PROJETO EM ANDAMENTO 2016

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segunda-feira, 21 de maio de 2012

PRECISANDO DE IDEIAS II ?

PARTE 2




CONTRIBUIÇÕES TEÓRICAS E METODOLÓGICAS


DO ATENDIMENTO    EDUCACIONAL


 ESPECIALIZADO PARA A PRÁTICA PEDAGÓGICA


DE PROFESSORES E AGENTES DE ATIVIDADES


EM EDUCAÇÃO COM ANEE 




 Todo material foi extraído do Portal do MEC- http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=13165&Itemid=913

 Sugestões de atividades que possam despertar maior interesse nos ANEEs

· Dinâmicas utilizando exercícios de psicomotricidade.
· Exercícios de relaxamento, aquecimento e concentração.
· Exercícios de desconcentração e autoconhecimento.
· Exercícios de respiração e automassagem.
· Exercícios para regular o tônus muscular e diminuir tensões.
· Criação "rápida" de uma história contendo início, meio e fim.
· Trabalhar outras atividades com livrinho de histórias, que não seja somente contar histórias.
· Criar letras para melodias de cantigas de roda já existentes.
· Representar as músicas já criadas utilizando sucatas.
· Criar movimentos com o corpo utilizando também a música infantil.
· Cantando, relembrar categorias de músicas como: canção de roda, carnaval, festa junina,
canção religiosa, propaganda, hino cívico, acalanto, música ou canção de sucesso, música ou canção
de sucesso que toca muito no rádio e na TV. Cantá-las individualmente e/ou em grupo.
· Desenhar a música que está ouvindo. Representar graficamente no quadro de giz o movimento
do corpo e o ritmo da música.
· Parodiar letras de músicas já conhecidas: cantigas infantis.
· Inventar música diferente, usando palavras determinadas pelo instrutor.
· Modelar (no imaginário) movimentos com o corpo de acordo com a música que está tocando.
· Trabalhar com argila e massinha de modelar. Trabalho em grupo e individualmente, criar duas figuras humanas ­ um homem e uma mulher. Modelar partes do corpo: feminino e masculino. Criar uma história, diálogo ou dramatização etc. (para trabalhar a sexualidade infantil)
· Brincar com bolas imaginárias ouvindo música infantil. Jogar vôlei, basquete, tênis, bolinhas de gude, futebol etc.
· Criar maneiras bem engraçadas de dançar sem deixar a bola cair.
· Utilizando bolas de isopor, balões, bolas de papel-jornal criar atividades envolvendo matemática, português, psicomotricidade e artes (interdisciplinaridade).
· Criar uma nova história infantil, com novo enfoque, tendo os personagens características de personalidade diferentes da historinha original. Criar cenário e vestimenta. Três histórias de clássicos infantis selecionadas e/ou a escolher. Apresentá-las para o grupo.

Construindo materiais:
· Fazendo tintas guache.
· Criando tintas com pigmentos naturais.
· Criando tintas para pintar com os dedos.
· Anilina.
· Anil.

Criando os materiais em modelagem:
· Massinha comestível.
· Plastilina (massinha de modelar).
· Argila.
· Massa de modelagem de miolo de pão.
· Papel amassado (papier mâché).

Construindo personagens:
· Fantoches de dedo.
· Criação de personagens:
- sabugos de milho, caroço de manga, bucha vegetal;
- barras de sabão;
- esculpir personagens em legumes como cenoura, chuchus e batatas;
- fantoche de pulso.
· Criação de cenários.
· Técnicas de dobradura (origami).
· Mosaico ­ pavimento de ladrilhos variegados (de cores diversas) ­ diversificados, sortidos,
alternados, variados, matizados, embutidos de pequenas pedras ou de outras peças de cores, que pela sua disposição aparentam desenho.
· Carimbos de batata.
· Massa de biscuit (porcelana fina).
· Papietagem (técnica de confecção de máscaras para teatro).
· Papel reciclado de alho e cebola.
· Papel reciclado.
· Papel artesanal.
· Utilizar composição bidimensional (colagem e pintura).
· Desenhar marinhas. Ex.: Peixe e barco ­ utilizar o origami do peixe e do barco.
· Origami do armário. Origami de flores coloridas (natureza morta com flores).
· Móbiles infantis ­ figuras geométricas - fantoche (rolinho de papel higiênico).
· Confeccionar brinquedos ­ centopéia.
· Construir mosaicos (sucatas).

