolibras - o Programa Nacional para Certificação de Proficiência no Uso e Ensino da Língua Brasileira de Sinais - e, embora mais de 7,6 mil cursos superiores de Pedagogia, Fonoaudiologia e Letras ofereçam a disciplina de Libras, ter o número de intérpretes necessário para atender a demanda das escolas ainda é uma realidade distante.
Para se ter ideia, na rede municipal de São Paulo há apenas 19 intérpretes cadastrados, para atender mais de 300 alunos. Estima-se que no Brasil todo exista apenas 230 intérpretes capacitados em salas de aula.
Como medida paliativa, é importante que as escolas ofereçam aos surdos recursos visuais que os ajudem em seu desenvolvimento. As disciplinas precisam ser contextualizadas para que eles não fiquem de fora das atividades. A escola deve oferecer também um apoio no contraturno, sempre com material pedagógico ilustrado e com a maior quantidade possível de referências que possam ajudar: caderno de vocabulários, dicionários, manuais em libras etc.

Como avaliar as aprendizagens dos alunos com deficiência?
As atividades desenvolvidas pelos estudantes com deficiência intelectual em sala de aula podem ser adaptadas, desde que o currículo tenha sido adequado, conforme orientam os Parâmetros Curriculares Nacionais.
A avaliação deve ser feita de acordo com as potencialidades e os conhecimentos adquiridos pelo aluno. Mais do que conhecer suas competências, é necessário que o professor saiba como ele deve ser avaliado em todas as áreas, assim como acontece com as outras crianças.
Dessa forma, é possível descobrir quais são suas habilidades e dificuldades e definir se os instrumentos que usados estão de acordo com as respostas que o aluno pode dar.
Não esqueça de considerar as aquisições do aluno e o quanto ele conseguiu avançar nas disciplinas: verifique como ele lida com cálculos, desenho e escrita, por exemplo. A produção escolar, cadernos e exercícios também devem ser levados em conta.



 

Revista Nova Escola / Abril 2011

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Palestra e curso sobre Autismo

A Pós-graduação UNIASSELVI promove, em setembro, palestra e curso sobre o Autismo para educadores, pais e especialistas que trabalham e convivem com pessoas que possuem transtornos invasivos do desenvolvimento. As atividades serão proferidas pelo chileno e especialista na área, Dr. Miguel Higuera Cancino, no dia 20 (palestra) e 28 e 29 (curso), às 19h no Teatro Michelangelo – UNIASSELVI/FAMEBLU – em Blumenau.
Enquanto a palestra “Os mistérios do Autismo – Mitos e Verdades” apresentará uma perspectiva geral acerca das causas características e tratamento do autismo infantil, o curso “Atravessando as barreiras do Autismo – Estratégias e Soluções Práticas” aprofundará os princípios fundamentais de uma abordagem clínica para promover o desenvolvimento social, comunicativo, emocional e cognitivo de crianças com autismo ou outros transtornos do desenvolvimento.

O ministrante chileno, Dr. Miguel Higuera Cancino é fonoaudiólogo, mestre em Educação Superior e especialista com 27 anos de experiência em Autismo, Asperger, Síndrome de Down, SDHA. Dr. Miguel, também, é autor do livro Mi Hijo no Habla (Meu Filho não Fala) que escreveu a partir de sua experiência profissional e pai de um menino autista.

A palestra, que ocorre no dia 20 de setembro, tem 4 h/a e valor de inscrição de R$ 40,00, com emissão de certificado de participação. O curso acontece em dois encontros, 28 e 29 de setembro, tem 8 horas/aula e custa ao participante R$ 80,00.

Para mais informações e inscrições acesse
www.grupouniasselvi.com.br ou entre em contato através do telefone 0800 729 9009.

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Momento: Hora do Conto - Fechamento da I Semana da Pessoa com Deficiência na escola



 Através da Literatura Infantil realização de uma conscientização referente à INCLUSÃO para as turmas de 1º ao 4º ano.





Palestra "Deficiências- Importância do trabalho cooperativo para vencer as barreiras “-aos alunos do 5º ano.

Abordados conceitos de Deficiência, tipos, histórias de pessoas com deficiência que superaram a sua limitação, importância da ACEITAÇÂO, da INCLUSÃO NA ESCOLA para avanços no desenvolvimento dessas pessoas, reflexão sobre o trabalho em equipe em sala de aula,...










