"O correr da vida embrulha tudo. A vida é assim: esquenta e esfria, aperta e daí afrouxa, sossega e depois desinquieta. O que ela quer da gente é coragem" João Guimarães Rosa
terça-feira, 21 de agosto de 2012
domingo, 19 de agosto de 2012
Inclusão das Tecnologias no projeto Pedagógico
A chave para o sucesso
Incluir a tecnologia no projeto pedagógico é a única forma de garantir que as máquinas se tornem, de fato, ferramentas a serviço da aprendizagem dos conteúdos curriculares, e não um fim em si mesmas
Já é consenso que os computadores são importantes aliados do professor. Para 78% dos pesquisados, o uso das tecnologias na Educação amplia as possibilidades de exploração dos conteúdos escolares. E 63% acreditam que o bom aproveitamento das máquinas se reflete na melhora da aprendizagem dos alunos. Para que isso seja realidade, porém, é preciso um ingrediente essencial: planejamento. A boa notícia é que a maioria dos entrevistados diz incluir as ferramentas tecnológicas no projeto pedagógico da escola (confira os números na tabela abaixo).
O ideal é começar no início do ano, no planejamento geral em que cada disciplina decide os projetos a desenvolver - e elege os recursos tecnológicos que "casam" com os conteúdos. "Ao longo dos meses, é preciso promover avaliações periódicas e um bom monitoramento para verificar se o que foi previsto está funcionando e atendendo às necessidades", diz Elizabete dos Santos, diretora de Tecnologias Educacionais da Secretaria de Educação do Paraná, que mantém um time de 270 assessores distribuídos em 32 núcleos regionais para auxiliar as 2,1 mil escolas da rede a realizar esse planejamento e acompanhamento. "Podemos detectar, por exemplo, uma escola que está no limite de uso da conexão com a internet e precisa de mais banda."
Trabalho semelhante de organização da rede é feito pela prefeitura de São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo, onde todas as escolas de Ensino Fundamental têm laboratório de informática e professores especializados atuando em parceria com os responsáveis de cada disciplina dentro das escolas (leia mais no quadro da página 12).
Lea Fagundes, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), explica por que as escolas precisam se adaptar à nova realidade de uso das tecnologias: "Temos de sair de uma lógica da cultura industrial para entrar na da cultura digital, em que não há a divisão de tempo e espaço" (leia mais na entrevista da próxima página). Confira na próxima página algumas ações que as redes podem adotar para garantir que o planejamento das escolas incorpore as novas tecnologias no processo de ensino e aprendizagem dos conteúdos previstos no currículo.
78% dos entrevistados acreditam que o uso do computador amplia as possibilidades de exploração dos conteúdos escolares
Todos plugados
Quanto mais professores usam computadores no dia a dia, maior a possibilidade de trabalharem conteúdos pedagógicos usando a tecnologia

A serviço da aprendizagem
Os laboratórios de informática começaram a chegar às 68 escolas de Ensino Fundamental de São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo, em 2002 (agora, a prefeitura estuda informatizar as 76 unidades que atendem à Educação Infantil).
"A incorporação das tecnologias ao projeto pedagógico foi um processo que demorou a ser compreendido", afirma Kátia Duarte Cruz Rocha, chefe de seção de Laboratório e Educação Tecnológica do município.
No início do programa, os professores de apoio elaboravam um plano de trabalho específico que constava como um capítulo do planejamento escolar - ou seja, caracterizava o laboratório como um espaço com objetivos próprios. Só em 2007, após muita reflexão coletiva, foi publicada a Proposta Curricular de Tecnologia da Informação, que representou um grande avanço no modo de conceber o uso pedagógico desses recursos. "Desde então, a orientação da rede vai no sentido de integrar os computadores às necessidades de ensino e aprendizagem de cada escola e cada professor", diz Kátia.
A EMEB Otílio de Oliveira é uma das que seguem a orientação à risca.