Brincadeiras individuais e/ou em grupo:
· Imitar: Animais, Bailarina;
· Brincar de estátua
· João Teimoso
· Passar anel
· Cabra cega
· Pular cordas
· Dança das cadeiras
· Corrida do ovo ou da batata
· Corrida do copo d'água
· Corrida do saco
· Corrida de enfiar agulha
· Fura-balão
· Encher garrafas
· Queimada
· Chicotinho queimado
· Trincheira
· Vai-e-vem
· Rebote
· Rodízio
· Bola quicante
· Rebatedor
· Bater palmas
· Tirar sardinha
· Corrida num pé só
· Salto em linha
· Saltar vara
· Brincar de bola de gude
· Finca
· Pião
· Jogar a bola na parede e apanhá-la obedecendo a seqüência: ordem, seu lugar, sem rir, sem falar, um pé, o outro, uma mão, a outra, bate-palma, pirueta, trás e frente, bate queda.
Essas atividades, além de fornecerem preciosas informações sobre o esquema corporal, poderão nos proporcionar dicas sobre coordenação motora ampla e refinada, coordenação viso-motora, equilíbrio, marcha e corrida, lateralidade corporal, atenção e concentração, desenvolvimento das funções temporais e espaciais, como nos exemplos a seguir:
· Ao pular corda, a criança demonstrará seu grau de habilidade para controlar os distintos níveis de contração muscular, ou seja, os diversos graus de aumento ou diminuição do tônus muscular de cada grupo de músculos envolvidos. Demonstra também, graças às atividades físicas, se está apta para construir as noções relacionadas ao conhecimento temporal e espacial, coordenação viso-motora de níveis básicos, que serão utilizadas em suas adaptações à realidade.
· Ao brincar com o bilboquê, as crianças envolvidas estarão realizando o ato motor guiado pela visão e pelos movimentos do braço, antebraço e mão. (coordenação viso-motora). Na brincadeira de calçar sapatos, estaremos obtendo informações sobre discriminação visual, coordenação visual, coordenação motora, lateralidade etc.
· Corrida dos garçons
· Corrida de obstáculo
· Corrida de carrinho de mão
· Pique - esconde
· Pega-pega
· Corrida do sapo
· Cabo de guerra
· Amarelinha
· Brincadeira de roda
· Quem vai ao ar, perde o lugar
· Quatro cantos
· Peteca
· Fazer e soltar pipas
Em todas as atividades acima descritas, teremos oportunidades de verificar, de maneira lúdica, todas as funções já descritas, que vão desde a relação da criança com ela mesma (seu equilíbrio biopsicomotor, até o seu relacionamento com os outros (adaptação social e emocional). Quaisquer dificuldades na consecução das tarefas nos proporcionarão uma leitura parcial ou total de inabilidades para que possamos intervir nas áreas específicas.

Treinamento auditivo:
· Distinção entre ruído e silêncio
· Percepção de diferentes intensidades do som: forte, médio, fraco.
· Percepção de diferentes intensidades, freqüências, timbres e duração de sons.
· Percepção de diferentes ritmos e melodias sonoras
· Percepção de diferentes seqüências sonoras significativas e de figura-fundo auditiva
· Discriminação de vogais, consoantes e vocabulário conhecido.

Exercícios de estimulação dos órgãos fonoarticulatórios:
· Massagem e motricidade de lábios, bochechas, língua, véu etc.
· Oposição entre língua e palato, dentes, lábios, bochechas etc.
· Emissão de sons: voz, choro, tosse, grito, riso, espirro etc.
· Emissão de fonemas e palavras da linguagem cotidiana

Higiene, cuidados pessoais e com o meio ambiente:
· Atividades de higiene pessoal: lavar as mãos, o rosto, escovar os dentes, limpar-se após uso da instalação sanitária etc.
· Cuidados com o corpo, vestuários e alimentação etc.
· Cuidados com objetos de uso pessoal e escolar etc.
· Cuidados com o meio ambiente: animais, vegetais, casa, escola, rua, bairro etc.
· Cuidados com os amigos, familiares, colegas professores, pessoas etc.
· Noções de direitos e deveres, amizade, respeito, amor etc.

Mecanismos precursores da escrita e da matemática:
· Acompanhamento, com marcha, de formas desenhadas no chão
· Acompanhamento, com os dedos, de formas traçadas no papel
· Acompanhamento de formas traçadas no quadro, com giz
· Preensão correta do lápis, com uso adequado de força
· Cópia de linhas, traços e formas
· Classificação de objetos por forma, tamanho, cor, textura, temperatura e funções
· Seriação de objetos por tamanho. Correspondência entre objetos
· Noções de igualdade e diferença
· Noção de espaço para formação de conjuntos
· Conjuntos unitário, vazio, de um ou mais elementos
· Numeração
Percepção auditiva:
· Reproduzir sons (voz dos animais)
· Cantar pequenas canções
· Produzir algum ruído
· Desenhar livremente ouvindo música
· Dançar livremente de olhos fechados
· De olhos fechados, identificar vários sons.
· De olhos fechados, reproduzir sons reproduzidos pela professora.
· Colocar uma criança no meio da roda e uma outra com olhos fechados deverá identificar a primeira pela voz
· Realizar ordens simples: levantar-se, ir até a porta, abrir e fechar a porta etc.
· Dar recados simples

Percepção tátil:
· Tocar em superfície lisa e áspera, sentindo a diferença
· Tocar em duas superfícies (lisas e ásperas) ao mesmo tempo
· Tocar em objetos moles e duros
Percepção olfativa:
· Identificar diferentes cheiros

Percepção gustativa:
· Provar açúcar, sal, limão, hortelã (balas)

Percepção visual:
Cor:
· Colocar a mão sobre um objeto (ou outro lugar, que tenha a cor destacada)
· Localizar objetos com determinada cor na sala


Sugestões a professores do AEE, agentes /cuidadores de ANEEs


Socializo com vocês, material preparado para os professores e agentes de minha Unidade de Ensino contendo várias idéiAS, dicas, orientações práticas de estratégias para o desenvolvimento de nossos alunos com Necessidades Educativas Especiais que coletei do Portal do MEC .

