PROJETO EM ANDAMENTO 2016

PROJETO EM ANDAMENTO 2016
Visitem no Facebook

domingo, 6 de outubro de 2013

19 filmes que trazem o Autismo e o Asperger


19 filmes que trazem o Autismo e o Asperger



 Filmes são sempre uma boa pedida e, consequente, uma boa dica. Estão prontos para nossa lista com 19 filmes sobre Autismo? Alguns são mais antigos e abordam o tema da relação com os pais, outros relatam algumas outras relações valiosas, como com animais e com esportes.
Listamos dos mais antigos aos mais recentes:
1. Rain Man (1988)
O insensível Charlie Babbitt espera receber uma grande herança após a morte de seu pai, a quem ele não vê há anos. Mas Raymond (Dustin Hoffman), seu irmão mais velho, internado em uma instituição médica, alguém cuja existência Charlie ignorava até então, é quem recebe toda a fortuna. Raymond é um “autista sábio” com habilidades mentais seriamente limitadas em algumas áreas, mas com capacidade de gênio em outras. Quando Charlie rapta Raymond, a longa e maluca viagem atravessando o país, rumo a Los Angeles, ensina a ambos algumas lições sobre a vida
2. Gilbert Grape: Aprendiz de Um Sonhador (1993)
Na pequena cidade de Endora, Gilbert cuida de seu irmão autista Arnie e de sua mãe extremamente obesa. A cidade é calma e a vida segue seu rumo, até que Becky aparece, e Gilbert se apaixona por ela. Agora ele terá que lidar com a problemática família ao mesmo tempo em que quer aprender os segredos da moça.
3.Testemunha do Silêncio (1994)
Não há pistas, nem motivos, nem suspeitos. E a única testemunha ocular sabe que nem tudo poderá ser dito. Ele é uma criança autista de nove anos cujas memórias do brutal massacre de seus pais estão seladas dentro dele, a não ser que um determinado e carinhoso psicólogo infantil possa acessá-las.
4. À Sombra do Piano (1996)
Franny luta por mais de trinta anos para dar apoio e respeito a Rosetta, sua irmã mais nova, que é autista. Ela acredita que Rosetta tenha uma intensa vida emocional e intelectual escondida sob o seu rosto impassível. O principal obstáculo é a mãe, Regina, uma cantora lírica que abandonou a carreira para se dedicar à família e agora, amarga e ressentida, é obcecada por controle e carente de adulação.
5. Código Para o Inferno (1998)
Art Jeffries (Bruce Willis), um renegado agente do FBI, combate inescrupulosos agentes federais para proteger Simon, um garoto autista de 9 anos, que desvendou um “indecifrável” código secreto. Ele consegue ler o Mercury, um avançado código criptográfico do governo americano, tão facilmente, quanto outros garotos lêem inglês. Essa habilidade, torna vulnerável esse código de 1 bilhão de dólares, especialmente se os inimigos do governo descobrirem Simon e o capturarem. Nick Kudrow (Alec Baldwin), chefe do projeto Mercury, ordena que a “ameaça” seja eliminada, sem imaginar que Jeffries está envolvido.
6. Ressurreição (1998)
Conta a história de uma jovem mulher (Loretta), que vive em Chicago com sua mãe e dois filhos, uma delas (Tracy) tem autismo. Por insistência da mãe, Loretta vai passar o verão com as filhas em uma cidadezinhade interior, onde vivem seu tio e sua tia (que têm alzheimer). Durante sua estadia, aprende a lidar melhor com os problemas dos filhos e os seus próprios.
7. Experimentando a Vida (1999)
Elisabeth Shue interpreta Molly, uma jovem autista que sai do período de internação e fica sob os cuidados de seu irmão, Buck (Aaron Eckhart). Ele permite que a irmã inicie um tratamento experimental. Molly se transforma em um gênio, com inteligência superior, para a surpresa de Buck. Mas esse progresso acaba sendo relativo, já que Molly não se livra completamente da sua extrema concentração autista. Buck e sua irmã enfrentam agora outro grande desafio.
8. Uma Viagem Inesperada (2004)
Quando Corrine descobre que seus dois filhos gêmeos são autistas, ela fica inconformada, mas acaba aceitando o veredito. Ela então conta ao marido sobre o fato, e ele lhe diz que não quer lidar com o problema do autismo. Por isso, Corrine o abandona, e passa a criar os meninos sozinha. Ela os coloca numa escola e não informa sobre problema dos meninos. Mas a atitude estranha das crianças faz com que os professores a acusem de maus tratos e, quando Corrine conta a verdade, eles a mandam procurar outra escola.
9. Loucos de Amor (2005)
Donald Morton (Josh Hartnett) e Isabelle Sorenson (Radha Mitchell) sofrem da síndrome de asperger, uma espécie de autismo que provoca disfunções emocionais. Donald trabalha como motorista de táxi, adora os pássaros e tem uma incomum habilidade em lidar com números. Ele gosta e precisa seguir um padrão em sua vida, para que possa levá-la de forma normal. Entretanto, ao conhecer Isabelle em seu grupo de ajuda tudo muda em sua vida.
10. Um Certo Olhar (2006)
