"O correr da vida embrulha tudo. A vida é assim: esquenta e esfria, aperta e daí afrouxa, sossega e depois desinquieta. O que ela quer da gente é coragem" João Guimarães Rosa
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
terça-feira, 16 de agosto de 2011
Papel do Monitor nas Necessidades Educativas Especiais no Âmbito Escolar
Professora: Andréa Regina Marques Padilha
Escola Básica Prefeito Alberto Werner
Monitoras: Ivonete, Kelly, Gislaine e Ana Paula
PARABÉNS AO EXCELENTE TRABALHO DE MONITORIA QUE FAZEM EM NOSSA ESCOLA!
Escola Básica Prefeito Alberto Werner
Com base no Estudo de Caso sugerido pela Equipe do Centro de Educação Alternativa de Itajaí, apresento abaixo algumas reflexões quanto ao Papel do Monitor em auxiliar no processo educativo em sala de aula, nos horários de alimentação, recreio, uso de banheiro e deslocamentos do educando em diferentes ambientes da escola, bem como a relação entre o seu trabalho e a postura ética exigida no seu papel enquanto profissional de apoio que atua com alunos com deficiência nas Unidades Escolares.
Para a minha pessoa, enquanto educadora, pedagoga atuante na Sala de Recursos Multifuncional, acredito que a Postura Ética Profissional adequada em meu trabalho e no trabalho do monitor está diretamente relacionada á maneira com que eu irei conduzir minhas ações pedagógicas, meus posicionamentos com seriedade, com respeito ao educando e sua família, reconhecendo os seus limites e valorizando suas potencialidades, procurando através de minha consciência enquanto profissional, de meus valores enquanto ser humano, contribuir para que possamos conviver em harmonia no ambiente escolar e facilitar o processo de inclusão do aluno nesse meio, ressaltando sempre que precisamos respeitar e fazer cumprir os direitos garantidos por LEI a cada indivíduo.
Dentro dessa perspectiva Ética, considero de suma importância algumas ações do Monitor, que funcionariam como apoio em:
SALA DE AULA:
► Procurar estabelecer Comunicação e Investigação sobre o Histórico pessoal do educando, tanto familiar quanto escolar:
- Ser cordial com a família, informar-se sobre seus interesses, gostos e costumes em casa, se faz uso de alguma medicação, como dorme, como brinca, como se alimenta em casa,...
- Conversar com outros profissionais que por ventura atendam o educando, procurando obter recomendações de cuidados necessários para lidar com a criança na área motora, fonoaudiológica, psicológica, ...
► Manter relacionamento profissional, ético e de parceria com a profª regente:
- Contribuir com o trabalho da professora regente, se possível se envolvendo no planejamento semanal, dar sugestões, pedir orientações, auxiliar as outras crianças enquanto a profª atende a criança com deficiência;
- Procurar envolver-se na dinâmica da sala de aula, não tornando seu acompanhamento ao aluno uma forma apática de ficarem presos “ um ao lado do outro” durante toda o período das atividades;
- Reconhecer a capacidade do aluno em aprender, mesmo que não no tempo dos outros. Sugerir á profª formas de adaptar as atividades que o educando não estiver conseguindo realizar;
- Sinalizar á profª regente, tudo que for observando nos progressos e ou dificuldades do educando;
- Pesquisar junto com a profª e ou individualmente estratégias, atividades que possam ampliar as funções mentais da criança;
- Ampliar seus conhecimentos á cerca da deficiência do educando, á cerca de seu papel enquanto facilitadora no processo educativo, demonstrando que o monitor é mais um profissional que deve ser atuante em sala de aula e pode contribuir para auxiliar a todos: o educando, a profª, a classe;
- Auxiliar na exploração e aprimoramento da motricidade do educando em sala de aula;
- Auxiliar na Estimulação da Linguagem, da Oralidade do educando. Questionar sempre para que o aluno se expresse, incentivá-lo a participar nos momentos de atividades que envolvam Histórias, Cantos, debates, Jogos,...