Servem tanto para o professor do ensino regular, quanto ao professor do AEE

Servem tanto para o ANEE, quanto PARA TODOS em sala de aula.


CONTRIBUIÇÕES TEÓRICAS E METODOLÓGICAS


DO ATENDIMENTO    EDUCACIONAL


 ESPECIALIZADO PARA A PRÁTICA PEDAGÓGICA


DE PROFESSORES E AGENTES DE ATIVIDADES


EM EDUCAÇÃO COM ANEE 


   Todo material foi extraído do Portal do MEC- http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=13165&Itemid=913



SUGESTÕES DE MATERIAIS ADAPTADOS PARA MELHOR ATENDER OS ANEES:
Crianças que apresentam comprometimentos motores relacionados à preensão e coordenação poderão adquirir maior grau de independência com a utilização de algumas adaptações nos utensílios usados para alimentação e higiene. Algumas adaptações básicas de material de uso diário são importantes:
· bandejas ou tábuas com recortes para copos e pratos que podem ser presos sobre a mesa com ventosas ou outro sistema de fixação, evitando que escorreguem ou caiam, sendo indicado especialmente para crianças com incoordenação olho-mão-mão-boca;
· pratos com ventosas, com bordas altas, que permitem a fixação na mesa ou bandeja, impedindo que a comida se espalhe, indicado para crianças com incoordenação motora manual;
· copos adaptados com bases mais pesadas, indicadas para inibição dos movimentos involuntários;
· copos com duas alças para favorecer a simetria dos membros superiores e coordenação bimanual;
· copos com bordas recortadas, para evitar a extensão da cabeça e probabilidade de aspiração;
· talheres, pentes e escovas de dente adaptados quanto ao tamanho, tipos e angulações, com engrossamento de cabos revestidos de espuma, e epóxi ou outros materiais, permitindo melhorar a preensão. As angulações proporcionam melhor desempenho motor em relação à coordenação mão-boca, em casos de desvios ulnares;
· lápis com diâmetro engrossado por várias camadas de fita crepe, argila, espuma, massa do tipo epóxi ou outro material;
· evitar o uso de cadernos para a realização de atividades da criança, porque não podem ser bem fixados, e também pela diferença de altura com relação à mesa ou carteira;
· para o traçado ou execução de atividades da criança, usar papel maior que o sulfite padronizado, que é do tamanho A4. Pode-se usar o papel manilha, popularmente conhecido como papel de embrulho, que é encontrado em lojas de armarinho, de tecidos, papelarias e armazéns, e pode ser em rolo; folhas de sulfite de tamanho A1, ou outro tipo de papel que poderá ser adaptado para esse fim;
· o papel deverá estar preso nas quatro pontas com fita crepe larga com grande capacidade de aderência para suportar os movimentos de traçado da criança;
· as atividades preparadas pelo professor deverão ter traçado grosso feito com pincel atômico em tamanho grande para melhor visualização, percepção e entendimento da criança;
· o traçado de desenhos, letras e números deverá ser feito na cor preta, em papel de fundo branco ou da cor gelo;
· os desenhos apresentados nas diversas atividades deverão ter contorno grosso, ser simples, com poucos elementos e sem detalhes, para que sua visualização identificação ou reconhecimento fiquem mais acessíveis para a criança;
· para melhor percepção pela criança, as figuras geométricas, letras e números usados no processo inicial de manipulação (em tamanho grande e de preferência de madeira) deverão ser revestidos com lixa na face principal. Na manipulação, resultados melhores são alcançados quando o professor orienta, passo a passo, quais os movimentos que a criança deve seguir para perceber e construir a idéia do objeto pesquisado;
· os primeiros exercícios de percepção do traçado no papel poderão apresentar melhores resultados se, por baixo da folha que a criança estiver usando, for colocada uma folha de lixa de madeira, iniciando-se pela mais grossa e áspera e ir gradualmente trocando-a por outras mais finas.
É importante ressaltar que cada fase em que se objetiva estimular os diferentes tipos de percepção do aluno tem um ritmo e tempo próprios, devendo-se considerar especialmente as características de cada criança. O professor deverá estar atento ao momento em que foi superado um desafio, para só então provocar outro;
· assim como as folhas de atividades deverão ser presas nos quatro cantos com fita crepe, no caso do uso de caderno, o mesmo procedimento precisa ser tomado;
· é importante para a criança explorar e vivenciar concretamente todo tipo de percepção com o próprio corpo, com o professor fazendo o movimento com ela quando existe a impossibilidade de fazê-lo sozinha, contribuindo para formar suas estruturas mentais básicas para a aprendizagem;
· as atividades com papel deverão ser poucas e organizadas, de forma que facilitem a visualização, compreensão e execução da criança;
· alguns alunos poderão encontrar maior facilidade visual e de organização se o material (folha, caderno, livro, etc.) for colocado sobre a prancha elevatória que aproxima e permite melhor visualização e manipulação para execução do aluno;
· quando a criança se encontrar na fase de construção da escrita, as linhas das folhas deverão ser feitas com pincel atômico e com espaço entre linhas de acordo com o tamanho da letra que ela produz. Muito lentamente, à medida que adquire maior compreensão do espaço para escrita e segurança no traçado, o espaço entre linhas poderá ser diminuído gradativamente. Somente quando ela dominar o novo espaço poder-se-á introduzir um novo desafio;
· para a criança que apresenta dificuldade de percepção espacial (quando não consegue encontrar determinada letra no meio de outras, perdendo-se e frustrando-se) o professor poderá providenciar uma tira de cartolina ou papel cartão nas cores branca ou preta, onde fará uma "janela" que é um buraco de forma retangular de tamanho suficiente para destacar a letra ou número em questão. O professor colocará a janela sobre o papel onde se encontram as letras deslizando-a sobre elas, uma a uma, até que a letra seja localizada e reconhecida pela criança;
· quando a criança apresenta dificuldades motoras acentuadas que a impedem de fazer uso da comunicação escrita (quando não consegue escrever), deverá ser valorizada e estimulada a sua comunicação oral;
· no que diz respeito ao melhor posicionamento na sala de aula para as diversas atividades e às adaptações ou confecções de mobiliário específico, a responsabilidade cabe à equipe de apoio e, particularmente, ao fisioterapeuta e terapeuta ocupacional.
Proposta de experiências a serem proporcionadas ao ANEE