Murais espalhados pela escola com os temas trabalhados na palestra.

Dando continuidade à nossas atividades da semana...

Conhecendo e interagindo na Sala Multifuncional











Alunos sorteados a participarem do AEE:

Marcos - 4º ano, Débora - 3º ano, João Vítor- 2º ano, Gabriel e Rayssa- 1º ano A, Kauana e Eduarda - 1º ano B.

Parabéns Crianças!!! Foi muito prazeroso contar com as suas presenças!!!

terça-feira, 23 de agosto de 2011

I Semana da pessoa com deficiência em nossa escola...






PROGRAMAÇÃO DA I SEMANA ESCOLAR DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA NA ESCOLA BÁSICA PREFEITO ALBERTO WERNER.

18/08 (quinta-feira)

Participação da Professora do AEE – Sala de Recursos Multifuncionais: Andréa Regina Marques Padilha e professora regente do 4º ano do ensino fundamental: Rosanea Ferreira na ABERTURA da VIII Semana Municipal da Pessoa com Deficiência promovida pela Secretaria de Educação e CEMESPI, representando a Unidade Escolar - Palestra Motivação para Educação Especial


19/08 (Sexta-feira)

Participação da Professora do AEE – Sala de Recursos Multifuncionais: Andréa Regina Marques Padilha e profª efetiva, regente do 4º ano do ensino fundamental: Rosanea Ferreira representando a Unidade Escolar.

Palestra “Prevenção e Intervenção às deficiências” com o prof. Dr. João Pina Neto, programação período integral também da VIII Semana Municipal da Pessoa com Deficiência promovida pela Secretaria de Educação e CEMESPI.

22/08 (segunda-feira)

Abertura na escola: Hino Nacional
Mensagem de sensibilização à temática “ Dois Cavalos”
Apresentação da programação aos alunos e professores - Local: Pátio da escola.

Música: Diversidade – Lenine

Período Noturno: Participação das professoras do AEE e 4º ano na última Palestra da Programação do CEMESPI.



23/08 (terça- feira)

Reunião com a professora da sala multifuncional: Andréa Regina Marques Padilha
Nos períodos: Matutino e Vespertino.
Público-alvo: Professores do 1º ano a 8ª série.

Tema: AVALIAÇÃO- Como fazer?
Avaliação dos ANEEs, trabalho com atividades adaptadas, maneiras de trabalhar com portfólios e ou registros diferenciados nos cadernos dos alunos. Sugestões e trocas de experiências.


23/08 (terça-feira)

Vídeos  referentes a temática: 
- A cidade das crianças                          
-Mary e Max: Uma amizade diferente.
- Ray Man

Alunos envolvidos - do 1º ano a 8ª série.


24/08 (quarta-feira)

Participação dos educandos atendidos no AEE no Passeio ao Clube de Campo Itamirim, junto à programação do CEMESPI.

Acompanharão : Professora Andrea da Sala Multifuncional, diretora Vera Lúcia e especialista.


24/08 (quarta-feira)

Conhecendo a Sala de Recursos Multifuncional.

Com objetivo de divulgar o trabalho realizado pelo AEE e aproximar todos os educandos do uso de Recursos Tecnológicos e Tecnologia Assistiva, a prof. realizará através de um sorteio nas turmas de 1º ao 4º ano, atendimento em conjunto com o educando sorteado, promovendo jogos e uso do computador.

Responsável: Prof. Andréa Regina Marques Padilha


25/08 (quinta-feira)

Palestra sobre “ Deficiências – Importância do trabalho cooperativo para vencer as barreiras “-seguida de uma dinâmica de grupo na turma do 5º ano - Responsável: Prof. Andréa Marques Padilha



25/08 (quinta-feira)

Hora do Conto – Uso de Literatura Infantil envolvendo a DIVERSIDADE, com atividade lúdica na sequência - Prof. Andréa e Especialista
Alunos envolvidos: 1º ao 4º ano

Palestra de uma pessoa com Deficiência na cadeira de rodas – Atleta na Modalidade BOCHA
Agendada pela Monitora Ivonete Ferreti
Alunos envolvidos: 1º ao 4º ano