A escola tem um laboratório de informática com 18 computadores, acesso à internet, impressora, câmera digital e scanner, além de professores de apoio aos programas educacionais (pape). "Na reunião de planejamento, no início do ano, sentamos com os responsáveis pelas disciplinas e planejamos juntos o bom uso dos recursos tecnológicos, sempre pensando nos conteúdos previstos", explica Élida Ferrari Penhalver, pape da Otílio de Oliveira. "E, ao longo do ano, aproveitamos os horários de trabalho pedagógico coletivo para dar os ajustes necessários ao trabalho." Um bom exemplo dessa integração é um projeto desenvolvido atualmente pelos professores de Língua Portuguesa de quatro turmas de 4º ano sobre correspondências. Cada turma se comprometeu a apresentar o que aprendeu de uma forma diferente.
Um dos grupos optou por uma poesia e usou o Power Point para exibir o material na tela. Outro resolveu fazer uma paródia da música Fada, de Victor e Léo, que foi rebatizada de Carta. "Os meninos compuseram a nova letra, o filho da professora fez um arranjo e depois um grupo usou o laboratório de informática para gravar o registro de voz", conta Élida.
"Em todos os casos, as máquinas foram usadas para atender às necessidades de aprendizagem previstas pelos professores."
Fonte: http://revistaescola.abril.com.br/planejamento-e-avaliacao/planejamento/a-chave-para-o-sucesso-519553.shtml?fb_action_ids=3900055424720&fb_action_types=og.likes&fb_source=timeline_og&action_object_map=%7B%223900055424720%22%3A430253111122%7D&action_type_map=%7B%223900055424720%22%3A%22og.likes%22%7D&action_ref_map=[]
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
Para nossa reflexão como famílias de pessoa com deficiência
Texto Indutor da Campanha 2012 - Em busca da igualdade, estamos aqui.
Como deveremos chegar a este objetivo?
Com satisfação sinto-me orgulhosa e feliz em poder
colaborar como mãe, como gestora voluntária e como pedagoga, que há 32 anos faz
parte da trajetória desta entidade, a nossa Apae, que tanto luta pela pessoa
com deficiência intelectual e múltipla.
Estou orgulhosa porque como mãe, tive coragem,
sabedoria e felicidade de sair de uma cidade do interior do Rio Grande do Sul e
vir para a Capital do Estado em busca de atendimento especializado para meu
filho Juliano Bernardi, hoje com 38 anos de idade. Naquela época o atendimento em pequenas
cidades do Rio Grande do Sul era precário, pois nossa entidade, Apae, estava recém iniciando suas atividades. Hoje, com o
crescimento e aprimoramento de nossa entidade posso afirmar que o modelo de
organização e qualificação das Apaes é um exemplo, referência no atendimento da
Pessoa com Deficiência Intelectual e Múltipla em todo Brasil.
E por que isso acontece?
Porque temos nas comunidades, pessoas com espírito de solidariedade
e altruísmo, que acreditam e possibilitam à pessoa com deficiência condições para
seu crescimento e inclusão social. Através de campanhas e ações conjuntas com a
Apae valorizando e acreditando na potencialidade da pessoa que necessita de
apoio.
Porque temos o poder público que garante a cidadania
da Pessoa com Deficiência e reconhece em nosso movimento, entidade que presta serviços
de qualidade, realizando assim parcerias para manutenção de nossas escolas e cedência
de profissionais, através de ações conjuntas e projetos, proporcionando à
pessoa com deficiência seu passaporte para a cidadania e realização
pessoal. E para que isso aconteça,
dirijo-me às diretorias, ás famílias e aos alunos.
Por que a Diretoria?
Porque é através do trabalho voluntário com
responsabilidade, eficácia, transparência e comprometimento, que pais e amigos
da Pessoa com Deficiência, dedicam-se horas, dias, meses e anos de seu tempo à
gestão da entidade, oferecendo condições de apoio para o bom andamento da
entidade.
Por que as famílias?
Porque é primordial que a família, através de pais e
irmãos aceitem a pessoa como ela é se fortalecendo como casal e filhos, na
certeza de que iremos caminhar sempre juntos para frente, tropeçando as vezes,
caindo muitas, mas levando adiante nossa missão, nossa tarefa, nossa responsabilidade
na educação de nossos filhos. Acredite,
aceite seu esse filho, valorize o seu trabalho e o de nossa entidade, APAE, apoiando
os profissionais que atendem nosso filho, participando das atividades da
escola, pois se assim fizermos, tenho a certeza que o trabalho da APAE será
enriquecido proporcionando assim um serviço qualificado. Essa parceria escola-família é essencial para
que nosso filho seja capaz de ser feliz, e de conviver em sociedade, visto que
inclusão social deve ser iniciada dentro da família. Para que isso aconteça à
família deve ser comprometida com seu filho e também com a entidade para que
possamos dizer, estamos aqui em busca de
igualdade.