a. Representação criativa:
· Reconhecimento de objetos pela visão, toque, gosto e cheiro.
· Imitação de ações e sons.
· Associação de modelos, figuras e fotografias a fatos ou coisas reais.
· Imitação e dramatização.
· Construção com blocos ou outros materiais a partir da observação de um modelo.
· Desenhar e pintar.

b. Linguagem e literatura:
· Exploração de livros de pano ou plástico ricos em cores e texturas.
· Expressar pela fala, ou outras formas de comunicação e expressão artística, suas experiências
pessoais.
· Descrição de objetos, fatos e suas relações.
· Uso prazeroso da linguagem: ouvir histórias e versinhos, fazer histórias e rimas.

c. Iniciativa e relações sociais:
· Participar de jogos e brincadeiras nas quais gestos imitativos e interativos sejam estimulados
como em cantigas folclóricas acompanhadas de movimentos combinados.
· Fazer e expressar escolhas, planejamentos e decisões.
· Solução de problemas em brincadeiras.
· Cuidados com seu próprio corpo.
· Expressão de sentimentos.
· Participação em rotinas de grupos.
· Ser sensível aos sentimentos, interesses e necessidades dos outros.
· Construir relações com crianças e adultos.

d. Movimento:
· Movimento não locomotor (sem sair do lugar dobrar, torcer, balançar, sacudir, tremer o corpo,
girar os braços etc.).
· Movimento locomotor (arrastar, rolar, correr, pular, saltar, passar por cima de obstáculos,
marchar, escalar etc.).
· Mover-se com objetos (velotrol, bicicleta, caixas de papelão que são arrastadas com a criança
dentro etc.).
· Expressão de criatividade no movimento.
· Descrição do movimento.
· Representação de movimentos direcionais.
· Percepção e marcação de ritmos com o corpo sem deslocamento.
· Movimento de deslocamento do corpo em seqüência à apresentação de ritmo.
e. Música:
· Movimento de acordo com a música.
· Exploração e identificação de sons.
· Exploração de músicas cantadas.
· Desenvolvimento de melodias.
· Execução de instrumentos musicais simples.

f. Classificação:
· Exploração e descrição de similaridades, diferenças e as características dos objetos.
· Distinção e descrição de formas.
· Classificação e emparelhamento de objetos.
· Uso e descrição de algum objeto de várias formas.

g. Seriação:
· Comparação de atributos (grande e pequeno, pesado e leve etc.).
· Arranjo de objetos, um após o outro, em uma série ou em padrões, e descrição dessas relações
(bloco azul - bloco vermelho ­ azul - vermelho etc.).
· Troca de um arranjo de objetos ordenados por outro tipo de objeto por meio de tentativa e erro
(trocar uma série de copos em três tamanhos diferentes por uma série de bonecas também em três
tamanhos diferentes).

h. Números:
· Contagem de objetos.
· Arranjo de dois conjuntos de objetos fazendo correspondência um a um.
· Comparação de dois conjuntos de objetos para determinar qual tem mais, menos, ou o mesmo número.

i. Espaço:
· Preenchimento e esvaziamento de recipientes.
· Arranjo de objetos juntos e separados.
· Mudança da forma e arranjo dos objetos (embrulhar, torcer, esticar, empilhar, guardar dentro de
uma caixa etc.).
· Observação de pessoas, lugares e coisas de diferentes pontos de vista espacial.
· Experimentação e descrição de posições, direções e distâncias no parquinho, escola e
vizinhança.
· Interpretação de relações espaciais em desenhos, figuras e fotografias.

j. Tempo:
· Início e fim de uma ação em resposta a um sinal combinado.
· Experimentação e descrição de velocidades diferentes de movimento.
· Experimentação e comparação de intervalos de tempo.
· Antecipação, memorização e descrição de seqüências de eventos.