► Promover a independência e autonomia do aluno na Execução das atividades em sala de aula:
- Não ficar permanentemente sentada a seu lado, direcionando cada ação, cada pensamento para que ele conclua a atividade e muito menos fazer por ele;
- Deixá-lo pensar...tentar...errar...reconstruir em alguns momentos sozinho;
- Auxiliar na dosagem de complexidade das atividades planejadas pela profª regente, sinalizando quando o educando já pode avançar mais um pouquinho no nível de dificuldade;
► Diversificar os Meios de Acesso ao Conteúdo em Sala de Aula:
- Muitas vezes uma criança com ou sem deficiência não consegue assimilar um conteúdo por meio só de explicações, uso de folhas, exercícios impressos, livros utilizados. Em alguns momentos torna-se mais acessível o entendimento através de músicas, passeios, desenhos, vídeos, exploração do concreto... se a criança não estiver conseguindo compreender através de um recurso utilizado pela profª regente, auxiliar, dar sugestões para que se troque o recurso, auxiliar a pensar em outras estratégias que se possa aplicar com o aluno;
► Promover Trabalho com Símbolos referentes á ROTINA ESCOLAR a fim de que o educando vá percebendo-a e adquirindo consequentemente maior respeito ás regras e limites em sala.
► Promover e ou Participar de Jogos e Brincadeiras que reúnam a turma, no início ou no final da aula, para contribuir com o interesse do educando em Permanecer dentro da sala de aula:
- A criança apresentando dificuldade em movimentar-se (com devida autorização médica), tirá-la da cadeira de rodas, sentá-la no chão, no tapete, em cadeirinha mais baixa... através de Roda de Amigos sugerir atividades que todos utilizem as mãos, os braços, o visual, o auditivo,etc, possibilitando a participação efetiva da criança com deficiência.
NO HORÁRIO DA ALIMENTAÇÃO:
► Ter a compreensão de que:
“ Muitas vezes não é a Deficiência que limita a pessoa, mas o ambiente, a falta de recursos” - Valdirene Stiegler Simão
► Procurar junto á família do educando e a equipe técnica da Unidade escolar, a possibilidade de adquirir instrumentos adaptados para a sua alimentação: talheres com reforçador, mesa que se encaixe na cadeira de rodas ou banco adaptado com encosto, bandeja, prato, copo, que facilitem o movimento da criança e que melhor contribuam para a sua independência na hora das refeições.
Muitas vezes não necessita-se de recursos caros e inacessíveis...necessita-se de boa vontade em buscar informações com profissionais da área que poderão dar uma assessoria na escola, observando uma alimentação da criança.
► Auxiliar o educando a alimentar-se dando instruções OBJETIVAS e CLARAS do que se quer que ela faça.
NO HORÁRIO DO RECREIO (Interação com os colegas):
► Estimular o contato com outras crianças, nem que para isso o Monitor insira-se nas brincadeiras e a medida que a interação com outra(s) criança (s) vá se dando, retire-se e fique só observando.
USO DO BANHEIRO:
► Se o educando utiliza fraldas, não cabe ao monitor ensinar sozinho o uso adequado do sanitário, nem desenvolver o controle dos esfíncteres para a retirada das fraldas. Esse processo deverá ter início na família (se for possível dentro do quadro clínico do educando) e em comum acordo, como uma parceria, o profissional poderá ir dando continuidade a esse processo na escola.
► Acompanhar a criança ao banheiro, auxiliando na higiene que se fizer necessária com NATURALIDADE, RESPEITO e ZELO de forma a não expor o educando em momento tão íntimo.