Porque os profissionais?
Porque nós, pais, devemos acreditar e valorizar o
profissional que presta serviço na entidade, que muitas vezes remove barreiras
na capacitação e qualificação pessoal para ampliar seus conhecimentos e
promover a aprendizagem de nossos filhos.
Por que aos alunos?
Porque é a razão principal do movimento apaeano. É pela
pessoa com deficiência intelectual e múltipla que existe a nossa luta, na busca
de bom atendimento e inclusão social, auxiliando e incentivando-os na sua
formação. Assim estaremos, respeitando sua individualidade, potencialidade e
suas limitações, favorecendo sua independência. Pequenos para alguns, mas
grande para outros. Ajudando-o no seu desenvolvimento como pessoa digna e capaz
de aprimorar o máximo seu potencial e expandir seus horizontes.
Não podemos deixar de pensar no significado do
trabalho que desenvolvemos, arregaçando as mangas, nos empenhando em realizar
novos projetos, novas ações, e propostas, procurando sempre agir, sempre
caminhar, em direção aos objetivos propostos.
Para que isso aconteça devemos ampliar saberes,
compartilhar experiência, voltar à atenção para o que acontece ao nosso lado e
acima de tudo caminhar lado a lado com afeto, com respeito, realizando assim um
trabalho de qualidade.
Se
fizermos isso, descobriremos que o possível é mais amplo do que parece. Se isso
acontecer, tenho a certeza que podemos dizer de peito aberto:
“Buscamos a igualdade, por isso estamos aqui”.
FONTE: http://www.apaebrasil.org.br/artigo.phtml/21202
FONTE: http://www.apaebrasil.org.br/artigo.phtml/21202
Vem aí a SEMANA NACIONAL DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL E MÚLTIPLA 2012 – Federação Nacional das APAES
EM BUSCA DE IGUALDADE. ESTAMOS AQUI!
A Semana Nacional da Pessoa com Deficiência
Intelectual e Múltipla este ano aborda esta temática importante, típica dos
dias de hoje, quando etapas foram superadas daquela antiga visão de pessoas com
deficiência intelectual como seres doentios, sem nenhuma iniciativa, nenhum
desejo que se pudesse chamar seu, existia aos olhos dos observadores.
As últimas décadas, tanto no Brasil como no resto
do mundo, vêm marcando a presença cada vez mais atuante de jovens e adultos com
deficiência intelectual, a bem dizer, também de outras deficiências, em busca
de seus direitos de cidadania que durante tantos séculos lhes tem sido negados.
O movimento apaeano teve participação muito grande
na evolução que se nota das grandes questões de interesse de pessoas com
deficiência intelectual e suas famílias, pois desde as primeiras Apaes fundadas
no Brasil e logo no começo do movimento a fundação da Federação Nacional das
Apaes, na cidade de São Paulo, em 10 de novembro de 1962, houve um
florescimento de nossas organizações em escala crescente.
As novas Apaes foram criando suas estruturas
próprias e dentro delas os pais foram colhendo conhecimentos, a princípio uns
dos outros, houve logo interesse em colher informações sobre a questão da
pessoa com deficiência intelectual em outras regiões do planeta. Naqueles
primeiros anos de trabalho, lembramos bem, dizia-se “os fracos da ideia”, “os
mongoloides”, “débeis mentais”, uma série de denominações, colocadas pelo
vulgo e que eram o chavão da época.
Além disso, se surgia um crime destacado, que
chamava a atenção, o eventual criminoso sempre era chamado de débil mental,
retardado, pois constituíam no atraso da época os bodes expiatórios de tudo que
havia de ruim na sociedade.
Os anos foram passando, não só no Brasil, no
mundo, e contribuiu muito para uma mudança total de valores o enorme progresso
das comunicações entre pessoas, sociedades e povos.