Sugestões de brinquedos de acordo com as etapas de desenvolvimento/ Alunos ANEEs:
ESTIMULAÇÕES:
· Móbiles com tampas coloridas de vasilhames, papel colorido e brilhoso
· Chocalhos: recipientes plásticos com objetos coloridos dentro
· Luvas revestidas de diferentes materiais para estimulação tátil
· Guizos
· Lanterna
· Cubos de espuma
· Chocalhos musicais
· Sino
· Móbiles que produzam algum som ou movimento especial quando tocados pelos pés ou mãos
dos bebês
· Rolo de toalha
· Espelho
· Instrumentos sonoros de materiais diversos
· Caixa com brinquedos atraentes
· Caixa com cubos
· Bolas de vários tamanhos
· Copos e garrafas de vários tamanhos para colocar e retirar objetos
· Jogo de esconde-esconde
· Brinquedos de borracha que fazem barulho quando são pressionados
· Balões
· Tocos de madeira e copos
· Caixa com materiais de diversas texturas
· Espelho
· Túnel
· Tubos para empilhar e encaixar
· Cubos de madeira para empilhar
· Carrinho com barbante para puxar
· Bolas
· Fantoches
· Espelho
· Livros de plástico ou de tecido com texturas variadas para estimulação tátil
· Cordão com contas (Nota 3: O tamanho dos brinquedos deve atender às normas de segurança.)
para trabalhar movimento de pinça
· Latas com orifício para colocar dentro botões grandes
· Tubos para encaixe de argolas
· Encaixe de pinos e figuras geométricas (círculo e quadrado)
· Massa de modelar comestível
· Toquinhos de madeira de vários tamanhos e cores para construção
· Livros com figuras grandes e coloridas
· Pintura a dedo
· Desenho livre
· Revistas para folhear
· Desenhos no chão para serem seguidos
· Bonecos grandes
· Caixas, latas e vidros para serem tampados e destampados.
· Papel para rasgar
· Instrumentos musicais
· Contas para enfiar
· Roupas com botões grandes e velcro
· Fantasias
· Ambiente com obstáculos para estimular trajetórias diferentes de movimento para alcançar
brinquedos
· Equipamentos de som com botões fáceis de serem acionados para ouvir música
· Triciclo
· Livros com palavras indicando o nome de objetos
· Contagem de objetos
· Blocos para construção
· Teatrinhos para fantoches
· Amarelinha
· Circuitos de atividades
· Cantigas de roda
· Bicicleta

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Estudo de Caso e Montagem de Plano de Ação do AEE II


Anexo III - ROTEIRO PARA PLANO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO

 A. Plano de AEE: são as ações desenvolvidas para atender as necessidades do aluno.

São específicas do AEE para que o aluno possa ter acesso ao ambiente e a conhecimentos escolares de forma a garantir com autonomia o acesso, a permanência e a participação dele na escola.

1. Objetivos do plano:
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2. Organização do atendimento:
Período de atendimento: de (mês) ... a(mês) ...

Freqüência (número de vezes por semana para atendimento ao aluno):
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Tempo de atendimento (em horas ou minutos):
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Composição do atendimento: ( ) individual ( ) coletivo
Outros:
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3. Atividades a serem desenvolvidas no atendimento ao aluno: Consulte os fascículos desta coletânea para selecionar atividades relativas aos objetivos do Plano de AEE.

4. Seleção de materiais a serem produzidos para o aluno.
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5. Adequações de materiais: liste os materiais que necessitem de adequações para atender às necessidades do aluno (por exemplo: engrossadores de lápis, papel com pautas espaçadas e outros).
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6. Seleção de materiais e equipamentos que necessitam ser adquiridos: liste os recursos materiais que precisam ser encaminhados para compra e /ou que já existem na sala de recursos multifuncionais.
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 7. Tipos de parcerias necessárias para aprimoramento do atendimento e da produção de materiais: terapeuta ocupacional para criar uma tesoura adaptada, marceneiro para executá-la, costureira para fazer uma calça com enchimento para trabalhar com a criança e outros.
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 8. Profissionais da escola que receberão orientação do professor de AEE sobre serviços e recursos oferecidos ao aluno:
Professor de sala de aula
Professor da Educação Física
Colegas de turma
Diretor escolar
Equipe pedagógica
Outros. Quais:

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 B. Avaliação dos resultados:
1. Indicação de formas de registro
O plano deverá ser avaliado durante toda a sua execução.
O registro da avaliação do plano deverá ser feito em um caderno ou ficha de acompanhamento, onde serão descritos pelo professor do AEE o uso do serviço e do recurso em sala de aula, durante o AEE e no ambiente familiar.

