PROJETO EM ANDAMENTO 2016

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quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Professor precisa se apropriar das Tecnologias... Que dirá o professor do AEE . Confiram a reportagem !


Quanto mais o professor toma contato e incorpora as novas tecnologias no seu dia-a-dia, melhor será seu desempenho no papel de orientador e facilitador da aprendizagem do aluno.



Educadores e sala de informática: por onde começar?
Mílada Tonarelli Gonçalves

Muito se fala da necessidade de incorporar o uso da sala de informática à prática pedagógica. No cotidiano, os alunos pedem para utilizá-la, o professor gostaria de freqüenta-la, mas algumas vezes não se sente seguro. O coordenador pedagógico quer ajudar, mas nem sempre sabe como. O que fazer? Por onde começar?
 

Tudo fica mais fácil quando se conhece a relação dos educadores com a informática, seus hábitos de uso e necessidades. Com um diagnóstico inicial em mãos, é possível planejar e propor exercícios para os educadores com grandes chances de sucesso, auxiliando-os nas atividades com seus alunos no laboratório.

diagnóstico inicial pode ser feito a partir de um formulário que os educadores preenchem e devolvem ao responsável pela sala de informática e/ou coordenador pedagógico para que os dados sejam tabulados.

Esse formulário é uma sugestão e pode ser adaptado conforme as necessidades de cada escola e grupo. Ele contribui para a coleta de dados dando uma idéia geral das habilidades, necessidades e hábitos do professor quanto ao uso da Internet em sua vida pessoal e na escola. Além da Internet, o uso de aplicativos também pode ser levantado, já que são importantes ferramentas no trabalho com o computador.

Recomenda-se que a maioria das questões seja de múltipla escolha, para facilitar o tratamento dos dados. Perguntas abertas também são interessantes para que o educador possa expressar os motivos pelos quais não utiliza o laboratório com seus alunos.

As respostas contabilizadas oferecem um panorama da relação dos educadores com a informática e com o uso da sala, além de apontar as necessidades específicas de cada um.

Com esse material em mãos, fica mais fácil saber por onde começar. Exemplos:


  •  se os educadores ainda não navegam na Internet
    seria interessante reuni-los no laboratório para que conheçam os sites de busca, realizem pesquisas e aprendam a navegar;
  •  se a maioria dos professores não tem e-mailuma alternativa é a organização de encontros em que eles criariam um endereço eletrônico com o auxílio de outro professor ou monitor


  •  :: Todos os professores com e-mail!
    Foi o que fez a professora Paloma Godoi, responsável pela sala de informática da Escola Municipal de Ensino Fundamental Pracinhas da FEB, na cidade de São Paulo. Com a aplicação do formulário, Paloma detectou que os educadores ainda não possuíam um e-mail. Ela organizou seu horário e ajudou-os a criarem um endereço eletrônico e se cadastrarem no EducaRede.

    Paloma diz que depois desta atividade a freqüência dos educadores na sala de informática aumentou. “Muitos professores que não utilizavam o laboratório começaram a freqüentá-lo regularmente para fazer a checagem de seus e-mails. Alguns achavam que criar um endereço eletrônico era uma coisa muito difícil e, antes de abrirem os seus, até relutavam em trazer os alunos para que eles também o fizessem”.
    A professora Paloma conta ainda que, além da checagem, os educadores passaram a navegar na Internet. Ela percebeu que eles começaram a levar indicações de sites para seus alunos por conta própria, sem o auxílio dela, como ocorria anteriormente.