Do antigo rádio que nos acompanhou em nossa
meninice distante chegamos em 1950 ao início das irradiações da televisão, uma
coisa espantosa que não parecia verdadeiro, de repente podíamos ver à nossa
frente uma série de pessoas falando, se movimentando, surgiram os teatros da
televisão, as primeiras tele-novelas, tudo isso foi contribuindo para que o
tema – retardamento mental da época – fosse discutido fora dos quartos de
dormir, entre os pais ansiosos e muitas vezes envergonhados de terem tido um
filho assim tão diferente da média.
Lembro como se fosse hoje, à noite em que pela
primeira vez uma Apae, no caso a Apae de São Paulo, de que havíamos sido
fundadora com um grupo de outros pais aflitos, foi convidada a participar de
uma mesa redonda, imaginem! à noite, nos estúdios da TVCultura, que
naquele anos, 1962, era localizada na rua 7 de abril num prédio comum onde
ocupava algumas salas na cidade de São Paulo.
Estavam presentes o então Presidente da Apae de São
Paulo, o amigo Gilberto da Silva Telles, o Juiz de Menores da época Dr. Aldo
Assis Dias, um psiquiatra infantil Dr. Haim Grunspun, Dra. Betty Lichetenstein
e nós mesmas que tínhamos a incumbência que nos fora dada pela sempre amiga e
sempre presente mãe da Apae, Alda Moreira Estrázulas, de representar as mães da
Apae, dirigindo algumas palavras de alento as mães que, como nós mesmas,
tínhamos em casa um filho com deficiência intelectual, um filhinho retardado na
linguagem da época.
Foi esse um primeiro passo hesitante, mas muito
importante porque como havia poucos aparelhos de TV e poucos programas não só
as nossas famílias, mas grande parte dos paulistanos ouviu a discussão do tema
deficiência mental e as palavras finais de uma mãe, coisa raríssima na época
tanto assim que foi a inauguração de nossos contatos com a TV.
A partir de então, com o crescimento rápido de
muitas Apaes por todo o Brasil, e principalmente quando em 1966 a Federação Nacional
das Apaes filiou-se à então Liga Internacional de Associações Pró Pessoas com
Deficiência Intelectual, sediada em Bruxelas, Bélgica, rebatizada no Congresso
Mundial de 1994 em Nova Delhi, na Índia, como Inclusion International,
começamos a compreender melhor o valor humano de nossos filhos e que deveríamos
formar uma corrente de energia e de esperança ao redor do mundo para defender o
seu valor humano, tão posto de lado.
Hoje, abril de 2012, fala-se muito e com toda a
razão da igualdade de oportunidades, de direitos, direito a uma vida
independente e digna na comunidade, de nossos filhos e amigos que de pequenos,
há 50 anos, passaram a adultos e começam a envelhecer conosco, pais pioneiros!
Foi muito importante que as próprias pessoas com
deficiência intelectual se unissem em alguns países, inicialmente, hoje em
quase todo o planeta, em grupos chamados de “selfadvocates” ou em português
autodefensores, como são conhecidos no Brasil e em muitos outros países.
Precisamos ouvir a voz de nossos autodefensores no
Brasil e em qualquer parte do mundo. Eles estão por aí, ansiosos por
participar da sociedade a que legitimamente pertencem. Daí o tema central
de nossa próxima Semana Nacional:
EM BUSCA DE IGUALDADE.
ESTAMOS AQUI!
O documento de alcance mundial mais debatido e
analisado em todo o mundo é, sem sombra de dúvida, a Convenção das Nações
Unidas sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência. Seus artigos são
inovadores e muito ousados, mas devem ser respeitados em sua inteireza porque
representam anos de pesquisa, infindáveis reuniões nas Nações Unidas de
representantes das pessoas com deficiência intelectual, seus familiares e os
inúmeros voluntários que têm dado o melhor de si a nossa causa. Todo esse
exército de gente de boa vontade debateu, exaustivamente, cada item da
Convenção.
No Brasil ela faz parte da Constituição brasileira,
o que demonstra o avanço que tivemos em nosso país em relação ao tratamento
dado a pessoas com deficiência intelectual.
Essas pessoas, crianças, jovens e adultas, devem de
fato estar aqui. É somente quando nós mesmos saímos a campo defendendo
seus interesses, seu direito à vida, à sexualidade, a uma vida independente, a
um emprego digno e a uma aposentadoria justa, que seremos ouvidos.
Ninguém pode falar por nós, pais, se não conhecem os nossos anseios,
nossas angústias, nossos medos e, ainda, a nossa enorme coragem interior que é
justamente o que caracteriza nossos queridos amigos e filhos com deficiência
intelectual.