 No registro, deverão constar as mudanças observadas em relação ao aluno no contexto escolar: o que contribuiu para as mudanças constatadas; repercussões das ações do plano de AEE no desempenho escolar do aluno.

2. Resultados obtidos diante dos objetivos do Plano de AEE.
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C. Reestruturação do Plano: liste os pontos de reestruturação do Plano de AEE, caso os objetivos do Plano não tenham sido atingidos.
Pesquisar e implementar outros recursos.

Estabelecer novas parcerias.
Outros.

Estudo de Caso e Montagem de Plano de Ação do AEE


Roteiro ANUAL apresentado pelo MEC para :Estudo,diagnóstico, acompanhamento, avaliação, planejamento,execução de atividades com ALUNOS ANEES ATENDIDOS NA SALA MULTIFUNCIONAIS



 ANEXO I - ETAPAS DE UM ESTUDO DE CASO
Neste anexo, apresentamos as etapas de um estudo de um caso, partindo da Proposição do Caso à elaboração do Plano de AEE.
Para realizar esse estudo e elaborar o Plano de AEE desse aluno, o professor do AEE. Segue as etapas:

Etapa 1: Proposição do caso (ver anexo II - Roteiro para Proposição do caso)
O professor do AEE:

Ouve as razões que motivaram o encaminhamento do aluno para o Atendimento Educacional Especializado;

Anota a queixa trazida pelo professor do aluno, pelo próprio aluno e pela família;
Faz observação na sala de aula do aluno para avaliar sua interação com os colegas,  com a professora e com a demanda pedagógica em sala de aula, além da organização e gestão da classe pela professora de sala de aula.

Observa o aluno nos demais espaços da escola, recreio, biblioteca, refeitório e outros.

Realiza entrevista com a professora do aluno e com a família.
Faz avaliação do aluno na Sala de Recurso Multifuncionais.

Etapa 2: Análise e clarificação do problema

Nesta etapa, o professor do AEE deve identificar:

O tipo do problema: cognitivo, de linguagem; de contexto (ambiente escolar,familiar e cultural); de saúde e desenvolvimento físico; afetivo; social; de aprendizagem.

A origem do problema: se é da escola; da sala de aula comum; da relação com o professor; relacionado à família; de material pedagógico; de aprendizagem; de afetividade e sociabilidade; de cognição; de comunicação; de locomoção, outros.
O professor se pergunta, ainda, quem são as pessoas envolvidas no problema.

Para responder a estas questões, é necessário fazer relações entre as informações coletadas sobre as características do aluno e do seu meio e da relação entre os dois, apoiando-se sobre diferentes aspectos, destacando os pontos fortes e as dificuldades referentes a:
-  desenvolvimento e funcionamento cognitivo;
- linguagem;
-  ambiente: escolar (colegas e professores, ambiente na turma, gestão da classe, abordagens pedagógicas, avaliação das aprendizagens);
- familiar ( características da família e do ambiente social);
- aprendizagens escolares;
- estilos e ritmos de aprendizagem;
-desenvolvimento afetivo-social e interações sociais;
- comportamentos e atitudes do aluno em situação de aprendizagem (centrado na tarefa, respeito pela tarefa); desenvolvimento psicomotor e saúde.

As observações em sala de aula, as trocas com o aluno, com o professor responsável pela sala, entrevista com os pais e avaliação do aluno na sala de recursos multifuncionais são relacionadas entre si, para que o professor compreenda melhor as causas do problema do aluno, no âmbito do AEE.

Nesta etapa, o professor do AEE pode necessitar de fazer pesquisa bibliográfica para enriquecer seus conhecimentos sobre a problemática do aluno.


Etapa 3: Estudo e identificação do problema
Nesta etapa, o professor já é capaz de identificar o tipo e a natureza do problema, a partir das informações obtidas com o aluno, por meio de avaliação efetuada na Sala de Recursos Multifuncionais e no meio escolar e familiar na etapa1.  Ele analisa o conjunto dos dados e as relações entre eles, estabelecidas na etapa 2. O professor estuda o que provoca a situação problemática vivida por seu aluno. Nesse momento, o professor formula suas hipóteses sobre a natureza do problema. Se a situação for complexa a ponto de dificultar a elaboração de uma hipótese explicativa satisfatória, então o professor deve aprofundar sua pesquisa em busca de elementos que possam esclarecer melhor a situação-problema do aluno. Esta busca de informação poderá requerer uma avaliação mais precisa em diferentes aspectos.

O professor avalia se os conhecimentos de que dispõe são suficientes para entender o problema e propõe uma hipótese para solucionar o problema. Em caso afirmativo, ele deve escrever suas conclusões sobre os fatores que podem provocar os comportamentos que impedem o desenvolvimento de uma aprendizagem de qualidade.

O professor deve indicar os aspectos que considera positivos no aluno ou em seu ambiente, os quais podem favorecer a aprendizagem e a interação dele na classe.