DESLOCAMENTO EM DIFERENTES AMBIENTES DA ESCOLA (FORA DA SALA DE AULA):
► Promover passeios para reconhecimento do ambiente escolar de forma que o educando familiarize-se com todos os percursos e através de conversas entenda que cada dependência da Unidade Escolar tem uma função específica;
► Estar sempre comunicando ao educando para onde irá conduzi-lo e o porquê. Se for uma volta aleatória, indagá-lo se consente em ir junto, se aceita ser conduzido como forma de respeitar sua vontade.
► Observar se houver necessidade de alguma rampa, algum ajuste a se fazer na Unidade Escolar para garantir o Acesso do educando em todos os ambientes, comunicando á Direção escolar caso aja algo impedindo o acesso.
“ Desejamos viver em uma comunidade que nos inclua e aceite que todas as pessoas, qualquer que seja a raça, a religião, a cor da pele ou a capacidade, tenham o direito à mesma dignidade e ao mesmo respeito. Chamaria isto de Comunidade Inclusiva e acredito que ela é a chave para o nosso futuro, se vamos nos juntar a vocês como seres humanamente iguais”.
Robert Martin
Discurso pronunciado na 16ª Conferência Asiática sobre Deficiência Intelectual, realizada no Japão em 21-26 de agosto de 2003.
Robert Martin tem deficiência intelectual e mora em Wanganui, Nova Zelândia.
Monitoras: Ivonete, Kelly, Gislaine e Ana Paula
PARABÉNS AO EXCELENTE TRABALHO DE MONITORIA QUE FAZEM EM NOSSA ESCOLA!
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
Sugestão de Literatura para se trabalhar a DIVERSIDADE em sala:
O livro foi inspirado na história vivenciada pela autora e por outras pessoas que com ela conviviam durante a infância. É comum crianças negras se sentirem feias, não gostarem e não se aceitarem por causa dos seus cabelos, para muitos essa afirmação pode parecer meio “démodé”, mas é a mais pura realidade, pois a sociedade possui um padrão de beleza que exclui os negros.
História – “Cabelo Ruim?” conta a história de três meninas que ao se depararem com o preconceito contra o cabelo crespo em sala de aula assumem uma postura positiva em relação ao assunto e conseguem dar a volta por cima de uma forma divertida. “É uma maneira de mostrar à criança que seu cabelo é bonito sim e deve ser aceito como é. A pergunta que precisa ser feita é: ‘quem disse que o cabelo crespo precisa ser alisado para ser bonito?’”.
A questão do preconceito racial é muito difícil de ser tratada, especialmente nas salas de aula. O livro tem o intuito de apoiar o trabalho de professores na orientação para a aceitação das diferentes etnias.
“Estou me sentindo muito feliz por estar aqui concretizando este trabalho, mas principalmente por perceber que as escolas têm demonstrado muito interesse no livro. Infelizmente o tema ainda está inserido na nossa realidade, e espero que o meu trabalho colabore com a aceitação de muitas pessoas e principalmente na construção de uma sociedade mais igualitária”, disse a autora.
Fonte : http://www.amigosdolivro.com.br/lermais_materias.php?cd_materias=5401
A DIVERSIDADE NA ESCOLA
Ao tratar da diversidade humana na escola podemos ter como parâmetro a necessidade de reconhecimento que caracteriza os seres humanos.
Para interpretarmos quem somos como coletividade, ou quem sou como indivíduo, dependemos do reconhecimento que nos é dado pelos outros. “Ninguém pode edificar a sua própria identidade independentemente das identificações que os outros fazem dele”, nos ensina Habermas (1983: 22).
Para interpretarmos quem somos como coletividade, ou quem sou como indivíduo, dependemos do reconhecimento que nos é dado pelos outros. “Ninguém pode edificar a sua própria identidade independentemente das identificações que os outros fazem dele”, nos ensina Habermas (1983: 22).
O reconhecimento pelos outros é uma necessidade humana, já que o ser humano é um ser que só existe através da vida social.
