PROJETO EM ANDAMENTO 2016

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domingo, 19 de agosto de 2012

Inclusão das Tecnologias no projeto Pedagógico

A chave para o sucesso


Incluir a tecnologia no projeto pedagógico é a única forma de garantir que as máquinas se tornem, de fato, ferramentas a serviço da aprendizagem dos conteúdos curriculares, e não um fim em si mesmas


Já é consenso que os computadores são importantes aliados do professor. Para 78% dos pesquisados, o uso das tecnologias na Educação amplia as possibilidades de exploração dos conteúdos escolares. E 63% acreditam que o bom aproveitamento das máquinas se reflete na melhora da aprendizagem dos alunos. Para que isso seja realidade, porém, é preciso um ingrediente essencial: planejamento. A boa notícia é que a maioria dos entrevistados diz incluir as ferramentas tecnológicas no projeto pedagógico da escola (confira os números na tabela abaixo).

O ideal é começar no início do ano, no planejamento geral em que cada disciplina decide os projetos a desenvolver - e elege os recursos tecnológicos que "casam" com os conteúdos. "Ao longo dos meses, é preciso promover avaliações periódicas e um bom monitoramento para verificar se o que foi previsto está funcionando e atendendo às necessidades", diz Elizabete dos Santos, diretora de Tecnologias Educacionais da Secretaria de Educação do Paraná, que mantém um time de 270 assessores distribuídos em 32 núcleos regionais para auxiliar as 2,1 mil escolas da rede a realizar esse planejamento e acompanhamento. "Podemos detectar, por exemplo, uma escola que está no limite de uso da conexão com a internet e precisa de mais banda."

Trabalho semelhante de organização da rede é feito pela prefeitura de São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo, onde todas as escolas de Ensino Fundamental têm laboratório de informática e professores especializados atuando em parceria com os responsáveis de cada disciplina dentro das escolas (leia mais no quadro da página 12).

Lea Fagundes, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), explica por que as escolas precisam se adaptar à nova realidade de uso das tecnologias: "Temos de sair de uma lógica da cultura industrial para entrar na da cultura digital, em que não há a divisão de tempo e espaço" (leia mais na entrevista da próxima página). Confira na próxima página algumas ações que as redes podem adotar para garantir que o planejamento das escolas incorpore as novas tecnologias no processo de ensino e aprendizagem dos conteúdos previstos no currículo.

78% dos entrevistados acreditam que o uso do computador amplia as possibilidades de exploração dos conteúdos escolares

Todos plugados

Quanto mais professores usam computadores no dia a dia, maior a possibilidade de trabalharem conteúdos pedagógicos usando a tecnologia









A serviço da aprendizagem


Os laboratórios de informática começaram a chegar às 68 escolas de Ensino Fundamental de São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo, em 2002 (agora, a prefeitura estuda informatizar as 76 unidades que atendem à Educação Infantil).

"A incorporação das tecnologias ao projeto pedagógico foi um processo que demorou a ser compreendido", afirma Kátia Duarte Cruz Rocha, chefe de seção de Laboratório e Educação Tecnológica do município.

No início do programa, os professores de apoio elaboravam um plano de trabalho específico que constava como um capítulo do planejamento escolar - ou seja, caracterizava o laboratório como um espaço com objetivos próprios. Só em 2007, após muita reflexão coletiva, foi publicada a Proposta Curricular de Tecnologia da Informação, que representou um grande avanço no modo de conceber o uso pedagógico desses recursos. "Desde então, a orientação da rede vai no sentido de integrar os computadores às necessidades de ensino e aprendizagem de cada escola e cada professor", diz Kátia.

A EMEB Otílio de Oliveira é uma das que seguem a orientação à risca.

A escola tem um laboratório de informática com 18 computadores, acesso à internet, impressora, câmera digital e scanner, além de professores de apoio aos programas educacionais (pape). "Na reunião de planejamento, no início do ano, sentamos com os responsáveis pelas disciplinas e planejamos juntos o bom uso dos recursos tecnológicos, sempre pensando nos conteúdos previstos", explica Élida Ferrari Penhalver, pape da Otílio de Oliveira. "E, ao longo do ano, aproveitamos os horários de trabalho pedagógico coletivo para dar os ajustes necessários ao trabalho." Um bom exemplo dessa integração é um projeto desenvolvido atualmente pelos professores de Língua Portuguesa de quatro turmas de 4º ano sobre correspondências. Cada turma se comprometeu a apresentar o que aprendeu de uma forma diferente.