Alex Hughes, um ex-presidiário, está viajando para Winnipeg para ver um velho amigo. Ao longo do caminho, ele encontra o chato, mas vivaz, Vivienne Freeman que consegue pegar uma carona com ele, mas o veículo de Alex sofre um sério acidente, que mata Vivienne. Alex decide então falar com a mãe de Vivienne e vai até sua casa. Lá, ele descobre que a mãe, Linda, é uma mulher autista de alta funcionalidade. Ela o convence a ficar mais tempo, após o funeral e, naqueles dias, Alex descobre novas amizades e aprende mais sobre a singularidade de Linda mesmo enquanto ele se esforça para lidar com sua própria dor.
11. O Nome dela é Sabine (2007)
A atriz Sandrine Bonnaire narra a história da irmã Sabine, que é autista, através de imagens filmadas ao longo de 25 anos. Sandrine testemunha o momento atual de Sabine, que depois de uma estadia infeliz em um hospital psiquiátrico, passa a viver em uma estrutura adaptada a ela. E, dessa forma, numa casa na região de Charente, na França, reencontra a felicidade. A partir desse episódio, o documentário mostra a penúria e o despreparo de algumas instituições especializadas e as dramáticas conseqüências que podem causar aos doentes.
12. Ben X: A Fase Final (2007)
Ben é um jovem que sofre da síndrome de asperger e que se isola em sua própria realidade no mundo de Archlord, um jogo virtual. Seu modo de vida causa estranheza em seus colegas de classe, que o julgam e não o aceitam.
13. Sei Que Vou Te Amar (2008)
Thomas Mollison é um jovem de 16 anos que quer apenas ter uma vida normal. Seu irmão mais velho, Charlie, tem autismo e TDAH e o funcionamento de toda sua família gira em torno de lhe oferecer um ambiente de vida seguro. Ao se mudar para uma nova casa e uma nova escola, Thomas conhece Jackie Masters e começa a se apaixonar por ela. Quando sua mãe fica confinada na cama devido à gravidez, Thomas então deve assumir a responsabilidade de cuidar de seu irmão, o que pode custar a sua relação com Jackie, especialmente quando isso desencadeia um violento confronto na família em sua festa de aniversário.
14. Mary e Max: Uma Amizade Diferente (2009)
Uma história de amizade entre duas pessoas muito diferentes: Mary Dinkle, uma menina gordinha e solitária, de oito anos, que vive nos subúrbios de Melbourne, e Max Horovitz, um homem de 44 anos, obeso e judeu que vive com síndrome de asperger no caos de Nova York. Alcançando 20 anos e 2 continentes, a amizade de Mary e Max sobrevive muito além dos altos e baixos da vida. Mary e Max é exploram a amizade, o autismo, o alcoolismo, de onde vêm os bebês, a obesidade, a cleptomania, a diferença sexual, a confiança, diferenças religiosas e muito mais.
15. O Menino e o Cavalo (2009)
O jornalista britânico Rupert Isaacson se apaixonou pela americana Kristin Neff, professora de psicologia, quando viajava pela Índia. Sete anos depois, em 2001, nasceu seu filho Rowan. O mundo parecia perfeito até o menino ser diagnosticado com autismo. Tendo recorrido a todo tipo de terapia, sem sucesso, Rupert decide apostar numa jornada espiritual. Percebendo o amor do filho por cavalos, ele pesquisa como conciliar este fato com a busca por uma técnica de cura ancestral. A família parte assim para a Mongólia, onde, cavalgando por milhas, irão atrás do xamã mais poderoso da região.
16. A Mother’s Courage: Talking Back to Autism (2009)
Narrado por Kate Winslet, este inspirado filme mostra a busca de uma mulher para desbloquear a mente de seu filho autista. Margret encontra os principais especialistas e advogados no assunto e se conecta com várias outras famílias tocadas pelo autismo. À medida em que se depara com terapias inovadoras, Margret encontra a esperança de que seu filho possa ser capaz de se expressar em um nível que nunca pensou ser possível.
17. Adam (2009)
Adam, um rapaz com síndrome de asperger, é apaixonado por astronomia, e passa a morar sozinho após a morte do pai. Tem um único amigo para apoiá-lo, Harlan. O filme trata do seu relacionamento com uma nova vizinha, a professora Beth. Foi escrito e dirigido por Max Mayer, que teve a ideia quando ouviu uma entrevista de um homem que sofria da doença. Foi premiado no Sundance Film Festival e no Method Fest Independent Film Festival do ano seguinte.
18. Temple Grandin (2010)
É baseado no livro Uma Menina Estranha, da própria Temple, uma mulher com autismo que acabou se tornando uma das maiores especialistas do mundo em manejo de gado e planejamento de currais e matadouros
19. Um Time Especial (2011)
Baseado no livro The Legend of Mickey Tussler, o filme conta a história de um técnico de uma liga juvenil de beisebol que chama um garoto com autismo para ser seu lançador. Os dois terão que vencer preconceitos e a rejeição de alguns jogadores do time para seguir em frente.