    “Alguns educadores são bem assíduos na checagem de e-mails e outros o fazem em suas casas Eu mesma recebo várias mensagens deles e de outros orgulhosos de poderem falar aos filhos, que agora também têm endereço eletrônico. Outro fato interessante é que muitos funcionários da escola (agentes escolares, merendeira, inspetor de alunos) também criaram um endereço eletrônico e têm o costume de utilizá-lo.”


    http://www.educared.org/educa/index.cfm?pg=internet_e_cia.informatica_principal&id_inf_escola=69


    Alunos e professores devem se apropriar das Tecnologias da Informação e Comunicação no âmbito escolar e você, professor da Sala de Recursos Multifuncionais fazer uso das Tecnologias Assistivas, tornando as ferramentas digitais acessíveis ao seu aluno com Necessidades Educativas Especiais... Fica a dica!
    Andréa Padilha


    O educando Arthur realizando pesquisa em Site de Busca


    Gravando o texto que produziu na Sala Multiespecial


                                  Criando um livro digital no Power Point

    segunda-feira, 13 de agosto de 2012


    Quanto a minha história na Sala Multifuncional ?







    Eu Apenas Queria Que Você Soubesse

    Eu apenas queria que você soubesse
    Que aquela alegria ainda está comigo
    E que a minha ternura não ficou na estrada
    Não ficou no tempo presa na poeira
    Eu apenas queria que você soubesse
    Que esta menina hoje é uma mulher
    E que esta mulher é uma menina
    Que colheu seu fruto flor do seu carinho
    Eu apenas queria dizer a todo mundo que me gosta
    Que hoje eu me gosto muito mais
    Porque me entendo muito mais também
    E que a atitude de recomeçar é todo dia toda hora
    É se respeitar na sua força e fé
    E se olhar bem fundo até o dedão do pé
    Eu apenas queira que você soubesse
    Que essa criança brinca nesta roda
    E não teme o corte de novas feridas
    Pois tem a saúde que aprendeu com a vida



    " ...E que a atitude de recomeçar é todo dia toda hora
    É se respeitar na sua força e fé "


    Se for para RECOMEÇAR, vamos lá...


    sábado, 11 de agosto de 2012

    Confiram: Formação Continuada promovida pela FEAPI / CEMESPI


    Olá Amigos! Estarei ministrando um dos Workshops nessa Formação Continuada promovida pela FEAPI a professores da Rede Municipal de Ensino de Itajaí !

    Confiram abaixo a programação do evento...

    PROGRAMA DE CURSO

                                                                             

    CURSO: FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFISSIONAIS EM EDUCAÇÃO INCLUSIVA
    C.H: 40 h/a  


    CIT: 018/12 EGC

    Área: Gestão Pública

    Cursos e Programas: Formação Continuada
    Tipo: Capacitação

    Objetivo: Desenvolver habilidades, nos profissionais da Rede Municipal de Itajaí (SC), para acolher, orientar, produzir e utilizar recursos tecnológicos, na construção de ações pedagógicas para escolas públicas inclusivas.

    Vagas ofertadas por turma
    Mínimo
    15
    Máximo
    30

    Requisito de acesso: Servidor público municipal da Rede Municipal de Ensino.


    Turma 1: Escola Básica João Duarte
    Turma 2: Escola Básica Gaspar da Costa Moraes
    Turma 3: Escola Básica Judith Duarte de Oliveira
    Turma 4: Escola Básica Aníbal Cesar
    Turma 5: Escola Básica Tereza Bezerra de Athayde
    Turma 6: Centro Educacional Pedro Rizzi
    Turma 7: Centro Educacional de Cordeiros
    Turma 8: Escola Básica Francisco Celso Mafra
    Turma 9: CEMESPI
    Turma 10: Escola Básica Avelino Werner

    Período de Realização: 01/08 a 11/10/2012
    Turno: Noturno
    Cronograma: 4ª feira – 01/08 – Palestra de abertura
                            5ª feiras – 02, 09,16, 23, 30/08; 06, 13, 20, 28/09 e 04, 11/10.


    Critérios de Aprovação:
    - Frequência: 75% de frequência do total da carga horária de cada disciplina;
    - Avaliação Mínima: 70% de desempenho;
    - Elaboração de Estudos de Caso.

    Certificado: Formação Continuada de Profissionais em Educação Inclusiva


    Metodologia:
    - Realização de duas palestras para todos os participantes, no início e término do curso, com duração de três horas cada palestra, totalizando seis horas no total;
    - Oferta de cinco workshops com temas específicos para 30 participantes, no sistema de rodízio, com duração total de 30 horas.
    -Elaboração de estudos de caso, na modalidade à distância, com duração de quatro horas/aula.