Um dos grupos optou por uma poesia e usou o Power Point para exibir o material na tela. Outro resolveu fazer uma paródia da música Fada, de Victor e Léo, que foi rebatizada de Carta. "Os meninos compuseram a nova letra, o filho da professora fez um arranjo e depois um grupo usou o laboratório de informática para gravar o registro de voz", conta Élida.

"Em todos os casos, as máquinas foram usadas para atender às necessidades de aprendizagem previstas pelos professores."


Fonte: http://revistaescola.abril.com.br/planejamento-e-avaliacao/planejamento/a-chave-para-o-sucesso-519553.shtml?fb_action_ids=3900055424720&fb_action_types=og.likes&fb_source=timeline_og&action_object_map=%7B%223900055424720%22%3A430253111122%7D&action_type_map=%7B%223900055424720%22%3A%22og.likes%22%7D&action_ref_map=[]

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Para nossa reflexão como famílias de pessoa com deficiência



Texto  Indutor da Campanha 2012 - Em busca da igualdade, estamos aqui.
De Elcira - Abril de 2012
Adorei esse texto, por isso compartilho com todos...




Como deveremos chegar a este objetivo?


Com satisfação sinto-me orgulhosa e feliz em poder colaborar como mãe, como gestora voluntária e como pedagoga, que há 32 anos faz parte da trajetória desta entidade, a nossa Apae, que tanto luta pela pessoa com deficiência intelectual e múltipla.
Estou orgulhosa porque como mãe, tive coragem, sabedoria e felicidade de sair de uma cidade do interior do Rio Grande do Sul e vir para a Capital do Estado em busca de atendimento especializado para meu filho Juliano Bernardi, hoje com 38 anos de idade.  Naquela época o atendimento em pequenas cidades do Rio Grande do Sul era precário, pois nossa entidade, Apae, estava recém iniciando suas atividades. Hoje, com o crescimento e aprimoramento de nossa entidade posso afirmar que o modelo de organização e qualificação das Apaes é um exemplo, referência no atendimento da Pessoa com Deficiência Intelectual e Múltipla em todo Brasil.

E por que isso acontece?

Porque temos nas comunidades, pessoas com espírito de solidariedade e altruísmo, que acreditam e possibilitam à pessoa com deficiência condições para seu crescimento e inclusão social. Através de campanhas e ações conjuntas com a Apae valorizando e acreditando na potencialidade da pessoa que necessita de apoio.

Porque temos o poder público que garante a cidadania da Pessoa com Deficiência e reconhece em nosso movimento, entidade que presta serviços de qualidade, realizando assim parcerias para manutenção de nossas escolas e cedência de profissionais, através de ações conjuntas e projetos, proporcionando à pessoa com deficiência seu passaporte para a cidadania e realização pessoal.  E para que isso aconteça, dirijo-me às diretorias, ás famílias e aos alunos.

Por que a Diretoria?

Porque é através do trabalho voluntário com responsabilidade, eficácia, transparência e comprometimento, que pais e amigos da Pessoa com Deficiência, dedicam-se horas, dias, meses e anos de seu tempo à gestão da entidade, oferecendo condições de apoio para o bom andamento da entidade.


 Por que as famílias?

Porque é primordial que a família, através de pais e irmãos aceitem a pessoa como ela é se fortalecendo como casal e filhos, na certeza de que iremos caminhar sempre juntos para frente, tropeçando as vezes, caindo muitas, mas levando adiante nossa missão, nossa tarefa, nossa responsabilidade na educação de nossos filhos.  Acredite, aceite seu esse filho, valorize o seu trabalho e o de nossa entidade, APAE, apoiando os profissionais que atendem nosso filho, participando das atividades da escola, pois se assim fizermos, tenho a certeza que o trabalho da APAE será enriquecido proporcionando assim um serviço qualificado.  Essa parceria escola-família é essencial para que nosso filho seja capaz de ser feliz, e de conviver em sociedade, visto que inclusão social deve ser iniciada dentro da família. Para que isso aconteça à família deve ser comprometida com seu filho e também com a entidade para que possamos dizer, estamos aqui em busca de igualdade.