Fonte: http://www.reab.me/2013/10/19-filmes-que-trazem-o-autismo-e-o-asperger-preparados-para-assistir/

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

O autismo da atriz Daryl Hannah e o conceito de “diferença” - Por: Roberto Amado



A atriz Daryl Hannah, que fez parte do elenco de filmes com "Blade Runner" e "Kill Bill", deu entrevistas falando abertamente sobre as dificuldades que enfrentou, principalmente na infância, por ser autista. "Era muito amedrontada e insegura", disse ela ao site da Fox News. Os médicos queriam interná-la sob a alegação de que apresentava "timidez debilitante", mas, por persistência da mãe, mudaram-se para Los Angeles. Ela estava com 17 anos. Hoje, aos 52, tem carreira consolidada no cinema.

Não são raros os casos de autistas célebres — pessoas que possuem diferenças neurológicas, são produtivas, mas que têm dificuldades de se ajustar ao padrão social e, por isso mesmo, são excluídas.
Mas o diagnóstico depende muito do especialista — do seu método e da sua percepção sobre o paciente. Para uma boa parte deles — psiquiatras, médicos e terapeutas —, o diagnóstico de qualquer forma de autismo é feito por meio de um longo questionário cujas respostas valem pontos. Dependendo da soma desses pontos, o exame conclui se o indivíduo é ou não autista. E normalmente esse indivíduo está fadado a sofrer exclusão social e, em alguns casos, como o de Daryl Hannah, correr o risco de ser internada.

Mas para uma outra escola de especialistas, a Síndrome de Asperger é só um rótulo. Nela, está o pediatra e psiquiatra Wagner Ranna, especialista em somatização de doenças, que aborda a questão de outra maneira: "Para eu chegar a um diagnóstico, faço, pelo menos, seis sessões com o paciente", diz ele. A diferença dos métodos determina que o importante não são os parâmetros rígidos de avaliação, mas sim a percepção das verdadeiras características do indivíduo.

Pessoas como Daryl Hannah não podem ser simplesmente rotuladas como portadores de uma doença, principalmente se são produtivas e apresentam um comportamento social aceitável. Nesse caso, segundo Ranna, são apenas "diferentes". Diferentes no comportamento social, na comunicação e em alguns hábitos e gestos estranhos, digamos assim. E de certa forma, ser "diferente", segundo o médico, não quer dizer nada. "Afinal, todos somos diferentes uns dos outros. Há aqueles que têm dificuldades em alguma atividade específica, mas têm habilidade para fazer outras. No fundo, todos somos assim", diz.