Etapa 4: Solução do problema

Após a construção de uma hipótese explicativa, o professor inicia o processo de solução do problema. O professor questiona: que recursos humanos e materiais são necessários para atender ao problema? Onde encontrá-los? Eles estão disponíveis na sua comunidade? Quais os parceiros e colaboradores que podem contribuir? Onde encontrá -los?
Que potencialidades do aluno e do seu meio social e familiar podem ajudar na solução do problema?
Nesta etapa, o professor do AEE levanta possibilidades que podem facilitar a elaboração e enriquecer o seu plano de Atendimento Educacional Especializado.


Etapa 5: Elaboração do plano de AEE (ver anexo III - Roteiro para plano de Atendimento Educacional Especializado)
Para elaboração do plano de Atendimento Educacional Especializado o professor deve definir com clareza os objetivos a serem alcançados tanto na sala de recursos multifuncionais quanto na sala de aula.Ele propõe ações em parceria com o professor da sala de aula e planeja atividades a serem desenvolvidas na sala de recursos multifuncionais. Além disso, ele estabelece o período para o desenvolvimento do plano e os resultados esperados.

Após a elaboração do Plano de AEE, o professor avalia se este é coerente com a solução proposta para o problema, se é exeqüível na sua realidade e se os conhecimentos aprendidos foram suficientes para a sua elaboração. O professordeve, periodicamente, reavaliar o Plano de AEE, verificando se ele está surtindo os efeitos esperados e se precisa de ajustamentos.



ANEXO II - ROTEIRO PARA PROPOSIÇÃO DE UM CASO
As questões abaixo têm por objetivo orientar o professor do Atendimento Educacional Especializado - AEE para propor um caso. Trata-se de um roteiro e, portanto, o professor irá utilizá-lo sem a preocupação de responder pontualmente às perguntas e nem mesmo limitar-se a elas.

A proposição do caso não deverá abordar apenas a queixa da professora e o tipo de deficiência do aluno, ou dados clínicos a seu respeito. Ele deverá conhecer e descrever o contexto educacional ao qual está inserido o aluno, abordando suas dificuldades, habilidades, desejos, preferências, entre outras questões relacionadas ao seu cotidiano escolar. A coleta de dados para a descrição do caso pode ser feita por meio de observações diretas, entrevistas, gravações, avaliação escrita, análise de documentos, pareceres pedagógicos e clínicos, entre outros.

Esse material também é importante para a 2ª. Etapa do estudo de caso: análise e clarificação do problema. O roteiro não deve ser respondido como um questionário. 

A - Informações referentes ao aluno: idade, série, escolaridade, tipo de deficiência, outros.
B - Informações coletados do/sobre o aluno:

O aluno gosta da escola?
Tem amigos?
Tem um colega predileto?
Quais as atividades que ele gosta mais de fazer?
Para ele, que tarefas são mais difíceis? Por quê?
O aluno é capaz de expressar suas necessidades, desejos e interesses? De que maneira?
O aluno costuma pedir ajuda aos professores? Por quê? Qual é a opinião do aluno sobre seus professores?
Por que ele acha importante vir à escola e estudar nela?
Está satisfeito com os apoios (material pedagógico especializado, equipamentos, informática acessível, intérprete, outros atendimentos) que dispõe no momento?
Desejaria ter outros? Quais?
C - Informações coletadas da/sobre a escola:
O aluno participa de todas as atividades e interage em todos os espaços da escola?
Como? Se não participa, por quê?
Das atividades propostas para a turma, quais ele realiza com facilidade e quais ele não realiza ou realiza com dificuldades? Por quê?
Como é a participação do aluno nas atividades propostas à sua turma?
Participa das atividades integralmente, parcialmente ou não participa?
Quais são as necessidades específicas do aluno, decorrentes da deficiência?
Quais são as barreiras impostas pelo ambiente escolar?
Que tipo de atendimento educacional e/ou clínico o aluno já recebe e quais são os profissionais envolvidos?
O que os professores pensam sobre interesses e expectativas do aluno em relação à sua formação escolar?
Como é esse aluno do ponto de vista social, afetivo, cognitivo, motor, familiar e outros?
Qual a avaliação que o professor de sala de aula faz sobre o desempenho escolar desse aluno?
Quais as preocupações apontadas pelo professor de sala de aula e quais os apoios que ele sugere para que o aluno atinja os objetivos educacionais traçados para sua turma?
Como a comunidade escolar percebe a interação do aluno com seus colegas de turma?
Quais as expectativas escolares do professor em relação a esse aluno?
Quais são as principais habilidades e potencialidades do aluno, segundo os professores?
Qual é o motivo que levou o professor de sala de aula solicitar os serviços do AEE para esse aluno?
A escola dispõe de recursos de acessibilidade para o aluno, tais como: mobiliário, materiais pedagógicos, informática acessível, outros?
Quais os recursos humanos e materiais de que a escola não dispõe e que são necessários para esse aluno?
Quem avaliou os recursos utilizados por esse aluno? Eles atendem às suas necessidades?
Como é o envolvimento afetivo, social da turma com o aluno?
Qual é a opinião da escola (equipe pedagógica, diretor, professores, colegas de turma) sobre seu desenvolvimento escolar?