Porque os profissionais?

Porque nós, pais, devemos acreditar e valorizar o profissional que presta serviço na entidade, que muitas vezes remove barreiras na capacitação e qualificação pessoal para ampliar seus conhecimentos e promover a aprendizagem de nossos filhos.

Por que aos alunos?

Porque é a razão principal do movimento apaeano. É pela pessoa com deficiência intelectual e múltipla que existe a nossa luta, na busca de bom atendimento e inclusão social, auxiliando e incentivando-os na sua formação. Assim estaremos, respeitando sua individualidade, potencialidade e suas limitações, favorecendo sua independência. Pequenos para alguns, mas grande para outros. Ajudando-o no seu desenvolvimento como pessoa digna e capaz de aprimorar o máximo seu potencial e expandir seus horizontes.

Não podemos deixar de pensar no significado do trabalho que desenvolvemos, arregaçando as mangas, nos empenhando em realizar novos projetos, novas ações, e propostas, procurando sempre agir, sempre caminhar, em direção aos objetivos propostos.

Para que isso aconteça devemos ampliar saberes, compartilhar experiência, voltar à atenção para o que acontece ao nosso lado e acima de tudo caminhar lado a lado com afeto, com respeito, realizando assim um trabalho de qualidade.

Se fizermos isso, descobriremos que o possível é mais amplo do que parece. Se isso acontecer, tenho a certeza que podemos dizer de peito aberto:

“Buscamos a igualdade, por isso estamos aqui”.


FONTE: http://www.apaebrasil.org.br/artigo.phtml/21202





Vem aí a SEMANA NACIONAL DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL E MÚLTIPLA 2012 – Federação Nacional das APAES






EM BUSCA DE IGUALDADE.  ESTAMOS AQUI!


A Semana Nacional da Pessoa com Deficiência Intelectual e Múltipla este ano aborda esta temática importante, típica dos dias de hoje, quando etapas foram superadas daquela antiga visão de pessoas com deficiência intelectual como seres doentios, sem nenhuma iniciativa, nenhum desejo que se pudesse chamar seu, existia aos olhos dos observadores.
As últimas décadas, tanto no Brasil como no resto do mundo, vêm marcando a presença cada vez mais atuante de jovens e adultos com deficiência intelectual, a bem dizer, também de outras deficiências, em busca de seus direitos de cidadania que durante tantos séculos lhes tem sido negados.

O movimento apaeano teve participação muito grande na evolução que se nota das grandes questões de interesse de pessoas com deficiência intelectual e suas famílias, pois desde as primeiras Apaes fundadas no Brasil e logo no começo do movimento a fundação da Federação Nacional das Apaes, na cidade de São Paulo, em 10 de novembro de 1962, houve um florescimento de nossas organizações em escala crescente.


As novas Apaes foram criando suas estruturas próprias e dentro delas os pais foram colhendo conhecimentos, a princípio uns dos outros, houve logo interesse em colher informações sobre a questão da pessoa com deficiência intelectual em outras regiões do planeta.  Naqueles primeiros anos de trabalho, lembramos bem, dizia-se “os fracos da ideia”, “os mongoloides”, “débeis mentais”, uma série de denominações, colocadas pelo vulgo e que eram o chavão da época.

Além disso, se surgia um crime destacado, que chamava a atenção, o eventual criminoso sempre era chamado de débil mental, retardado, pois constituíam no atraso da época os bodes expiatórios de tudo que havia de ruim na sociedade.
Os anos foram passando, não só no Brasil, no mundo, e contribuiu muito para uma mudança total de valores o enorme progresso das comunicações entre pessoas, sociedades e povos.


Do antigo rádio que nos acompanhou em nossa meninice distante chegamos em 1950 ao início das irradiações da televisão, uma coisa espantosa que não parecia verdadeiro, de repente podíamos ver à nossa frente uma série de pessoas falando, se movimentando, surgiram os teatros da televisão, as primeiras tele-novelas, tudo isso foi contribuindo para que o tema – retardamento mental da época – fosse discutido fora dos quartos de dormir, entre os pais ansiosos e muitas vezes envergonhados de terem tido um filho assim tão diferente da média.