O cérebro, por exemplo, é como uma impressão digital: não há um igual ao outro, nem mesmo em gêmeos univitelinos, argumenta Ranna, que é especialista em saúde mental de crianças e adolescentes e um pioneiro no Brasil na detecção de distúrbios do autismo na primeira infância. "O ser humano é muito diverso. É uma perda de tempo ficar excluindo e estigmatizando pessoas com a Síndrome de Asperger, por exemplo", diz ele. "O mais importante não é tentar eliminar os sintomas, como se fosse uma doença. Se o comportamento do indivíduo não o impede de estar em grupo, não há motivo para isso. A ideia é fazê-lo se integrar na sociedade com todas as suas diferenças. Afinal, é a diferença que produz a qualidade. A sociedade tem necessidade de criar padrões de comportamento e o que estiver fora desses padrões recebe rótulos", diz o médico. "Afinal, alguns indivíduos considerados autistas podem dar enorme contribuição à sociedade, serem brilhantes no que fazem".

O tema, na verdade, é a constatação da necessidade social de estabelecer parâmetros de normalidade, para que as pessoas possam aceitar ou não o indivíduo. Nesse raciocínio, se Hannah é autista e não é "normais", não pode ser ídolo nem gênio — o que é uma forma aguda de preconceito.
Justamente para combater esse limites impostos pela sociedade que surgem manifestações que sustentam a aceitação social da "neurodiversidade". Ou seja: variações normais do genoma humano que determinam grande diversidade da condição neurológica, mas que não impedem que o indivíduo seja produtivo e, à sua maneira, adaptado à sociedade. Essas manifestações, como por exemplo a organização americana Aspies for Freedom (liberdade aos portadores da Síndrome de Asperger), celebram a condição "diferente" dos portadores da síndrome e preconizam sua plena aceitação social, não como doentes, mas como indivíduos normais.




segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Depoimento de uma família : O tablet pode transformar a vida do autista


Publico abaixo o depoimento de uma família, retirado do site: http://bemvindoaholanda.com/tablet-transformar-vida-autistas/
Publicado a 30 Setembro, 2013
Por Tiago Fernando


Com o surgimento das novas tecnologias o desenvolvimento e a comunicação de um autista se tornou mais fácil. Por vezes a família não consegue compreender e desenvolver a criança com autismo, nos dias de hoje existem várias tecnologias que podem auxiliar os pais e o autista nestes aspetos.
O Tablet é uma dessas tecnologias que ajuda na interação e desenvolvimento do autista, com tela sensível ao toque e uma diversidade de aplicativos que estimulam a coordenação motora, fala, concentração, raciocínio, entre outros aspectos. A criança se diverte em quanto se exercita. Diversos especialistas recomendam a utilização do Tablet com moderação, segundo o psiquiatra coordenador do Programa de Transtornos do Espectro Autista do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo Estevão Vadasz o tablet pode ser utilizado por familiares e profissionais para se comunicar ou desenvolver o autista.
O Tablet pode assim ser usado de forma complementar aos tratamentos, através de jogos didáticos que visam o estímulo e de exercícios, mas o Tablet não faz mágica é necessário supervisionar as atividade da criança, para que o mesmo não se perca na internet ou outro tipo de atividade.
A sua utilização deve ser limitada, os especialistas recomendam que a sua utilização não ultrapasse ás 2 horas diárias.
Existe uma diversidade de aplicativos gratuitos e pagos que podem ser encontrados para Android e IOS. Após um rápida pesquisa no google play(Android)

APLICATIVOS QUE PODEM AJUDAR CRIANÇAS AUTISTAS
- Que-fala: este aplicativo ajuda a criança a se comunicar através do uso de pictogramas.

- FalaFácil Autismo: versão semelhante ao Que-Fala.

- ABC em PT: Possui imagens e áudio de todas as letras do alfabeto, números e 10 animais.

- My Little Memory Game Lite: Jogo de memoria

- Bubble Buster: o objetivo deste jogo é estourar balões de diversas cores, estimula a coordenação motora

- Labyrinth Lite: Como o nome diz é um labirinto, estimula a coordenação motora e raciocínio.

