PROJETO EM ANDAMENTO 2016

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quinta-feira, 6 de setembro de 2012

A importância do desenvolvimento de Habilidades Funcionais do Educando no AEE


Um relato para reflexão de todos (inclusive de pais de ANEEs): 

O MEU IRMÃO



O meu irmão tem 18 anos e um QI de 30-40. Está na escola há 12
anos. Teve ensino individualizado durante vários anos e aprendeu imensas coisas!
O meu irmão coloca 100 pregos num quadro de furos em menos de 
10 minutos com 95% de êxito.Mas não consegue por moedas numa máquina de refrigerante.
Se lhe pedirem, consegue apontar o nariz, braço, ombro, pé, perna, 
cabelo e orelha. Ainda não sabe bem o pulso, tornozelo e quadril. Mas não assoa o nariz sozinho.
Consegue fazer um quebra-cabeça de animais com 100% de êxito e

colorir um boneco dentro das linhas. Mas gosta mais de música. No entanto nunca ninguém lhe ensinou a ligar um rádio.
Consegue dobrar folhas de papel ao meio e em quatro partes.Mas não consegue dobrar as suas roupas.
Consegue separar blocos por cor, mesmo que tenham dez cores
diferentes!Mas não consegue separar as roupas, coloridas das brancas para lavar.
Consegue fazer lindas cobras com massinha.Mas não consegue amassar a massa do pão nem cortar biscoitos.
Consegue enfiar contas num fio, com cores alternadas seguindo um 
padrão. Mas não consegue amarrar os sapatos.
Consegue dizer os nomes de todas as letras que lhe apresentem num 
cartão com 80% de êxito. Mas não consegue fazer a diferença entre o sinal de banheiro para homem e mulher quando vai ao McDonald’s. 
É possível dizer-lhe que está chovendo e ele pega uma nuvem de 
feltro e coloca-a num quadro no dia certo (com assistência). Mas ainda não sabe que deve levar capa de chuva para a rua quando está chovendo.
Aponta para 100 imagens diferentes nas cartas do Peabody (um 
teste de vocabulário) com 100% de êxito. Mas não consegue pedir um hambúrguer apontando para uma imagem.
Consegue andar numa trave para frente e para trás.Mas não sobe as escadas sem assistência para se sentar no lugar quando vai a um jogo de basketball. Consegue contar até 100 sem problema. Mas não sabe quanto deve pagar por um McDonald’s especial.
Consegue por um cubo em cima, ao lado, e debaixo de uma caixa. Mas não consegue achar o cesto de lixo e por lá dentro os restos da refeição no McDonald’s.
Senta-se em circulo, com comportamento adequado, e canta
“Cirandinha”. Mas não há ninguém na vizinhança que goste de fazer isso.

 Fonte:  http://www.ahimsa.org.br


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