Lembro como se fosse hoje, à noite em que pela primeira vez uma Apae, no caso a Apae de São Paulo, de que havíamos sido fundadora com um grupo de outros pais aflitos, foi convidada a participar de uma mesa redonda, imaginem! à noite,  nos estúdios da TVCultura, que naquele anos, 1962, era localizada na rua 7 de abril num prédio comum onde ocupava algumas salas na cidade de São Paulo.
Estavam presentes o então Presidente da Apae de São Paulo, o amigo Gilberto da Silva Telles, o Juiz de Menores da época Dr. Aldo Assis Dias, um psiquiatra infantil Dr. Haim Grunspun, Dra. Betty Lichetenstein e nós mesmas que tínhamos a incumbência que nos fora dada pela sempre amiga e sempre presente mãe da Apae, Alda Moreira Estrázulas, de representar as mães da Apae, dirigindo algumas palavras de alento as mães que, como nós mesmas, tínhamos em casa um filho com deficiência intelectual, um filhinho retardado na linguagem da época.

Foi esse um primeiro passo hesitante, mas muito importante porque como havia poucos aparelhos de TV e poucos programas não só as nossas famílias, mas grande parte dos paulistanos ouviu a discussão do tema deficiência mental e as palavras finais de uma mãe, coisa raríssima na época tanto assim que foi a inauguração de nossos contatos com a TV.
A partir de então, com o crescimento rápido de muitas Apaes por todo o Brasil, e principalmente quando em 1966 a Federação Nacional das Apaes filiou-se à então Liga Internacional de Associações Pró Pessoas com Deficiência Intelectual, sediada em Bruxelas, Bélgica, rebatizada no Congresso Mundial de 1994 em Nova Delhi, na Índia, como Inclusion International, começamos a compreender melhor o valor humano de nossos filhos e que deveríamos formar uma corrente de energia e de esperança ao redor do mundo para defender o seu valor humano, tão posto de lado.

Hoje, abril de 2012, fala-se muito e com toda a razão da igualdade de oportunidades, de direitos, direito a uma vida independente e digna na comunidade, de nossos filhos e amigos que de pequenos, há 50 anos, passaram a adultos e começam a envelhecer conosco, pais pioneiros!
Foi muito importante que as próprias pessoas com deficiência intelectual se unissem em alguns países, inicialmente, hoje em quase todo o planeta, em grupos chamados de “selfadvocates” ou em português autodefensores, como são conhecidos no Brasil e em muitos outros países.
Precisamos ouvir a voz de nossos autodefensores no Brasil e em qualquer parte do mundo.  Eles estão por aí, ansiosos por participar da sociedade a que legitimamente pertencem.  Daí o tema central de nossa próxima Semana Nacional:

EM BUSCA DE IGUALDADE.  ESTAMOS AQUI!


O documento de alcance mundial mais debatido e analisado em todo o mundo é, sem sombra de dúvida, a Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência.  Seus artigos são inovadores e muito ousados, mas devem ser respeitados em sua inteireza porque representam anos de pesquisa, infindáveis reuniões nas Nações Unidas de representantes das pessoas com deficiência intelectual, seus familiares e os inúmeros voluntários que têm dado o melhor de si a nossa causa. Todo esse exército de gente de boa vontade debateu, exaustivamente, cada item da Convenção.

No Brasil ela faz parte da Constituição brasileira, o que demonstra o avanço que tivemos em nosso país em relação ao tratamento dado a pessoas com deficiência intelectual.
Essas pessoas, crianças, jovens e adultas, devem de fato estar aqui.  É somente quando nós mesmos saímos a campo defendendo seus interesses, seu direito à vida, à sexualidade, a uma vida independente, a um emprego digno e a uma aposentadoria justa, que seremos ouvidos.  Ninguém pode falar por nós, pais, se não conhecem os nossos anseios, nossas angústias, nossos medos e, ainda, a nossa enorme coragem interior que é justamente o que caracteriza nossos queridos amigos e filhos com deficiência intelectual.

Quem convive com um filho com deficiência intelectual grave, com múltiplas deficiências como nós, durante 56 anos, sabe o que está dizendo quando afirma que pessoas com essa deficiência são em verdade donas de uma personalidade riquíssima, em que sentimentos de afetividade e dignidade pessoal são seus maiores tesouros.