-Adapt: este aplicativo é extremamente interessante possui recursos semelhantes ao Que-fala e possui um teclado virtual para a criança ou adulto se comunicar através da escrita


By Tiago Fernando -  “Nós não somos especialistas, apenas somos pais de um menino autista. O nosso objetivo é compartilhar e reunir informações de qualidade que visam ajudar os autistas e suas famílias na procura por informações e tratamentos. Mas acreditamos que o Tablet pode ser usado em qualquer idade, o nosso filho tem dois anos e a terapeuta em alguns momentos se utiliza do Tablet, quando utilizado com moderação e da forma correta acredito que não haja nenhum problema…





* Transcrito Ipis Literis

sábado, 14 de setembro de 2013

Notícia:

Os cientistas americanos analisaram a síndrome de Christianson, um tipo raro e severo do autismo, e descobriram uma relação entre o gene que causa a doença e a produção da proteína NHE6. Esta proteína regula o crescimento dos neurônios, mas, no caso dos autistas, sofre um problema em sua produção .Em testes em camundongos, os especialistas conseguiram conter o desequilíbrio na produção da proteína. Os cérebros dos animais recuperaram a comunicação entre os neurônios, o que praticamente neutralizou a síndrome. A descoberta dá esperança para milhões de pessoas.

Fonte: http://noticias.r7.com/videos/cientistas-americanos-descobrem-como-combater-tipo-raro-do-autismo/idmedia/523310570cf22232322bbee3.html

Assistam ao vídeo: <iframe width='448' height='315' frameborder='0' marginheight='0' marginwidth='0' scrolling='no' src='http://player.r7.com/video/i/523310570cf22232322bbee3?layout=wide252p'></iframe>





Criança que não fala: Mutismo infantil associado a outros sintomas

Criança que não fala, criança que somente se comunica por gestos, evitando ou não aprendendo a falar.
Os sintomas do mutismo infantil pode ser de origem orgânica e psicológica e pode ter diferentes formas de avaliação.
Uma das causas do mutismo pode estar associado a uma combinação de sintomas que podem sugerir a presença de uma síndrome.
A Síndrome de Christianson tem como característica o mutismo infantil associado com dismorfismo craniofacial, epilepsia, oftalmoplegia e atrofia cerebelar.
Esta síndrome é uma doença rara caracterizada por déficit intelectual grave, dismorfismo craniofacial (longa e estreita face com prognatismo), epilepsia de grande mal, oftalmoplegia, e atrofia cerebelar.
Esta doença foi pouco descrita na literatura com poucos casos registrados.
Algumas das mulheres portadoras mostrou déficit intelectual leve.
O gene está localizado dentro do intervalo de Xq24-q27.
Fonte: http://saude.psicologiananet.com.br/palavra-chave/crianca-que-nao-fala


Vídeo para ser trabalhado nas escolas: recomendo !!!



Esse vídeo aborda a acessibilidade, inclusão, relacionamento jovem estabelecido no respeito, no bem querer, não na "pegação ", a importância de VER e INTERAGIR com o outro que é diferente de mim... Várias abordagens importantes podem serem realizadas pelo professor com seus alunos !!!

Um abraço visitante !

domingo, 9 de junho de 2013

Vocês conhecem o Site Povos Indígenas no Brasil ?



Site muito interessante : com informações, curiosidades e jogos sobre o tema. Visitem um dos jogos abaixo:




Aldeia Virtual é um espaço criado a partir de referências reais sobre alguns dos povos indígenas que vivem no País. Cada jogador escolhe um entre os sete avatares de um povo (Yanomami, Ashaninka, Xikrin Kayapó, Karajá, Krahô, Matis e Asurini do Xingu) e passa a participar com ele das atividades da aldeia, podendo conversar e jogar com outros participantes. Nessa aldeia, todos se encontram, fazendo disso uma oportunidade para trocar impressões sobre os diferentes modos de vida dos povos no Brasil. Visite a aldeia circular, no Cerrado, e a aldeia yanomami, na região amazônica! Lá você encontrará minijogos muito divertidos!




Instituto Socioambiental (ISA) é uma associação sem fins lucrativos, qualificada como Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip), desde 21 de setembro de 2001. Fundado em 22 de abril de 1994, o ISA incorporou o patrimônio material e imaterial de 15 anos de experiência do Programa Povos Indígenas no Brasil do Centro Ecumênico de Documentação e Informação (PIB/CEDI) e do Núcleo de Direitos Indígenas (NDI) de Brasília. Ambas, organizações de atuação reconhecida nas questões dos direitos indígenas no Brasil.
O ISA foi criado para propor soluções que integrem questões sociais e ambientais e tem como objetivo principal defender bens e direitos coletivos e difusos relativos ao meio ambiente, ao patrimônio cultural e às populações indígenas e tradicionais. Desde então tem realizado diferentes projetos e ações em parceria com essas populações.
PIB Mirim faz parte deste projeto. Criado a partir do site Povos Indígenas no Brasil, pretende, por meio de material destinado à pesquisa escolar - no qual temas centrais se desdobram em uma série de questões organizadas pela equipe do ISA - e do espaço Aldeia Virtual - jogo online situado em uma aldeia circular no Cerrado brasileiro - apresentar a diversidade de povos, romper com a idéia de "todos os índios são iguais" e despertar o interesse e o respeito das crianças às culturas indígenas existentes no Brasil. Tudo isso escrito em linguagem acessível ao público infantil-juvenil.


sexta-feira, 31 de maio de 2013

21 exercícios de neuróbica que deixam o cérebro afiado - MUITO INTERESSANTE !!!