Como também nos ensina Charles Taylor (1994: 58), “um indivíduo ou um grupo de pessoas podem sofrer um verdadeiro dano, uma autêntica deformação se a gente ou a sociedade que os rodeiam lhes mostram como reflexo, uma imagem limitada, degradante, depreciada sobre ele.”
Um falso reconhecimento é uma forma de opressão. A imagem que construímos muitas vezes sobre os portadores de deficiências e grupos subalternos, pobres, negros, prostitutas, homossexuais, é deprimente e humilhante para estes e causa-lhes sofrimento e humilhação, ainda mais por que tais representações depreciativas são construídas quase sempre para a legitimação da exclusão social e política dos grupos discriminados.
Como também nos ensina Charles Taylor (1994: 58), “um indivíduo ou um grupo de pessoas podem sofrer um verdadeiro dano, uma autêntica deformação se a gente ou a sociedade que os rodeiam lhes mostram como reflexo, uma imagem limitada, degradante, depreciada sobre ele.”
Um falso reconhecimento é uma forma de opressão. A imagem que construímos muitas vezes sobre os portadores de deficiências e grupos subalternos, pobres, negros, prostitutas, homossexuais, é deprimente e humilhante para estes e causa-lhes sofrimento e humilhação, ainda mais por que tais representações depreciativas são construídas quase sempre para a legitimação da exclusão social e política dos grupos discriminados.
Para que haja respeito à diversidade na escola é necessário que todos sejam reconhecidos como iguais em dignidade e em direito. Mas para não nos restringirmos a uma concepção liberal de reconhecimento, devemos também questionar os mecanismos sociais, como a propriedade, e os mecanismos políticos, como a concentração do poder, que hierarquizam os indivíduos diferentes em superiores e dominantes, e em inferiores e subalternos.
Em outras palavras, ao considerarmos que os seres humanos dependem do reconhecimento que lhes é dado, estamos reconhecendo que a identidade do ser humano não é inata ou pré-determinada, e isso nos torna mais críticos e reflexivos sobre a maneira como estamos contribuindo para a formação das identidades dos nossos alunos.
Como ainda nos ensina Taylor (1994: 58), “a projeção sobre o outro de uma imagem inferior ou humilhante pode deformar e oprimir até o ponto em que essa imagem seja internalizada”. E não “dar um reconhecimento igualitário a alguém pode ser uma forma de opressão”.
Porém, quando afirmamos que “todos os seres humanos são igualmente dignos de respeito” (Taylor, 1994: 65), isso não pode significar que devemos deixar de considerar as inúmeras formas de diferenciação que existem entre os indivíduos e grupos.
Em outras palavras, ao considerarmos que os seres humanos dependem do reconhecimento que lhes é dado, estamos reconhecendo que a identidade do ser humano não é inata ou pré-determinada, e isso nos torna mais críticos e reflexivos sobre a maneira como estamos contribuindo para a formação das identidades dos nossos alunos.
Como ainda nos ensina Taylor (1994: 58), “a projeção sobre o outro de uma imagem inferior ou humilhante pode deformar e oprimir até o ponto em que essa imagem seja internalizada”. E não “dar um reconhecimento igualitário a alguém pode ser uma forma de opressão”.
Porém, quando afirmamos que “todos os seres humanos são igualmente dignos de respeito” (Taylor, 1994: 65), isso não pode significar que devemos deixar de considerar as inúmeras formas de diferenciação que existem entre os indivíduos e grupos.
Nosso papel educacional, enquanto agentes transformadores da realidade, talvez seja o de fornecer o apoio e os recursos necessários para que não haja assimetria, desigualdade nas oportunidades e no acesso aos recursos. Como cita Taylor (1994: 64): “Para aqueles que têm desvantagens ou mais necessidades é necessário que sejam destinados maiores recursos ou direitos do que para os demais”.