Maria Amélia Vampré Xavier - Assessora da Diretoria de Assuntos Internacionais-Fenapaes.





I EXPOSIÇÃO DE ARTES (pintura em tela)

Tema: "Em busca de igualdade. Estamos aqui!"
Data: 20 a 31 de agosto/2012.
Local:  Câmara dos Deputados - Espaço Mário Covas – Anexo II – Pavimento Inferior – Brasília/DF.
Realização: FEDERAÇÃO NACIONAL DAS APAES-FENAPAES// Coordenação Nacional de Arte.




Obra:  Apae de Maravilha – SC / Artista: Idélia Menin




quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Professor precisa se apropriar das Tecnologias... Que dirá o professor do AEE . Confiram a reportagem !


Quanto mais o professor toma contato e incorpora as novas tecnologias no seu dia-a-dia, melhor será seu desempenho no papel de orientador e facilitador da aprendizagem do aluno.



Educadores e sala de informática: por onde começar?
Mílada Tonarelli Gonçalves

Muito se fala da necessidade de incorporar o uso da sala de informática à prática pedagógica. No cotidiano, os alunos pedem para utilizá-la, o professor gostaria de freqüenta-la, mas algumas vezes não se sente seguro. O coordenador pedagógico quer ajudar, mas nem sempre sabe como. O que fazer? Por onde começar?
 

Tudo fica mais fácil quando se conhece a relação dos educadores com a informática, seus hábitos de uso e necessidades. Com um diagnóstico inicial em mãos, é possível planejar e propor exercícios para os educadores com grandes chances de sucesso, auxiliando-os nas atividades com seus alunos no laboratório.

diagnóstico inicial pode ser feito a partir de um formulário que os educadores preenchem e devolvem ao responsável pela sala de informática e/ou coordenador pedagógico para que os dados sejam tabulados.

Esse formulário é uma sugestão e pode ser adaptado conforme as necessidades de cada escola e grupo. Ele contribui para a coleta de dados dando uma idéia geral das habilidades, necessidades e hábitos do professor quanto ao uso da Internet em sua vida pessoal e na escola. Além da Internet, o uso de aplicativos também pode ser levantado, já que são importantes ferramentas no trabalho com o computador.

Recomenda-se que a maioria das questões seja de múltipla escolha, para facilitar o tratamento dos dados. Perguntas abertas também são interessantes para que o educador possa expressar os motivos pelos quais não utiliza o laboratório com seus alunos.

As respostas contabilizadas oferecem um panorama da relação dos educadores com a informática e com o uso da sala, além de apontar as necessidades específicas de cada um.

Com esse material em mãos, fica mais fácil saber por onde começar. Exemplos:


  •  se os educadores ainda não navegam na Internet
    seria interessante reuni-los no laboratório para que conheçam os sites de busca, realizem pesquisas e aprendam a navegar;
  •  se a maioria dos professores não tem e-mailuma alternativa é a organização de encontros em que eles criariam um endereço eletrônico com o auxílio de outro professor ou monitor


  •  :: Todos os professores com e-mail!
    Foi o que fez a professora Paloma Godoi, responsável pela sala de informática da Escola Municipal de Ensino Fundamental Pracinhas da FEB, na cidade de São Paulo. Com a aplicação do formulário, Paloma detectou que os educadores ainda não possuíam um e-mail. Ela organizou seu horário e ajudou-os a criarem um endereço eletrônico e se cadastrarem no EducaRede.

    Paloma diz que depois desta atividade a freqüência dos educadores na sala de informática aumentou. “Muitos professores que não utilizavam o laboratório começaram a freqüentá-lo regularmente para fazer a checagem de seus e-mails. Alguns achavam que criar um endereço eletrônico era uma coisa muito difícil e, antes de abrirem os seus, até relutavam em trazer os alunos para que eles também o fizessem”.
    A professora Paloma conta ainda que, além da checagem, os educadores passaram a navegar na Internet. Ela percebeu que eles começaram a levar indicações de sites para seus alunos por conta própria, sem o auxílio dela, como ocorria anteriormente.