Quem convive com um filho com deficiência
intelectual grave, com múltiplas deficiências como nós, durante 56 anos, sabe o
que está dizendo quando afirma que pessoas com essa deficiência são em verdade
donas de uma personalidade riquíssima, em que sentimentos de afetividade e
dignidade pessoal são seus maiores tesouros.
Maria Amélia Vampré
Xavier - Assessora da Diretoria de Assuntos
Internacionais-Fenapaes.
I EXPOSIÇÃO DE ARTES (pintura em tela)
Tema: "Em busca de igualdade. Estamos aqui!"
Data: 20 a 31 de agosto/2012.
Local: Câmara dos Deputados - Espaço Mário Covas – Anexo II – Pavimento Inferior – Brasília/DF.
Realização: FEDERAÇÃO NACIONAL DAS APAES-FENAPAES// Coordenação Nacional de Arte.
Obra: Apae de Maravilha – SC / Artista: Idélia Menin
quarta-feira, 15 de agosto de 2012
Professor precisa se apropriar das Tecnologias... Que dirá o professor do AEE . Confiram a reportagem !
Quanto mais o professor toma contato e incorpora as novas tecnologias no seu dia-a-dia, melhor será seu desempenho no papel de orientador e facilitador da aprendizagem do aluno.
Educadores e sala de informática: por onde começar?
Mílada Tonarelli Gonçalves
Muito se fala da necessidade de incorporar o uso da sala de informática à prática pedagógica. No cotidiano, os alunos pedem para utilizá-la, o professor gostaria de freqüenta-la, mas algumas vezes não se sente seguro. O coordenador pedagógico quer ajudar, mas nem sempre sabe como. O que fazer? Por onde começar?
Tudo fica mais fácil quando se conhece a relação dos educadores com a informática, seus hábitos de uso e necessidades. Com um diagnóstico inicial em mãos, é possível planejar e propor exercícios para os educadores com grandes chances de sucesso, auxiliando-os nas atividades com seus alunos no laboratório.
O diagnóstico inicial pode ser feito a partir de um formulário que os educadores preenchem e devolvem ao responsável pela sala de informática e/ou coordenador pedagógico para que os dados sejam tabulados.
Esse formulário é uma sugestão e pode ser adaptado conforme as necessidades de cada escola e grupo. Ele contribui para a coleta de dados dando uma idéia geral das habilidades, necessidades e hábitos do professor quanto ao uso da Internet em sua vida pessoal e na escola. Além da Internet, o uso de aplicativos também pode ser levantado, já que são importantes ferramentas no trabalho com o computador.
Recomenda-se que a maioria das questões seja de múltipla escolha, para facilitar o tratamento dos dados. Perguntas abertas também são interessantes para que o educador possa expressar os motivos pelos quais não utiliza o laboratório com seus alunos.
As respostas contabilizadas oferecem um panorama da relação dos educadores com a informática e com o uso da sala, além de apontar as necessidades específicas de cada um.
Com esse material em mãos, fica mais fácil saber por onde começar. Exemplos:
seria interessante reuni-los no laboratório para que conheçam os sites de busca, realizem pesquisas e aprendam a navegar;
:: Todos os professores com e-mail!
Foi o que fez a professora Paloma Godoi, responsável pela sala de informática da Escola Municipal de Ensino Fundamental Pracinhas da FEB, na cidade de São Paulo. Com a aplicação do formulário, Paloma detectou que os educadores ainda não possuíam um e-mail. Ela organizou seu horário e ajudou-os a criarem um endereço eletrônico e se cadastrarem no EducaRede.
Paloma diz que depois desta atividade a freqüência dos educadores na sala de informática aumentou. “Muitos professores que não utilizavam o laboratório começaram a freqüentá-lo regularmente para fazer a checagem de seus e-mails. Alguns achavam que criar um endereço eletrônico era uma coisa muito difícil e, antes de abrirem os seus, até relutavam em trazer os alunos para que eles também o fizessem”.
A professora Paloma conta ainda que, além da checagem, os educadores passaram a navegar na Internet. Ela percebeu que eles começaram a levar indicações de sites para seus alunos por conta própria, sem o auxílio dela, como ocorria anteriormente.