Fonte texto: http://www.espacoacademico.com.br/042/42wlap.htm
domingo, 14 de agosto de 2011
Curso de Formação Continuada em Tecnologias da Informação e Comunicação Acessíveis - UFRGS.
Dia 15.08 estarei iniciando o curso á distância pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (MINHA TERRINHA TCHÊ ).
" Das inúmeras possibilidades de recursos e de formas de apoio que se apresentam no cenário educativo contemporâneo, as tecnologias digitais têm revelado, em âmbito nacional e internacional, o grande potencial do campo de saber da Informática na Educação Especial na concretização de planos de ação para o Atendimento Educacional Especializado – AEE. Entrelaçando tecnologias digitais de informação e comunicação com um qualificado plano de atendimento especializado, um ajuste às especificidades e à variedade de histórias de vida de sujeitos em processo educativo tem sido desencadeado, permitindo que heterogeneidade e a diferença seja lida com vantagem e não como prejuízo.O saber e a materialidade das tecnologias digitais de informação e comunicação têm possibilitado a construção de interfaces para promover e impulsionar o desenvolvimento sociocognitivo desses sujeitos. No entanto, recursos computacionais, por si só, não desempenham as funções esperadas se não forem mediadas por professores capacitados.
O curso de Formação de Professores em Tecnologias de Informação e Comunicação Acessíveis terá a duração de 180 horas, estruturado em seis módulos ".
" Das inúmeras possibilidades de recursos e de formas de apoio que se apresentam no cenário educativo contemporâneo, as tecnologias digitais têm revelado, em âmbito nacional e internacional, o grande potencial do campo de saber da Informática na Educação Especial na concretização de planos de ação para o Atendimento Educacional Especializado – AEE. Entrelaçando tecnologias digitais de informação e comunicação com um qualificado plano de atendimento especializado, um ajuste às especificidades e à variedade de histórias de vida de sujeitos em processo educativo tem sido desencadeado, permitindo que heterogeneidade e a diferença seja lida com vantagem e não como prejuízo.O saber e a materialidade das tecnologias digitais de informação e comunicação têm possibilitado a construção de interfaces para promover e impulsionar o desenvolvimento sociocognitivo desses sujeitos. No entanto, recursos computacionais, por si só, não desempenham as funções esperadas se não forem mediadas por professores capacitados.
O curso de Formação de Professores em Tecnologias de Informação e Comunicação Acessíveis terá a duração de 180 horas, estruturado em seis módulos ".
OBJETIVOS DO CURSO
- Aperfeiçoar e formar em serviço, na modalidade a distância, via Internet, professores de escolas públicas inclusivas, com efetiva docência na Educação Básica, na apropriação e aplicação pedagógica das Tecnologias da Informação e da Comunicação no âmbito da Educação Especial;
- Desenvolver competências para orientar, produzir, apoiar a utilização dos recursos tecnológicos na construção ações pedagógicas em sintonia com a equipe de Atendimento Educacional Especializado (AEE), nas unidades educativas e nos municípios participantes;
- Utilizar, no contexto educativo, tecnologias de informação, recursos (hardware e software) de acessibilidade e objetos de aprendizagem, com criticidade e autonomia, para projetar a escola como tempo-espaço integrador de instrumentos de inserção sociodigital;
- Experienciar, projetar e desenvolver ações pedagógicas significativas mediadas pelas tecnologias digitais de informação e de comunicação e de recursos (hardware e software) de acessibilidade alicerçadas na premissa da inclusão social e digital de sujeitos com necessidades educativas especiais no cenário sócio-cultural contemporâneo;
- Forjar uma ação integrada - docente e equipe de Atendimento Educacional Especializado (AEE) - visando a construção de estratégias educativas para responder as diferentes demandas geradas pela inserção da diferença nas instituições educativas que compõem o Ensino Regular.
Aproveitarei a oportunidade para adquirir novos conhecimentos e aplicá-los em minha prática!
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
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