    “Alguns educadores são bem assíduos na checagem de e-mails e outros o fazem em suas casas Eu mesma recebo várias mensagens deles e de outros orgulhosos de poderem falar aos filhos, que agora também têm endereço eletrônico. Outro fato interessante é que muitos funcionários da escola (agentes escolares, merendeira, inspetor de alunos) também criaram um endereço eletrônico e têm o costume de utilizá-lo.”


    http://www.educared.org/educa/index.cfm?pg=internet_e_cia.informatica_principal&id_inf_escola=69


    Alunos e professores devem se apropriar das Tecnologias da Informação e Comunicação no âmbito escolar e você, professor da Sala de Recursos Multifuncionais fazer uso das Tecnologias Assistivas, tornando as ferramentas digitais acessíveis ao seu aluno com Necessidades Educativas Especiais... Fica a dica!
    Andréa Padilha


    O educando Arthur realizando pesquisa em Site de Busca


    Gravando o texto que produziu na Sala Multiespecial


                                  Criando um livro digital no Power Point

    segunda-feira, 13 de agosto de 2012


    Quanto a minha história na Sala Multifuncional ?







    Eu Apenas Queria Que Você Soubesse

    Eu apenas queria que você soubesse
    Que aquela alegria ainda está comigo
    E que a minha ternura não ficou na estrada
    Não ficou no tempo presa na poeira
    Eu apenas queria que você soubesse
    Que esta menina hoje é uma mulher
    E que esta mulher é uma menina
    Que colheu seu fruto flor do seu carinho
    Eu apenas queria dizer a todo mundo que me gosta
    Que hoje eu me gosto muito mais
    Porque me entendo muito mais também
    E que a atitude de recomeçar é todo dia toda hora
    É se respeitar na sua força e fé
    E se olhar bem fundo até o dedão do pé
    Eu apenas queira que você soubesse
    Que essa criança brinca nesta roda
    E não teme o corte de novas feridas
    Pois tem a saúde que aprendeu com a vida



    " ...E que a atitude de recomeçar é todo dia toda hora
    É se respeitar na sua força e fé "


    Se for para RECOMEÇAR, vamos lá...


    sábado, 11 de agosto de 2012

    Confiram: Formação Continuada promovida pela FEAPI / CEMESPI


    Olá Amigos! Estarei ministrando um dos Workshops nessa Formação Continuada promovida pela FEAPI a professores da Rede Municipal de Ensino de Itajaí !

    Confiram abaixo a programação do evento...

    PROGRAMA DE CURSO

                                                                             

    CURSO: FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFISSIONAIS EM EDUCAÇÃO INCLUSIVA
    C.H: 40 h/a  


    CIT: 018/12 EGC

    Área: Gestão Pública

    Cursos e Programas: Formação Continuada
    Tipo: Capacitação

    Objetivo: Desenvolver habilidades, nos profissionais da Rede Municipal de Itajaí (SC), para acolher, orientar, produzir e utilizar recursos tecnológicos, na construção de ações pedagógicas para escolas públicas inclusivas.

    Vagas ofertadas por turma
    Mínimo
    15
    Máximo
    30

    Requisito de acesso: Servidor público municipal da Rede Municipal de Ensino.


    Turma 1: Escola Básica João Duarte
    Turma 2: Escola Básica Gaspar da Costa Moraes
    Turma 3: Escola Básica Judith Duarte de Oliveira
    Turma 4: Escola Básica Aníbal Cesar
    Turma 5: Escola Básica Tereza Bezerra de Athayde
    Turma 6: Centro Educacional Pedro Rizzi
    Turma 7: Centro Educacional de Cordeiros
    Turma 8: Escola Básica Francisco Celso Mafra
    Turma 9: CEMESPI
    Turma 10: Escola Básica Avelino Werner

    Período de Realização: 01/08 a 11/10/2012
    Turno: Noturno
    Cronograma: 4ª feira – 01/08 – Palestra de abertura
                            5ª feiras – 02, 09,16, 23, 30/08; 06, 13, 20, 28/09 e 04, 11/10.


    Critérios de Aprovação:
    - Frequência: 75% de frequência do total da carga horária de cada disciplina;
    - Avaliação Mínima: 70% de desempenho;
    - Elaboração de Estudos de Caso.

