PROJETO EM ANDAMENTO 2016

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sábado, 28 de maio de 2011

Formação Continuada referente a AUTISMO e MÚLTIPLAS DEFICIÊNCIAS

Participação das Professoras da Sala Multifuncional na Formação para Monitores da Educação Especial oferecida pela Secretaria Municipal de Educação .
Equipe do CEMESPI - Centro de Educação Alternativa de Itajaí, está organizando momentos excelentes de reflexões, estudos e troca de conhecimentos entre profissionais envolvidos nesse processo!


Nessa sexta-feira, 27.06 recebemos orientações da Equipe da HUMANITY sobre Autismo.



 A Associação Educacional Humanity têm capacidade para atender até 35 pessoas autistas e/ou portadores de lesão cerebral. 

Saiba mais sobre a ASSOCIAÇÃO : http://humanity.org.br/historico.php

quarta-feira, 18 de maio de 2011

AEE na Sala Multiespecial

Dentro das possibilidades que me são oferecidas , "faço o pouco que me cabe, me doando por inteira"





Para refletir:

Até cortar os próprios defeitos pode ser perigoso. Nunca se sabe qual é o defeito que sustenta nosso edifício inteiro.”


terça-feira, 17 de maio de 2011

Sugestão de um filme MARAVILHOSO para trabalharmos a INCLUSÃO na escola:

Eu já assisti esse filme umas 3 vezes. Amei!!!

O filme Mary e Max – Uma Amizade Diferente conta uma história verídica de amizade entre duas pessoas muito diferentes: Mary Dinkle, uma menina gordinha e solitária, de oito anos, que vive nos subúrbios de Melbourne, e Max Horovitz, um homem de 44 anos, obeso e judeu que vive com Síndrome de Asperger no caos de Nova York.

Alcançando 20 anos e 2 continentes, a amizade de Mary e Max sobrevive muito além dos altos e baixos da vida. Mary e Max é viagem que explora a amizade, o autismo, o alcoolismo, de onde vêm os bebês, a obesidade, a cleptomania, a diferença sexual, a confiança, diferenças religiosas e muito mais.








Titulo Original: Mary and Max

Titulo no Brasil: Mary e Max - Uma Amizade Diferente

Data de Estréia: 16/04/2010

Gênero: Animação

País de origem: Austrália

Ano de lançamento: 2009

Tempo de duração: 92 minutos

Direção: Adam Elliot

Estudio: Play Arte

segunda-feira, 16 de maio de 2011

ORIENTAÇÕES NO RELACIONAMENTO COM PESSOAS CEGAS

Não trate as pessoas cegas como seres diferentes somente porque não podem ver. Saiba que elas estão sempre interessadas no que você gosta de ver, de ler, de ouvir e falar.
Procure não limitar a pessoa cega mais do que a própria cegueira o faz, impedindo-a de realizar o que sabe e deve fazer sozinha.
Não se dirija a uma pessoa cega chamando-a de cego ou ceguinho, é falta elementar de educação, podendo mesmo constituir ofensa, chamar alguém pela palavra designativa de sua deficiência sensorial, física, moral ou intelectual.  
Não fale com a pessoa cega como se ela fosse surda; O fato de não ver não significa que não ouça bem.
Não se refira a cegueira como desgraça. Ela pode ser assim encarada logo após a perda da visão, mas a orientação adequada consegue reduzi-la a deficiência superável, como acontece em muitas casos.
Não diga que tem pena de pessoa cega, nem lhe mostre exagerada solidariedade. O que ela quer é ser tratada com igualdade.
Não exclame “maravilhoso”... “extraordinário”... ao ver a pessoa cega consultar o relógio, discar o telefone ou assinar o nome.
Não fale de “sexto sentido” nem de “compensação da natureza” – isso perpetua conceitos errôneos. O que há na pessoa cega é simples desenvolvimento de recursos mentais latentes em todas as criaturas.
Não modifique a linguagem para evitar a palavra ver e substituí-la por ouvir. Conversando sobre a cegueira com quem não vê, use a palavra cego sem rodeios.
Não deixe de oferecer auxílio à pessoa que esteja querendo atravessar a rua ou tomar condução. Ainda que seu oferecimento seja recusado ou mesmo mal recebido por algumas delas, esteja certo de que a maioria lhe agradecerá o gesto.
Não suponha que a pessoa cega possa localizar a porta onde deseja entrar ou o lugar aonde queira ir contanto os passos.
Não guie a pessoa cega empurrando-a ou puxando-a pelo braço. Basta deixá-la segurar o braço, que o movimento de seu corpo lhe dará a orientação de que precisa. Nas passagens estreitas, tome a frente e deixe-a segui-lo, mesmo com a mão no seu ombro.
Quando passear com a pessoa cega que já estiver acompanhada, não pegue pelo outro braço, nem lhe fique dando avisos. Deixe-a ser orientado só por quem a estiver guiando. 
Não deixe objetos nos caminho por onde uma pessoa cega costuma passar.
Não bata a porta do automóvel onde haja uma pessoa cega sem ter a certeza de que não lhe vai prender os dedos.
Não deixe de se anunciar ao entrar no recinto onde haja pessoas cegas, isso auxilia a sua identificação.
 