“Alguns educadores são bem assíduos na checagem de e-mails e outros o fazem em suas casas Eu mesma recebo várias mensagens deles e de outros orgulhosos de poderem falar aos filhos, que agora também têm endereço eletrônico. Outro fato interessante é que muitos funcionários da escola (agentes escolares, merendeira, inspetor de alunos) também criaram um endereço eletrônico e têm o costume de utilizá-lo.”
http://www.educared.org/educa/index.cfm?pg=internet_e_cia.informatica_principal&id_inf_escola=69
Alunos e professores devem se apropriar das Tecnologias da Informação e Comunicação no âmbito escolar e você, professor da Sala de Recursos Multifuncionais fazer uso das Tecnologias Assistivas, tornando as ferramentas digitais acessíveis ao seu aluno com Necessidades Educativas Especiais... Fica a dica!
Andréa Padilha
Criando um livro digital no Power Point
Paloma diz que depois desta atividade a freqüência dos educadores na sala de informática aumentou. “Muitos professores que não utilizavam o laboratório começaram a freqüentá-lo regularmente para fazer a checagem de seus e-mails. Alguns achavam que criar um endereço eletrônico era uma coisa muito difícil e, antes de abrirem os seus, até relutavam em trazer os alunos para que eles também o fizessem”.
A professora Paloma conta ainda que, além da checagem, os educadores passaram a navegar na Internet. Ela percebeu que eles começaram a levar indicações de sites para seus alunos por conta própria, sem o auxílio dela, como ocorria anteriormente.
“Alguns educadores são bem assíduos na checagem de e-mails e outros o fazem em suas casas Eu mesma recebo várias mensagens deles e de outros orgulhosos de poderem falar aos filhos, que agora também têm endereço eletrônico. Outro fato interessante é que muitos funcionários da escola (agentes escolares, merendeira, inspetor de alunos) também criaram um endereço eletrônico e têm o costume de utilizá-lo.”
http://www.educared.org/educa/index.cfm?pg=internet_e_cia.informatica_principal&id_inf_escola=69
Alunos e professores devem se apropriar das Tecnologias da Informação e Comunicação no âmbito escolar e você, professor da Sala de Recursos Multifuncionais fazer uso das Tecnologias Assistivas, tornando as ferramentas digitais acessíveis ao seu aluno com Necessidades Educativas Especiais... Fica a dica!
Andréa Padilha
O educando Arthur realizando pesquisa em Site de Busca
Gravando o texto que produziu na Sala Multiespecial
Criando um livro digital no Power Point
terça-feira, 14 de agosto de 2012
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
Quanto a minha história na Sala Multifuncional ?
Eu
Apenas Queria Que Você Soubesse
Eu apenas
queria que você soubesse
Que aquela alegria ainda está comigo
E que a minha ternura não ficou na estrada
Não ficou no tempo presa na poeira
Que aquela alegria ainda está comigo
E que a minha ternura não ficou na estrada
Não ficou no tempo presa na poeira
Eu apenas
queria que você soubesse
Que esta menina hoje é uma mulher
E que esta mulher é uma menina
Que colheu seu fruto flor do seu carinho
Que esta menina hoje é uma mulher
E que esta mulher é uma menina
Que colheu seu fruto flor do seu carinho
Eu apenas
queria dizer a todo mundo que me gosta
Que hoje eu me gosto muito mais
Porque me entendo muito mais também
Que hoje eu me gosto muito mais
Porque me entendo muito mais também
E que a
atitude de recomeçar é todo dia toda hora
É se respeitar na sua força e fé
E se olhar bem fundo até o dedão do pé
É se respeitar na sua força e fé
E se olhar bem fundo até o dedão do pé
Eu apenas
queira que você soubesse
Que essa criança brinca nesta roda
E não teme o corte de novas feridas
Pois tem a saúde que aprendeu com a vida
" ...E que a atitude de recomeçar é todo dia toda hora
É se respeitar na sua força e fé "
Se for para RECOMEÇAR, vamos lá...
Que essa criança brinca nesta roda
E não teme o corte de novas feridas
Pois tem a saúde que aprendeu com a vida
" ...E que a atitude de recomeçar é todo dia toda hora
É se respeitar na sua força e fé "
Se for para RECOMEÇAR, vamos lá...
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