    Certificado: Formação Continuada de Profissionais em Educação Inclusiva


    Metodologia:
    - Realização de duas palestras para todos os participantes, no início e término do curso, com duração de três horas cada palestra, totalizando seis horas no total;
    - Oferta de cinco workshops com temas específicos para 30 participantes, no sistema de rodízio, com duração total de 30 horas.
    -Elaboração de estudos de caso, na modalidade à distância, com duração de quatro horas/aula.

    Ministrantes:
    Profa. Esp. Elizete Maria Wolff da Costa
    Profa. Msc. Maria Rosa Rocha dos Santos Schutz
    Profa. Esp. Eliane Caetano Venturella
    Prof. Esp. Marco Ávila
    Prof. Msc. Marcelo Neiva
    Prof. Esp. Andrea Regina Marques Padilha
    Prof. Edimar Leite


    EMENTA


    PALESTRA DE ABERTURA
    TEMA
    APRENDENDO A RECEBER À DIVERSIDADE NA ESCOLA PÚBLICA
    C.H
    3 h/a
    PALESTRANTE
    Marco Ávila
    Acolhimento. Promoção da Autonomia. Pilares da Aprendizagem. Identidade de Grupo. Responsabilização. Diferença. Preconceito. Participação. Educação Emocional do Professor.

    WORKSHOP I
    TEMA
    PRÁTICAS INCLUSIVAS PARA SALA DE AULA
    C.H
    6 h/a
    IMINISTRANTE
    Elizete M. Wolff da Costa
    Papel do Professor. Planejamento. Definição de Estratégias. Propostas de Intervenção.

    WORKSHOP II
    TEMA
     O ESPORTE COMO INSTRUMENTO DE INCLUSÃO
    C.H
    6 h/a
    MINISTRANTE
    Marcelo B. Neiva
    Concepção de Esporte. Sugestões de Jogos Cooperativos. Definição de Competências e Habilidades. Planejamento. Propostas de Oficinas. Participação. Avaliação.

    WORKSHOP III
    TEMA
    MATERIAIS PEDAGÓGICOS ADAPTADOS
    C.H
    6 h/a
    MINISTRANTE
    Eliane Caetano Venturella
    Análise e Construção de materiais pedagógicos adaptados. Jogos pegagógicos para o Ensino Fundamental.

    WORKSHOP IV
    TEMA
     ESTRATÉGIAS DE INCLUSÃO SOCIODIGITAL
    C.H
    6 h/a
    MINISTRANTE
    Andrea Padilha
    Recursos hardware acessível: teclado, mouse, acionadores, monitor, capacete com ponteira, pulseira de pesos, colmeia, entre outros. Recursos de software acessível: leitores de tela; ampliadores de tela e de caracteres; simuladores de teclado e de mouse; sintetizadores de voz, entre outros. Mídias digitais acessíveis: áudio-livro; livro digital; atividades lúdicas e jogos pedagógicos.



    WORKSHOP V
    TEMA
    INSTRUMENTOS EFICAZES DE AVALIAÇÃO NO ENSINO À DIVERSIDADE
    C.H
    6 h/a
    MINISTRANTE
     Maria Rosa Rocha dos Santos Schutz
    Avaliação da Aprendizagem. Habilidades. Instrumentos e Critérios de Avaliação. Modelo de Instrumento para Registro e Acompanhamento da aprendizagem.



    PALASTRA DE  ENCERRAMENTO
    TEMA
    ENSINANDO PARA AUTONOMIA: VIVÊNCIAS E EXPERIÊNCIAS!
    C.H
    3 h/a
    PALESTRANTE
    Edimar Leite
    Exemplos de vivências e relato de experiências bem sucedidas voltadas para a conquista da autonomia de alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação, que podem ser aplicados nas escolas públicas municipais.

    AVALIAÇÃO FINAL
    ELABORAÇÃO DE ESTUDOS DE CASO

    C.H
    4 h/a
    Formação de grupo de trabalho por unidade escolar para refletir, estruturar e desenvolver um  plano de intervenção para a inserção de sujeitos com necessidades especiais no tempo e no espaço da sala de aula.

       Celio Furtado                                                                                  Claudia A. Pacheco

        Diretor EGC                                                                               Coordenadora de Cursos