Evitar fazer tudo no automático ajuda a turbinar a memória e a concentração




Quem foi que disse que o cérebro não precisa de exercícios para se manter ativo? Se o nosso corpo necessita de malhação para ficar sempre em ordem e cheio de disposição, por que com a mente seria diferente?

O cérebro também vai perdendo sua capacidade produtiva ao longo dos anos e, se não for treinado com exercícios, pode falhar. O neurocientista norte-americano, Larry Katz, autor do livro Mantenha seu Cérebro Vivo, criou o que é chamado de neuróbica, ou seja, uma ginástica específica para o cérebro.

A teoria de Katz é baseada no argumento de que, tal como o corpo, para se desenvolver de forma equilibrada e plena, a mente também precisa ser treinada, estimulada e desenvolvida. É comum não prestamos atenção naquilo que fazemos de forma mecânica, por isso costumamos esquecer das ações que executamos pouco tempo depois.

"O objetivo da neuróbica é estimular os cinco sentidos por meio de exercícios, fazendo com que você preste mais atenção nas suas ações e então, melhore seu poder de concentração e a sua memória", explica a psicóloga especialista em análise comportamental e cognitiva, Mariuza Pregnolato. "Não se trata de acrescentar novas atividades à sua rotina, mas de fazer de forma diferente o que é realizado diariamente".
Para o neurologista da Unifesp Ivan Okamoto, tais exercícios ajudam a desenvolver habilidades motoras e mentais que não costumamos ter em nosso dia a dia, porém, tais habilidades em nada se relacionam com a memória.


"Se você é destro e começa a escrever com a mão esquerda, desenvolverá sua coordenação motora de modo a conseguir escrever com as duas mãos e caso um dia, tenha algum problema que limite a escrita com a mão direita, terá a esquerda bem capacitada para isso. Mas o fato de praticar este tipo de exercício não significa que você se verá livre de problemas como esquecer de pagar as contas, tomar o remédio, ou algo do gênero", explica o especialista.

Como funciona a neuróbica?

A neuróbica consiste na inversão da ordem de alguns movimentos comuns em nosso dia a dia, alterando nossa forma de percepção, sem, contudo, ter que modificar nossa rotina. O objetivo é executar de forma consciente as ações que levam à reações emocionais e cerebrais. São exercícios que vão desde ler ao contrário até conversar com o vizinho que nunca dá bom dia, mas que mexem com aspectos físicos, emocionais e mentais do nosso corpo. "São esses hábitos que ajudam a estimular a produção de nutrientes no cérebro desenvolvendo suas células e deixando-o mais saudável", explica Mariuza Pregnolato.

Quanto mais o cérebro é treinado, mais afiado ele ficará, mas para isso não precisa se matar nos testes de QI ou nas palavras cruzadas para ter resultados satisfatórios. "Estas atividades funcionam, mas a neuróbica é ainda mais simples. Em vez de se inscrever em um super desafio de matemática e ficar decorando fórmulas, que tal vestir-se de olhos fechados ou andar de trás para frente?", sugere a especialista. A proposta da neuróbica é mudar o comportamento rotineiro para "forçar" a memória. Por isso, é recomendável virar fotos de cabeça para baixo para concentrar a atenção ou usar um novo caminho para ir ao trabalho.




O papel dos sentidos
O programa de exercícios da neuróbica oferece ao cérebro experiências fora da rotina, usando várias combinações de seus sentidos - visão, olfato, tato, paladar e audição, além dos "sentidos" de cunho emocional e social.

"Os exercícios usam os cinco sentidos para estimular a tendência natural do cérebro de formar associações entre diferentes tipos de informações, assim, quando você veste uma roupa no escuro, coloca seus sentidos em sinal de alerta para a nova situação. Se a visão foi dificultada, e é isso que faz com que você sinta o efeito dos exercícios, outros sentidos serão aguçados como compensação", explica Mariuza.