D. Informações coletadas da/sobre a família:
Qual é a opinião da família sobre a vida escolar do aluno?
A família se envolve com a escola? Participa de reuniões, de comemorações entre outras atividades da escola?
Tem consciência dos direitos de seu filho à educação inclusiva? Exige a garantia de seus direitos?
A família identifica habilidades, necessidades e dificuldades na vida pessoal e escolar do aluno? Quais?
Quais as expectativas da família com relação ao desenvolvimento e escolarização de seu filho?

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Vem aí “Colegas”, filme brasileiro mais aguardado dos últimos tempos



Filmado no Brasil e Argentina, mega produção de Marcelo Galvão está pronta
para seguir para os festivais de cinema e estrear no circuito comercial
no segundo semestre.
Neste ano vai estrear Colegas, primeiro longa-metragem nacional protagonizado por três atores com síndrome de Down – Ariel Goldenberg, Rita Pokk e Breno Viola. O longa-metragem está pronto para ser submetido aos mais importantes festivais de cinema no Brasil e exterior. O lançamento comercial em salas de cinema está previsto para o segundo semestre.
O filme traz também nomes como Lima Duarte, Leonardo Miggiorin, Marco Luque, Juliana Didone, Christiano Cochrane, Daniele Valente, Otavio Mesquita, Germano Pereira, Nill Marcondes,  Thogun, além de contar com mais 60 jovens com síndrome de Down no elenco de apoio.
Colegas é uma divertida comédia que trata de forma poética coisas simples da vida, através dos olhos de três personagens com síndrome de Down. Eles são apaixonados por cinema e trabalham na videoteca do instituto onde vivem. Um dia, inspirados pelo filme “Thelma & Louise”, resolvem fugir no Karmann-Ghia do jardineiro (Lima Duarte) em busca de três sonhos: Stalone quer ver o mar, Aninha quer casar e Márcio precisa voar. Nesta busca, se envolvem em inúmeras aventuras como se tudo não passasse de um maravilhoso sonho.
O longa-metragem da produtora Gatacine venceu o prêmio de melhor roteiro do Festival de Paulínia (2008) por decisão unânime, o Edital de Fomento à Cultura do Estado de São Paulo (2008), também por decisão unânime, o Edital de Paulínia (2010) e o edital da Petrobras (2010). Conta com o patrocínio da Sabesp, Prefeitura Municipal de Paulínia, Petrobras, Neoenergia, AkzoNobel, KSB, Libbs, NET, Locaweb e Senac.
Inclusão Social
Colegas deverá promover reflexões, incentivar a inclusão social e a valorização da diversidade, desmistificando lendas e preconceitos. “O filme não os mostra como excepcionais, mas sim como seres humanos, cheios de sonhos e esperanças”, relata o diretor Marcelo Galvão. “É um filme alto astral para a família, com censura livre, que irá agradar a todos, independente de sexo, nacionalidade ou credo. A trama aborda temas universais e inerentes a todo ser humano como sonhos, liberdade, amizade, confiança e amor”, complementa.
Em vez de mostrar atores fazendo papel de deficiente (como em “Rain Man”), o diretor Marcelo Galvão decidiu fazer um trabalho de preparação de atores Down. “Desde o início do projeto há anos, tivemos a oportunidade de conhecer dezenas de jovens Down encantadores, sendo que muitos deles estão no filme”, revela.
O diretor explica que sempre gostou da forma pura e poética como essas pessoas veem o mundo. “Fui criado com um tio que tem síndrome de Down e meu avô foi um dos fundadores da primeira Apae (Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais) do Brasil, no Rio. Estamos abordando o tema de forma divertida, mostrando a capacidade que esses jovens têm de entreter, divertir e emocionar as pessoas com sua atuação. O mais legal é ir ao cinema, entrar na história, torcer por eles e esquecer que eles são Down”, salienta.
Os ensaios semanais com o elenco Down e todo o processo envolvendo a preparação de atores, pré-produção, filmagem e lançamento podem ser acompanhado pelo público através do blog e páginas do filme no Facebook. “A expectativa em relação ao filme é enorme – basta visitar nossas mídias sociais pra perceber isso”, complementa Galvão.
Eu vou pro Oscar
Ariel sonha ganhar o primeiro Oscar do Brasil e para isso criou e atualiza a página no Facebook “Eu vou pro Oscar”, que tem vários seguidores.  Seu objetivo é juntar o maior número de pessoas que apoiam a causa.
Gatacinescola
“Colegas” também é uma iniciativa educacional ligada à Gatacinescola, escola de cinema criada por Marcelo Galvão na qual o aluno aprende cinema na prática. Diversos deles foram empregados na produção do filme, mostrando o caráter profissionalizante da iniciativa.
Os atores protagonistas Ariel, Rita e Breno continuam exercitando na Gatacinescola as técnicas de dramaturgia que usaram durante as filmagens, assim como vêm gerando conteúdo cinematográfico que contribui para a inclusão social. Esses vídeos estão sendo postados e compartilhados nas mídias sociais.
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