    Ministrantes:
    Profa. Esp. Elizete Maria Wolff da Costa
    Profa. Msc. Maria Rosa Rocha dos Santos Schutz
    Profa. Esp. Eliane Caetano Venturella
    Prof. Esp. Marco Ávila
    Prof. Msc. Marcelo Neiva
    Prof. Esp. Andrea Regina Marques Padilha
    Prof. Edimar Leite


    EMENTA


    PALESTRA DE ABERTURA
    TEMA
    APRENDENDO A RECEBER À DIVERSIDADE NA ESCOLA PÚBLICA
    C.H
    3 h/a
    PALESTRANTE
    Marco Ávila
    Acolhimento. Promoção da Autonomia. Pilares da Aprendizagem. Identidade de Grupo. Responsabilização. Diferença. Preconceito. Participação. Educação Emocional do Professor.

    WORKSHOP I
    TEMA
    PRÁTICAS INCLUSIVAS PARA SALA DE AULA
    C.H
    6 h/a
    IMINISTRANTE
    Elizete M. Wolff da Costa
    Papel do Professor. Planejamento. Definição de Estratégias. Propostas de Intervenção.

    WORKSHOP II
    TEMA
     O ESPORTE COMO INSTRUMENTO DE INCLUSÃO
    C.H
    6 h/a
    MINISTRANTE
    Marcelo B. Neiva
    Concepção de Esporte. Sugestões de Jogos Cooperativos. Definição de Competências e Habilidades. Planejamento. Propostas de Oficinas. Participação. Avaliação.

    WORKSHOP III
    TEMA
    MATERIAIS PEDAGÓGICOS ADAPTADOS
    C.H
    6 h/a
    MINISTRANTE
    Eliane Caetano Venturella
    Análise e Construção de materiais pedagógicos adaptados. Jogos pegagógicos para o Ensino Fundamental.

    WORKSHOP IV
    TEMA
     ESTRATÉGIAS DE INCLUSÃO SOCIODIGITAL
    C.H
    6 h/a
    MINISTRANTE
    Andrea Padilha
    Recursos hardware acessível: teclado, mouse, acionadores, monitor, capacete com ponteira, pulseira de pesos, colmeia, entre outros. Recursos de software acessível: leitores de tela; ampliadores de tela e de caracteres; simuladores de teclado e de mouse; sintetizadores de voz, entre outros. Mídias digitais acessíveis: áudio-livro; livro digital; atividades lúdicas e jogos pedagógicos.



    WORKSHOP V
    TEMA
    INSTRUMENTOS EFICAZES DE AVALIAÇÃO NO ENSINO À DIVERSIDADE
    C.H
    6 h/a
    MINISTRANTE
     Maria Rosa Rocha dos Santos Schutz
    Avaliação da Aprendizagem. Habilidades. Instrumentos e Critérios de Avaliação. Modelo de Instrumento para Registro e Acompanhamento da aprendizagem.



    PALASTRA DE  ENCERRAMENTO
    TEMA
    ENSINANDO PARA AUTONOMIA: VIVÊNCIAS E EXPERIÊNCIAS!
    C.H
    3 h/a
    PALESTRANTE
    Edimar Leite
    Exemplos de vivências e relato de experiências bem sucedidas voltadas para a conquista da autonomia de alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação, que podem ser aplicados nas escolas públicas municipais.

    AVALIAÇÃO FINAL
    ELABORAÇÃO DE ESTUDOS DE CASO

    C.H
    4 h/a
    Formação de grupo de trabalho por unidade escolar para refletir, estruturar e desenvolver um  plano de intervenção para a inserção de sujeitos com necessidades especiais no tempo e no espaço da sala de aula.

       Celio Furtado                                                                                  Claudia A. Pacheco

        Diretor EGC                                                                               Coordenadora de Cursos