Para estimular o paladar, uma dica bacana é fazer combinações gastronômicas inusitadas. Já pensou em misturar doce com salgado? Maionese com leite condensado?
Saiba mais
Corpinho de 40 e mente de 20!

A neuróbica não vai lhe devolver o cérebro dos vinte anos, mas pode ajudá-lo a acessar o seu arquivo de memórias. "Não dá para aumentar nossa capacidade cerebral, o que acontece é que com os exercícios você consegue ativar áreas do seu cérebro que deixou de usar por falta de treino", explica Mariuza.

"Você só estimula o cérebro se o exercita, por isso quem sempre esteve atento a esta questão terá menos problemas de saúde cerebral, como demência e doenças cognitivas, como Alzheimer".

21 dicas para você montar seu treino


O desafio da neuróbica é fazer tudo aquilo que contraria ações automáticas, obrigando o cérebro a um trabalho adicional, por isso:

1-Use o relógio de pulso no braço direito;

2-Ande pela casa de trás para frente;

3-Vista-se de olhos fechados;

4-Estimule o paladar, coma comidas diferentes;

5-Leia ou veja fotos de cabeça para baixo concentrando-se em pormenores nos quais nunca tinha reparado;

6-Veja as horas num espelho;

7-Troque o mouse do computador de lado;

8-Escreva ou escove os dentes utilizando a mão esquerda - ou a direita, se for canhoto;

9-Quando for trabalhar, utilize um percurso diferente do habitual;

10-Introduza pequenas mudanças nos seus hábitos cotidianos, transformando-os em desafios para o seu cérebro;

11-Folheie uma revista e procure uma fotografia que lhe chame a atenção. Agora pense 25 adjetivos que ache que a descrevem a imagem ou o tema fotografado;

12-Quando for a um restaurante, tente identificar os ingredientes que compõem o prato que escolheu e concentre-se nos sabores mais subtis. No final, tire a prova dos nove junto ao garçom ou chef;
13-Ao entrar numa sala onde esteja muita gente, tente determinar quantas pessoas estão do lado esquerdo e do lado direito. Identifique os objetos que decoram a sala, feche os olhos e enumere-os;

14-Selecione uma frase de um livro e tente formar uma frase diferente utilizando as mesmas palavras;

15-Experimente jogar qualquer jogo ou praticar qualquer atividade que nunca tenha tentado antes.

16-Compre um quebra cabeças e tente encaixar as peças corretas o mais rapidamente que conseguir, cronometrando o tempo. Repita a operação e veja se progrediu;

17-Experimente memorizar aquilo que precisa comprar no supermercado, em vez de elaborar uma lista. Utilize técnicas de memorização ou separe mentalmente o tipo de produtos que precisa. Desde que funcionem, todos os métodos são válidos;

18-Recorrendo a um dicionário, aprenda uma palavra nova todos os dias e tente introduzi-la (adequadamente!) nas conversas que tiver;

19-Ouça as notícias na rádio ou na televisão quando acordar. Durante o dia escreva os pontos principais de que se lembrar;

20-Ao ler uma palavra pense em outras cinco que começam com a mesma letra;

21-A proposta é mudar o comportamento rotineiro. Tente, faça alguma atividade diferente com seu outro lado do corpo e estimule o seu cérebro. Se você é destro, que tal escrever com a outra mão?






Hábitos saudáveis

Outra atitude indispensável para manter a memória sempre afiada, é prestar atenção na qualidade de vida. O neurologista Ivan Okamoto sugere um estilo de vida mais tranquilo, com alimentação balanceada, sem vícios e com a prática regular de exercícios físicos para manter o corpo e a mente saudáveis.

"A melhor maneira de manter a memória em dia é cuidar da saúde, por isso é importante evitar cigarro e bebidas alcoólicas, seguir uma dieta equilibrada, praticar exercícios e exercitar o cérebro. Manter a atividade mental, seja trabalhando ou participando de alguma atividade em grupo, ajuda a elevar a autoestima e deixar a memória a todo vapor", explica o especialista.


Por Natalia do Vale - publicado em 24/05/2010

Fonte: http://www.minhavida.com.br/bem-estar/materias/11342-21-exercicios-de-neurobica-que-deixam-o-cerebro-afiado