As possibilidades de interação humana são muito amplas e as soluções encontradas pelos grupos de convívio social harmônico sem dúvida ultrapassam em muito as situações contempladas. Porém, sem dúvida proporciona orientações essenciais para um primeiro e, eventual contato.
 

Adaptação feita pela equipe técnica da Divisão de Documentação e Informação do Departamento Técnico-Especializado e da Divisão de Reabilitação do Departamento de Atendimento Médico, Nutricional e de Reabilitação do Instituto Benjamim Constant, contando com a participação da Associação Brasileira de Educadores de Deficientes – ABEDEV.

Aprimore seu conhecimento quanto a Deficiência Visual - Cegueira e Baixa Visão / sugestões de Bibliografias:

Livros relacionados à Deficiência Visual


1. Caminhando Juntos - Manual das habilidades básicas de Orientação e Mobilidade.
Autor: João Álvaro de Moraes Felippe
Editora: Laramara
2. Auxílios para Baixa Visão
Autores: Maria Aparecida Onuki Haddad
Editora: Laramara
3. Baixa Visão na Infância - Manual Básico para Oftalmologistas.
Autores: Maria Aparecida Onuki Haddad, Marcos Wilson Sampaio e Newton Kara José
Editora: Laramara
4. Baixa Visão - Conhecendo mais para ajudar melhor.
Autores: Hsu Yun Min, Marcos Wilson Sampaio e Maria Aparecida Onuki Haddad
5. "Papai, Mamãe - Ajudem-me por favor" - Guia prático para pais de crianças deficientes visuais.
Autora: Mara O. de Campos Siaulys
6. Toque o bebê - Sugestão aos médicos e profissionais de saúde que atendem crianças portadoras de deficiência visual.
Autora: Mara O. de Campos Siaulys
Distribuição Gratuita
7. Papai e Mamãe, Vamos Brincar - Sugerindo brinquedos e ensinando a confeccioná-lós, este manual propõe uma divertida interação entre pais e filhos.
Autora: Mara O. de Campos Siaulys
8. Aprendendo com Papai e Mamãe - Em linguagem simple e esclarecedora, propõe-se facilitar a tarefa da família na educação de seus filhos com baixa visão.
Autora: Mara O. de Campos Siaulys
Distribuição Gratuita
9. O Desenvolvimento Integral do Portador de Deficiência Visual - Da interação precoce a integração escolar
Autora: Marilda Moraes Garcia Bruno
10. Deficiência Visual - Reflexão sobre a prática pedagógica
Autora: Marilda Moraes Garcia Bruno
11. Manual para Creches - A integração da criança portadora de deficiência visual
Autoras: Edna Eiko Nakahara, Margareth Pires da Motta, Maria Teresa R. Triñanes e Rosana S. A. S. Furtado
12. A Esperança do Sucesso em Matemática está na semente
Autora: Wilma Pires de Miranda
13. Orientação aos professores na integração Escolar da Criança com Baixa Visão
Autora: Hsu Yun Min
14. Orientação e Mobilidade
Autores: João Álvaro de Moraes Felippe e Vera Lucia Rhein Felippe
15. Deficiência Visual - Aspectos Psicoevolutivos e Educativos
Coordenadores: Manuel Bueno Martín e Salvador Toro Bueno
Editora: Santos
16. Conviver com a cegueira
Autor: Steve Parker
Editora: Scipione
17. Olho e Cérebro :Psicologia da Visão.
Autor: R. L. Gregory
Editora: Zahar
18. Cegueira - O que ela é, o que faz e como conviver com ela
Autor: Tomas Carrol
Pesquisadora: Ana Lícia Gotardi